CreepysTerror

Conheça o terror de verdade

CreepyPastas

Series, Mind Fucks, Fã Creepy e muito mais

Animes

Fanfics e Lançamentos

Games

lançamentos e Easter eggs

Curiosidades

tudo que vc precisa saber

Mostrando postagens com marcador fanfics. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fanfics. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Homicidal Liu - Um conto de amor e dor

Tudo começou em uma noite, a noite em que Jeffrey Woods enlouqueceu completamente e assassinou seus pais e seu querido irmão Liu Woods. Jeff deixou de ser o garoto que era e tornou-se um monstro sem alma com o puro desejo de matar. Mas seu irmão realmente havia morrido após receber múltiplos cortes e facadas?



Não, eu sobrevivi ao ataque do meu irmão, e como punição rastejei como um verme vil, sangrando a cada centímetro que andava. Sentia como se minhas estranhas estivessem explodindo enquanto eu me afogava em meu próprio sangue. Meu coração quebrou-se no processo, mas eu continuei, alimentado com a força do meu desespero e de minha raiva por Jeff. Tudo tornou- se preto, e eu desmaiei.

Levei um longo tempo para acordar, e quando isso aconteceu, estava em um quarto bem-iluminado, cheio de tubos e remédios. Eu sentia meu corpo, mas não conseguia falar, e não conseguia comer. Era alimentado através de um tubo, respirava através de aparelhos, e apenas conseguia lembrar de quem eu era. Ouvi o doutor conversando com a enfermeira, dizendo: "Esse paciente não vai sobreviver. Ele precisa de vários transplantes, seu pulmão esquerdo entrou em colapso, seu coração é muito delicado e seus rins estão falhando... É quase impossível que ele se recupere." Aquelas palavras tiraram todas as minhas esperanças de permanecer vivo.

Chegou o dia em que eu receberia os transplantes. Como não conseguia falar e estava ainda sedado, não pude expressar minha felicidade. Eu a guardaria para quando estivesse completamente recuperado. A enfermeira disse: "Olá, eu sou Susan. Eu lhe desejo sorte. Você é muito forte, dificilmente deveria ter sobrevivido. Quero pessoalmente cuidar de você, porque realmente admiro sua persistência. Adoraria conhecê-lo fora deste hospital." Ela beijou minha bochecha e eu corei. Não poderia duvidar de que era uma garota extremamente bonita, mas eu nem sequer sabia se iria sobreviver.

Era o tempo, o tempo em que eu decidiria se viveria ou morreria. O doutor havia dito que eu havia feito um ótimo trabalho sendo um garoto tão determinado, sobrevivendo por tanto tempo. Provavelmente iria sobreviver, portanto coloquei a máscara e adormeci. Porém, por que senti tudo que fizeram comigo? Naquele momento, senti uma lâmina afiada na lateral do meu coração, e o primeiro corte fora como a coisa mais dolorosa que já sentira. Então, algo atravessou minha pele, ainda mais doloroso. A cada corte, a dor tornava-se mais intensa que a última, retirando aos poucos o meu coração. Aquele momento fora apenas o começo de horas de dor excruciante, cada corte, cada parte de meu corpo, cada estrutura fora atravessada de agonia, destruindo o pouco de sanidade que eu ainda preservava, até me quebrar.

Passei o resto de meus dias na cama, impossibilitado de de falar, apenas ouvindo a voz daquela enfermeira, Susan, que passava suas noites falando comigo, dizendo para min resistir. Eu gostaria realmente de conversar com ela, de ouvir o som de minha própria voz. Como passou cerca de uma semana e meia, ela veio frequentemente cantar para mim, ler para mim, e disse: "Quero que você acorde." Senti como se tudo finalmente estivesse voltando a funcionar, e abri os olhos, os fixando nela. Ela parecia animada em me ver acordar, então me apresentei: "Olá Susan, eu sou Liu Woods." Um tanto chocada, acrescentou: "Você é mesmo... irmão... de Jeffrey Woods? Ele esteve aqui por um tempo. Descobri que enlouqueceu e matou sua família, mas, como sobreviveu, Liu? Também soube que ele sequestrou uma criança, matou-a, queimou a casa e fugiu, nunca mais sendo visto. Mas na casa, tudo que encontraram foram dois corpos. Dizem que a garota sobreviveu, mas não sabem o que aconteceu com seu irmão. Alguns dizem que o fogo o consumiu, mas no quarto onde ele dormia, fora encontrado em sangue o escrito "vá dormir", assim como no banheiro, o pedido "sorria". Realmente sinto muito pela morte de seus pais, e eu não acho que queira voltar para sua casa. Gostaria de ficar em minha casa? Eu vivo sozinha desde que meu pais faleceram em um acidente de carro, então eu tenho um quarto extra."

Eu aceitei seu convite, dizendo: "Quando eu sair daqui, vou levar você para jantar onde você quiser. Apenas preciso que um dia você venha comigo para minha antiga casa pegar algumas roupas velhas, mas não acho que elas ainda irão estar lá." Ela me visitava todos os dias. Ríamos juntos e logo nos tornamos amigos. Parecíamos um casal, então perguntei a Susan se ela gostaria de ser minha namorada. "Liu, eu quero ser sua namorada. Sempre quis, mas não sabia como tocar no assunto." Logo nos aproximamos em um beijo. As coisas estavam melhorando para mim. Ela seria minha nova família.

Deixei o hospital, e como o primeiro dia fora, Susan me parabenizou com um abraço. Como ainda era dia, eu disse que precisávamos buscar minhas roupas, e que ainda sim seria necessário levar algo para lidarmos com meu irmão, afinal, ele ainda estava por perto. Ela disse: "Eu tenho um par de facas de cozinha, uma seringa, analgésicos e alguns equipamentos para emergência, caso precisemos suturar a você ou a mim, além de um galão de água e dois copos, caso fiquemos com sede."

Fomos para sua e pegamos tudo que era útil, além de uma mochila para carregar os materiais. "Não tema. Tudo vai ficar bem." Repeti essa frase como um mantra para mim mesmo. Beijei Susan para acalmá-la, então chutei a porta. Entramos e vimos que as paredes da casa estavam cobertas de sangue, o sangue de meus pais. Na cozinha, estava um galão de gasolina e uma caixa de fósforos, responsáveis pelo incêndio. Continuamos andando, passando pelo banheiro, onde a porta estava aberta e pudemos ver "smile" escrito em sangue. A pia e o chão estavam banhados em vermelho. No quarto de meus pais, os lençóis também estavam manchados em um escarlate vivo. Mas a parte mais perturbadora da casa em que entramos fora meu quarto. A frase "vá dormir" brilhava, escrita com o meu próprio sangue, como Susan havia dito. Olhei dentro do armário e encontrei meu laptop, MP3 e celular, que incrivelmente não estavam cobertos com o mesmo fluído avermelhado. Lembrei da perturbadora face de Jeff observando meus movimentos com seus olhos repletos de loucura. Em sua mão, uma faca ensanguentada aproximava-se de mim enquanto ele dizia: "Vá dormir." Essa memória apenas eliminava meus resquícios de sanidade, então pedi à Susan para que me desse a mochila com os pertences. Fui até o banheiro, peguei uma das facas, encarei o espelho e disse: "Jeff... vejo você ferrado no inferno quando morrermos..."

Acabei a frase, conversei com Susan, a beijei e confessei: "Adeus, meu amor, mas eu quero vê-lo para vingar meus pais e por quase me matar... Eu a amo, mas não posso vê-la morrer depois..." Estava a ponto de a apunhalar, mas não o fiz, pois não me transformaria como Jeff. Roguei seu perdão e ela apenas disse: "Eu te amo, Liu, e sei que passar tão perto da morte pode lhe afetar... Vamos para casa." Ela me beijou e voltamos para sua casa.

Enquanto tomava banho, lembrei do tempo que passei com minha família, minha mãe, meu pai, minha infância com Jeff, as brincadeiras que fazíamos, a felicidade de se ter a família por perto... Comecei a chorar, mas o barulho da água caindo abafava o som... Isso era tudo que importava...

A primeira noite fora traumática para mim. Em meus pesadelos, conseguia ver Jeff antes do acidente, enquanto era brutalmente assassinado pelo novo Jeff. Ele virou-se para mim e perguntou: "Liu, por que você não foi dormir como eu pedi?" Acordei tremendo, e Susan veio correndo até meu quarto, perguntando: "O que aconteceu? Você está bem?"


"Foi apenas um pesadelo."


No outro dia, quando acordei, eu senti o cheiro de algo que há muito tempo não sentia: panquecas frescas. Fui até a sala de jantar e lá estava Susan, preparando o café da manhã, como minha mãe fazia. Sentei e comi. Quanto tempo se passara desde a última vez que eu comera panquecas feitas com amor? O sabor era tão bom. Pude sentir amor novamente, mas a felicidade não durou muito. Eu estava enlouquecendo, e a cada dia que passava, Susan me lembrava mais e mais de minha mãe. Peguei uma faca de cozinha e fui até seu quarto. Ela estava pronta para sair comigo... Tão bela... Não me senti preparado para matá-la, não sem saber o quanto a amava. Não sem me sentir amado pela última vez na vida... Eu a amo, mas estava me tornando louco, cada vez tornava-se mais difícil viver sem cravar uma faca em seu coração, Não poderia ter assim... Eu não a mataria... Mas não havia opção, eu acho.

Deixando o teatro fomos para casa. E eu disse: "Eu lhe amo muito Susan, mas existe algo dentro de mim que está... me matando... Então, eu só quero que saiba que eu te amo..." Depois dessa frase, um desgraçado saiu de uma viela e e levou sua bolsa, ferindo-a e fugindo. Eu queria matá-lo por ferir Susan, então o persegui com uma faca que eu tinha em minha jaqueta. O arrastei pela avenida onde havia roubado minha amada e, na frente dela, forcei-o a se desculpar, mas não era o suficiente. Eu queria matá-lo, por isso gritei: "Corra, Susan! Não quero que você veja isso! Eu te amo!" Ela correu o mais rápido que pode, então disse ao homem: "Não irei perdoá-lo por machucar Susan. Ela é boa... Tão pura... Machucar alguém é um crime muito sério, então irei tomar sua vida, e só assim você pagará por machucá-la."

Peguei a faca e comecei a apunhalá-lo repetidamente. Apenas observava o sofrimento em seus olhos, e eu continuei a esfaqueá-lo até a morte. Escondi o sangue em minha jaqueta, que por sorte não havia sido muito afetada, então seria fácil esconder o fato que eu havia matado um ladrão. Deixei a viela e fui encontrar Susan em um café, onde tiramos um expresso.

Ela estava bem, o gerente havia feito uma bandagem em seu machucado. Eu o agradeci e levei Susan para casa com cuidado. Levei-a para seu quarto e gentilmente deitei seu corpo na cama, dizendo: "Susan, eu gostaria que nada disso tivesse acontecido com você... Mas eu percebi uma coisa... Não irei deixar ninguém machucar você, começando hoje. Nunca ficará assustada, nunca ninguém vai machucá-la. Eu juro." A beijei e fui tomar banho, percebendo que não poderia a matá-la. Ela era tudo que eu tinha no mundo, a única pessoa que eu amei, mas eu havia gostado de matar o ladrão, então decidi que apenas mataria aqueles que machucassem os inocentes ou Susan.


Os dias passaram-se e eu matei mais pessoas, porém estava incomodado em ter calças cobertas de sangue. Então comprei calças calças de couro para evitar dores de cabeça. Troquei também minha jaqueta, tornando-a fácil de se limpar com gás branco e que eu havia comprado.


Assassinar tornou-se um hábito crescente e chato. Fazer isso com apenas simples facadas múltiplas tornou-se repetitivo, então comecei a usar métodos diversificados a cada vez. Alguns eram queimados vivos com gasolina, outros eram operados sem anestesia, havia também aqueles que eram mutilados e jogados aos cães, mas eu nunca matei um inocente. Matar criminosos não me faz um herói? Fazer eles sofrerem as mais terríveis mortes, todo dia usando o mais horríveis e contorcidos métodos, voltar para casa, limpar minha roupa do sangue e passar tempo com Susan, até o dia em que, eu a convidei para jantar, ganhando bem com o meu emprego no restaurante, eu preferi levá-la para um lugar bonito, a luz de velas. Eu disse: "Susan, estamos juntos por mais de um ano, e eu sei que você é o amor da minha vida. Não posso viver sem você... Quero lhe prometer uma coisa..." Fiquei de joelhos e retirei uma pequena caixinha, contendo uma linda aliança dentro. " Gostaria de casar comigo?" Ela estava animada, com lágrimas nos olhos, e disse: "Liu, eu quero me casar com você..." Deixamos o restaurante. Eu nunca havia me sentido tão feliz em toda a minha vida, mas um desgraçado veio com uma arma e atirou nela.

Eu estava cheio de raiva e ódio, mas não poderia deixá-la sangrando ali, sozinha, morrendo, então a levei para o hospital mais próximo, e os médicos me disseram: "Isso é delicado. Ela pode não acordar, portanto você deve esperar o pior." Voltei em busca do homem que atirara. Nunca esquecerei o rosto, as horas que passei andando pelas ruas até achá-lo. O espanquei e disse: "Você irá me dar sua vida bastardo, porque minha Susan está perto de morrer, e você irá pegar com sua vida." Ele morreu logo após eu terminar a frase.

Cheguei no hospital e o doutor disse que Susan estava acordada, e ele estava conversando com ela. "Liu? É você? Estou feliz que que você veio. Eu espero resistir assim como você tenta controlar o que aconteceu no passado. Eu te amo Liu, e não quero morrer, mas se isso ocorrer não quero que cometa suicídio. Eu o amo demais para que morra por mim, eu sei o que você fez, sei que matou criminosos, e mesmo que seus métodos não sejam nobres, essa é a sua missão, então não pare o que você está fazendo, Liu."

Passamos uma hora conversando, enquanto dizíamos tudo que deveria ser dito. Eu não quero perdê-la. Não quero perder a única pessoa que eu amo nesse mundo. O médico entrou e disse: "Precisamos operar a Srta. Woods." Ela foi levada para a sala de cirurgia. Esperei três horas que pareceram eternas, querendo arrancar meus olhos e desaparecer, mas a esperança de Susan sobreviver me fez continuar esperando. Quando a operação acabou, o doutor responsável veio e disse: "A cirurgia foi um sucesso. Ela está estável e irá se recuperar em duas semanas e depois poderá deixar o hospital." Aquelas palavras me tocaram muito, e eu pude me sentir calmo sabendo que Susan ficaria bem.

Passei o dia todo em seu quarto, esperando que ela acordasse. Quando isso finalmente aconteceu, ela perguntou: "Quem é você e onde estão minha mãe e o meu pai?" Susan havia esquecido de mim, mas ela se lembraria de mim. Então a levei para o hospital onde nos conhecemos. "Você é o Liu? Você mudou..." Ela começou a se lembrar, então fomos para todos os lugares significantes, um por semana, desde minha casa até o restaurante onde eu a pedi em casamento. Ela me contou: "Obrigada Liu, eu me lembro de tudo... obrigada por sempre estar comigo até eu recuperar minha memória." Eu respondi: "Você fez o mesmo por mim, eu me importo muito com você, Susan..." Nos beijamos, mas ela entrou em estado de convulsão. Me assustei e retornamos para o hospital, eu não poderia continuar, mas a amava...

Eu não deixei o hospital. Permaneceria lá, esperando, até receber notícias dos médicos. Mas tudo o que ele disse foi: "Eu sinto muito senhor, mas sua namorada faleceu." A frase me encheu de de tristeza e ódio. Segurei ele pelo pescoço e o quebrei. Não havia mais razões para voltar atrás. Eu comecei a matar todos dentro do hospital, homens, mulheres, crianças e doentes. Matei a todos, eu não poderia deixá-los viver se minha Susan também não pudesse... Ela não deveria ter morrido daquela maneira, eu não deveria ter deixado aquilo acontecer... Mas era inevitável. Minhas roupas e mãos cobertas de sangue dos inocentes... Meus olhos mudaram, então, eu decidi fazer algo. Peguei uma faca e comecei a cortar um coração em minha bochecha com as iniciais de Susan e a data de sua morte, nosso aniversário e o encontro onde nos conhecemos. Depois, com agulha e linha, costurei as extremidades de meus lábios em um sorriso, para que ninguém possa ver o quanto sofro por dentro. Quanto terminei, fui para casa, peguei minhas roupas de couro e os itens de assassinato para nunca mais voltar. Agora, eu vivo para matar aqueles que são felizes, porque se Susan não estiver viva, ninguém mais merece ser feliz. Então, quando você me ver, corra, e não demonstre sua felicidade, por você irá morrer de uma forma bruta e distorcida, e seu corpo não poderá ser distinguido de como você era antes de me encontrar, o assassino Liu, irmão e sobrevivente de Jeff The Killer.

Leia também:

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Rouge: a origem da proxy do slenderman - Seth Horror

Fala pessoal, essa é uma creepy enviada por um fã no e-mail do blog, se vocês gostarem eu posso estar trazendo outras, lembrando que agora vocês também podem enviar no nosso Instagram, espero que gostem!

   O homem adentra mais a fundo a densa floresta gritando em desespero o nome de sua namorada, eles haviam entrado juntos na floresta para fazer um piquenique mas depois de ter saído para fazer xixi a garota havia sumido, isso tinha sido as 15:50 da tarde e agora já eram 16:30 e o sol começava a dar seus primeiros sinais de mudança, era outono e o sol refletia as incontáveis folhas caídas no chão, enquanto o homem continuava gritando o nome da sua amada, ele sabia que havia algo errado, que algo muito ruim havia acontecido, quando havia ouvido os gritos de pavor de sua namorada, e viu varias marcas de mãos ensanguentadas nas arvores além de um nostálgico símbolo feito com alguma ferramenta cortante, o homem continua andando e a floresta começa a parecer mais assustadora quando ele tropeça em um cadáver de um grande cervo e quando olha em volta há outras dezenas de animais mortos além de roupas rasgadas penduradas nos galhos das arvores. Ate que finalmente vê sua namorada, a felicidade que durou alguns segundos logo se transforma em preocupação quando ele vê que ela esta totalmente ensanguentada e correndo quase exausta, ele grita o seu nome e ambos correm um para o outro. Ele a abraça fortemente e tocando suas costas sente enormes marcas que haviam cortado a roupa e feito profundos cortes.

Homem: Oque ouve ?! algum animal fez isso com você ?!

Mulher: foi ela... ela voltou... essa floresta, ela esta aqui !

Ambos ouvem sons de folhas sendo pisadas e então se viram na direção de origem do barulho, e eles avistam uma figura horrenda, é uma garota , ela usa uma mascara aterradora banhada em sangue e com enormes dentes desenhados ela usa um casaco esfarrapado e calças meio rasgadas além de botas pretas pesadas, e esta com as roupas totalmente banhadas em sangue, neste momento ambos estão paralisados ate que o homem vê que nas luvas que a garota esta utilizando há garras enormes de aço, pingando sangue, então uma memoria vem a sua cabeça e ele começa suar frio enquanto as lembranças retornam...

Sara não era uma garota comum, sua vida e sua criação estavam longe da de ser de uma criança normal, quando sua mãe logo após o casamento experimentou muita dor e sofrimento como ela mesma experimentara por toda sua vida, o pai dela Josh era um sádico que constantemente espancava sua mãe Ana, mesmo quando Ana estava gravida ele batia nela e ate chegara a apagar cigarros na barriga de Ana e ate a dar socos, sua forma de tortura preferida era colocar uma coleira de cachorro no pescoço de Ana e trancar ela no porão junto dos cães casa, que viviam em péssimas condições sem agua ou comida regularmente.

Quando Ana decidira fugir de casa com sua filha na barriga Josh a impediu e quando ia espancá-la na rua, a bolsa de Ana estourara, e Josh a levara para o hospital, quando sara finalmente nascera foi colocada nos braços da mãe , foi a conta certa de Ana olhar a filha, uma garotinha linda, e alguns segundos depois de abraçar a filha morrer por complicações no parto. A bebê ficara sob observação no hospital durante alguns dias e logo após foi levada para a casa por Josh, que por fora demonstrava imensa compaixão pelas pessoas mas por dentro sentia um ódio enorme da garota. Ele cuidara muito mal de sara, ate que quando sara completou 3 anos, Josh conhecera uma mulher chamada Sandra , um monstro exatamente como Josh, eles abusam e cuidam muito mal da menina e por conta do ódio que sentira por sara por ela ainda não saber falar, Sandra colocara a coleira nela e depois a trancou no porão junto dos cães.

Sandra: Ja que não sabe falar, vamos ver se aprende a latir haha

Os anos se passam e a garota continua a ser tratada como os cães da casa, comendo os mesmos restos e recebendo os mesmos maus tratos, nos invernos e noites frias que se passaram sara só sobrevivera pois se juntava junto dos cães em um canto do cômodo, cada ano que se passava sara estava mais se comportando como um cão, ela ate começara a latir e rosnar para Josh e Sandra quando algum deles descia para o porão. Quando ela chegara aos 12 anos seu corpo já estava mudando e seus algozes perceberam isso e resolveram tirar proveito, um casal amigo deles Paula e Ricardo pagava para abusar de sara. Os abusos continuaram ate quando a garota completou 13 anos, ela presenciou algo assustador, no meio da noite ela viu um homem diferente aparecer no porão, este homem não era normal, ele era enorme, tão algo que tinha que se encurvar para poder ficar em pé no porão, usava um terno preto e não tinha rosto, sara e os cães começaram a latir e ficaram apavorados com a presença repentina do do homem. Sandra e Josh descem furiosos com o barulho dos cães e o homem desaparece, e eles espancam os cães e sara logo após sobem novamente para ir dormir, enquanto sara muito machucada desmaia . Quando acorda esta em um lugar totalmente branco, ela olha em volta assustada e então vê novamente a figura do homem esguio, ela se assusta mas logo após sente uma calma e um conforto enorme com a presença dele, e então ela adormece.

Alguns meses se passam e frequentemente o homem esguio aparece no porão, sara não tem mais medo e mesmo com todos os abusos exteriores ela sabe que pode confiar nele. Ate que em uma noite, ela é teletransportada novamente para a outra dimensão e Slenderman toca a testa de sara, nesse momento ela se lembra de sua memoria mais antiga, ela se lembra de estar no colo de sua mãe e dela a abraçando e sorrindo, nesse momento lagrimas descem de seus olhos e ela as enxuga com suas mãos, ficando na primeira posição humana depois de anos, então ela reaparece no porão e é invadida por uma fúria enorme, uma fúria humana e animalesca que permanecera adormecida dentro de si so aumentando a cada abuso, então ela solta um alto e doloroso uivo, que é acompanhado pelos cães , Sara tenta se por em posição bípede e com muita dificuldade e quase caindo ela finalmente consegue e logo após solta outro alto uivo. Sandra que estava sozinha em casa pois Josh havia saído para fazer compras ouve os uivos e pega um bastão e desce as escadas do porão reclamando e xingando.

Sandra: Menina idiota, vira latas estupi...

Ela para de falar subitamente quando da de cara com sara que esta de pé.

Sandra: você esta... de pé...

Enquanto sara com um olhar de puro ódio começa a fitar Sandra, e nesse momento Sandra e invadida pelo medo e começa a recuar subindo lentamente as escadas de costa, e logo após se vira e começa a correr mas acaba tropeçando em um degrau, Sara começa a rosnar para Sandra e logo após com uma agilidade animalesca salta sobre o cercado que delimitava onde os cães ficavam, e sobe as escadas de quatro mordendo as costas de Sandra e a sacudindo, Sandra se vira dando uma cotovelada em sara que recua mas logo após morde seu braço arrancando um enorme naco de carne e morde novamente tentando chegar ao pescoço de Sandra.

Sandra: Me solta desgraçada !

Sandra diz pegando o bastão e batendo em sara que cambaleia para traz devido ao golpe, Sandra se levanta e avança novamente mas sara salta para traz e recua sendo encurralada aos poucos por Sandra na parede, Sara esta com medo e com a cabeça sangrando devido ao golpe de Sandra.

Sandra: Morre desgraçada !

Quando Sandra vai acertar novamente sara, sara por um segundo a mais desvia então quando ela olha para sua mão, ela vê que tem duas luvas com garras de metal enormes, ela avança sobre o braço de Sandra cortando a mão com um, único golpe e muito sangue esguicha da ferida enquanto Sandra grita desesperada e cai no chão, sara salta sobre ela e com suas garras começa a desferir enormes cortes no peito e no rosto de Sandra enquanto ela grita, logo ap[os mordendo sua traqueia e arrancando um pedaço fazendo Sandra morrer engasgada com o próprio sangue enquanto ela continua dilacerando com fúria o corpo de Sandra. Do porão ouvisse a porta da frente da casa de abrindo .

Josh: Sandra ! vem me ajudar com as compras

Sara se levanta e abre a porta do canil libertando os cães que começam a sair alegres, ate que quando sobem as escadas e veem Josh eles começam a rosnar para ele, e Josh começa a chuta-los e bater neles com um pedaço de madeira.

Então Josh ouve passos de alguém subindo as escadas.

Josh: Sandra, por que você soltou a merda dos cachor...

Ele para quando vê, é sara de pé totalmente ensanguentada.

Josh: sara... como você esta de... oque diabos você fez com a Sandra ? Em responde vadia !

Sara corre em direção a Josh que a acerta na cabeça com o pedaço de madeira , logo após a certando novamente mas Sara se levanta e faz um corte profundo no peito de Josh, mas ele furioso acerta outra vez a garota a fazendo bater na parede e cair no chão logo após lê dando um chute no estomago, ate que um dos cães avança em Josh mordendo sua perna e logo após alguns outros que começam a morder Josh, ate que Josh lutando puxa uma pistola de sua cintura e começa a atirar nos cães, depois se levantando e puxando o gatilho novamente mas as balas haviam acabado e os outros cães começaram a se aproximar rosnando para Josh que sem escolha recua e sai da casa logo após batendo a porta, e depois sai em direção ao seu galpão pegar sua espingarda. Sara esta caída olhando para o canto a figura alta de Slenderman no canto do cómodo, ate que em um piscar de olhos ela esta bem novamente como se as dores tivessem parado, ela se levanta e quando se vê no espelho ela esta vestida com um moletom vermelho, uma calça jeans e botas pretas e na mesa ao lado ela vê uma mascara, como que sabendo oque fazer ela põe a mascara. Josh pega a espingarda e quando esta se aproximando da casa ele ouve a porta sendo aberta e vê a matilha de cães sair furiosos rosnando, e eles o atacam novamente mas Josh atira em suas direções e eles recuam.

Josh: pode vir vira lata nojento !

Sara sai da casa e anda em direção a Josh ainda com dificuldade em andar de forma bípede, e Josh aponto a arma em direção de sara.

Josh: Onde você arranjou essas roupas droga ! e como esta andando assim ! você é so uma aberração, vou te mandar direto pro inferno pra você se encontrar com a vadia da sua mãe !

Quando Josh vai atirar sua cabeça se enche de estática e ele larga a arma e tampa os ouvidos com as mãos, enquanto sara se aproxima e começa a golpear Josh que cambaleia para traz, logo após corre para a floresta , onde é perseguido e caçado por Sara e pelos cães, ate que sara correndo de quatro joga Josh no chão e começa a corta-lo novamente enquanto ele grita .

Josh: Pare ! pare por favor sara ! filha !

E então sara finalmente balbucia e diz suas primeiras palavras enquanto estripa Josh.

Sara: Me.. meu nome é Ro.. Rouge !

No dia seguinte Ricardo e Paula estão chegando a casa de Josh e Sandra para abusar de sara, mas veem que a casa esta cercada por fitas amarelas de investigação e há muitos policiais em volta, e quando vão entrar são parador por um deles .

Policial: Não podem passar senhores.

Ricardo: oque ouve ?

Policial: é a cena de um crime o casal que morava aqui foi assassinado.

Paula: mas oque ?! como ?

Policial: parece que foi usada algum tipo de lamina muito afiada além de que foram encontrados varias mordidas de cães e algumas humanas nos corpos das vitimas.

Quando eles olham para a casa veem varias marcas de garras e e um grande símbolo desenhado com sangue na porta, um circulo com um x no meio.

Ricardo e Paula saem da cena do crime e vivem suas vidas normais depois disso ainda pagando para abusar de crianças, e vários processos são abertos contra eles mas nenhum consegue ser provado se é verdadeiro por falta de evidencias.

Ate que alguns anos depois eles vão fazer um piquenique em uma floresta, que já tinha péssimas fama de desaparecimentos, Paula sai para fazer xixi e então Ricardo ouve o grito da namorada, ele vai ate lá mas não a encontra e fica preocupado e vê nas arvores marcas de sangue de garras e o símbolo. Ate que ele encontra Paula que esta toda ensanguentada.

Paula: foi ela... ela voltou... essa floresta, ela esta aqui !

Rouge então aparece os observando com todo o ódio novamente mas agora com um desejo de crueldade muito maior. Eles começam a recuar devagar mas Rouge se abaixa e começa a rosnar como um cão para eles e logo após avança com fúria sobre Paula, aprofundado suas garras no estomago dela logo após puxando ate em cima rasgando tudo e fazendo muito sangue descer e esguichar, Ricardo fica paralisado e Rouge salta sobre ele o jogando no chão e começa a golpeá-lo e estripá-lo enquanto ele grita, e enquanto os rosnados de Rouge se misturam com suas gargalhadas sádicas...

Autor: Seth Horror

leia também:

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Jeff the killer vs homicidau liu: o reencontro natal sangrento - Seth Horror

Então pessoal tranquilo ? a gente anda meio off ( meio? completamente !) entretanto esse mês recebemos umas fãns creepy e decidimos voltar a ativa nem que seja apenas para postar essas creepys escritas por vocês, pois se você se deu o trabalho de escrever e nos enviar o minimo que podemos fazer é postar !
Obrigado a todos os Viwers, agora fiquem com a creepy:



Era dia 25 de dezembro as 23:00 da noite, e um inverno rigoroso assolava a região, Jeff havia invadido um comercio e roubado um peru de natal alem de varias outras comidas e bebidas para sua solitária ceia natalina, ele caminha ate o enorme cemitério e as memoria de sua família começam a retornar a sua cabeça enquanto ele anda pelas lapides , memorias de natais passados alguns felizes outros nem tanto. Ele continua andando ate que vê ao longe um homem sentado em cima da lapide de seu irmão, o homem tem um longo cabelo loiro que esconde seu rosto e jeff  fica furioso pelo lugar onde o estranho resolveu se sentar. Ele coloca as sacolas em cima do tumulo de sua mãe e com a faca em mãos começa a se aproximar do estranho.

Jeff:Levanta dae seu maldito bastardo !

O estranho se vira para jeff, oque o faz ficar paralisado pela face familiar, é seu irmão liu.

Jeff: Li.. liu ?

Liu se levanta e começa a andar ate jeff que abre seus braços pronto para receber um abraço, mas liu quando esta próximo esfaqueia jeff no estomago o fazendo cuspir sangue .

Jeff: Liu.. é você mesmo ? ah.. por que fez isso ?

Liu: Estou retribuindo o favor... vou te fazer dormir, como você tanto repete !

Liu puxa a faca e tenta esfaquear jeff novamente mas ele da um passo paara traz.

jeff:Liu me desculpe... pelo que fiz com você e com o pai e a mãe...

Liu se aproxima dando um direto na cara de jeff , logo apos desferindo varios outros socos, jeff continua em pé mas indo para traz a cada soco.

Jeff: eu venho aqui quase todos os dias liu... eu senti muito sua falta...

Liu para com os socos e diz.

Liu: Eu sei... eu também venho ! eu te vejo bebado chorando e falando com essas lapides...

jeff: Eu sinto falta de vocês...

Liu: Eles não vão voltar droga !

Liu diz esfaqueando o peito de jeff que cai de joelhos e logo apos da um soco no queixo de jeff que o faz cair de costas no chão, liu enquanto chuta a barriga de jeff diz.

Liu: Eles nunca vão voltar ! por sua causa, seu desgraçado maldito...

Liu diz com lagrimas nos olhos .

Liu: me ataque logo droga ! vamos jeff revide !

jeff: não liu... não quero te perder de novo

Jeff diz também com lagrimas nos olhos

Liu pega jeff pelo colarinho e com os olhos e as palavras repletas de ódio começa a falar.

Liu: revide ! não esperei tanto tempo para matar um peso morto, vamos jeff lute comigo !

Com essa ultima frase, jeff tem um flashback de randy e da um soco no rosto de liu fazendo sangue sair pelo seu nariz.

Jeff: A culpa foi sua...

Jeff diz se levantando e começando a brigar com liu, ambos começam a trocar socos e facadas, ate que jeff empurra liu o fazendo bater de costas em uma lapide .

Jeff: se você não tivesse se entregado no meu lugar... Eu nunca teria virado um monstro ! pelo menos não desse jeito...

Liu: você é louco !

Liu diz se levantando e partindo para cima de jeff e ambos se esfaqueiam de novo, liu da uma cabeçada em jeff e depois solta um direto no meio do rosto deformado de jeff.

Jeff: Eu não teria matado nosso país... Nem teria queimado !

Jeff diz retrucando o soco e esfaqueando liu logo apos o fazendo cair no chão com uma rasteira.

Liu: você pensa que o mundo gira ao seu redor não é !

Liu também derruba jeff e se sobrepõe sobre ele tentando esfaquear a cara de jeff.

Liu: eu me tornei isto por sua causa !

jeff da varios socos no estomago de liu o tirando de cima de si.

jeff:A culpa é sua !

liu:A culpa é sua !

Ambos dizem ao mesmo tempo se levantando e e brigando violentamente novamente, enquanto uma forte nevasca começa a cair sobre o cemitério, enquanto eles continuam a feroz batalha.

Jeff: sabe de uma coisa liu, nossos pais e você... todos vocês dessa sociedade estupida ! são todos hipócritas repulsivos ! vou estraçalhar todos vocês !

Ele diz enquanto esfaqueia liu incontáveis vezes.

Liu: cale a boca seu maldito ! morra de uma vez

Liu diz dando um soco no queixo de jeff o fazendo perder o equilíbrio e cair, e com sua faca ele começa a esfaquear o peito de jeff.

Liu: foi assim que você fez comigo !

Jeff ja muito cansado começa a receber as facas de liu e sucumbir.

Jeff: ah... droga...

Ate que jeff tem outro flashback dessa vez ele vê um trono negro, com uma criatura humanoide parecida com um dragão sentando nele, a criatura tem 7 bocas e começa a falar com 6 das bocas.

Zalgo:Jeff é imortal, jeff não pode morrer...

As vozes vem na cabeça de jeff e ele tira seu irmão de cima de si, e começa a esfaquealo, dando muito mais dificuldade a liu que também começa a sucumbir , mas ambos quase exaustos continuam a trocar socos e a se esfaquear. Ate que duas figuras luminosas aparecem diante deles.

Jeff: Mãe... pai...

liu:mãe... pai...

Os espíritos de seus pais aparecem e os irmãos sentem uma calma imensa ao os verem, suas feridas adquiridas durante a briga se curam e sobrenaturalmente a nevasca acima deles para.

Margaret: Onde esta a ceia que você trouxe filho ?

jeff: esta ali... no seu tumulo mãe.

jeff pega a comida e ela agora esta quentinha e fresca, liu faz uma fogueira e a familha tem sua ultima ceia natalina juntos.... Quando liu e jeff acordam no dia seguinte estão cobertos e deitados em cima das lapides de seus pais, ambos se abraçam por um longo tempo, e depois decidem encontrar alguma cabana ou algum outro lugar para se esconderem. Eles encontram uma cabana casa perto da floresta, olham pela janela e veem uma família feliz em volta da arvore e um radio tocando "jingle bell rock" e um sorriso psicótico se forma no rosto de ambos. Liu fica na porta da frente da duas batidas enquanto jeff escala o telhado, Quando o homem abre a porta, liu o esfaqueia no estomago, jeff desce a chaminé e quando se levanta diz .

Jeff:feliz natal !

esfaqueando uma mulher, os parentes do casal ficam paralisados , enquanto jeff e liu cantando a musica natalina se aproximam deles com suas facas em mãos...

Escrito por Seth Horror 07/12/2017



Leia também:

A origem do Homen Roxo - SethHorror


Image result for homem roxoVincent nascera com uma doença, uma rara forma de daltonismo que em vez de mudar certas cores na concepção de visão da pessoa, ela restringia todas as cores da patela visual exceto uma, o roxo. Seus pais nunca se importaram muito com isso, e nunca se preocuparam em procurar algum tipo de cura ou tratamento, sua mãe era muito rígida e religiosa e quando ele aprontava ou a desobedecia tinha de sofrer com as cruéis formas de punição de sua mãe, já seu pai era um alcoólatra inveterado que sempre batia nele e em sua mãe quando chegava bêbado a noite. Mas oque seus pais não sabiam era que seu daltonismo não era sua unica doença, ele tinha outro distúrbio, mas esse não era físico e sim psicológico...

Em uma noite fria, seu pai chegara mais bêbado do que de costume e novamente começou a espancar sua mãe enquanto vincent se escondera atras do sofá, ele casualmente e com muito medo olhara as vezes, mas dessa vez seu pai exagerara e pegara um taco de baseball e acertou na cabeça de sua mãe, ela caiu e ele continuou batendo e batendo, e pela primeira vez Vincent vira outra cor alem do roxo... o vermelho. 

Seu pai quando se deu conta do que havia feito pegara a arma no andar de cima e deu um tiro em sua própria cabeça, a vizinhança ao ouvir o tiro havia chamado a policia, o pequeno vincent foi mandado a um orfanato e frequentemente ia a escola. Ele havia sido adotado e devolvido muitas e muitas vezes, os casais que o adotaram não deixavam claro por que devolviam o menino, sempre no bairro crianças desapareciam e animais também. 

O tempo se passa e Vincent acaba se esquecendo da cor vermelha e do sentimento que ele sentira quando a via, agora com 18 anos arranjara um emprego de guarda noturno em um restaurante, e conseguira alugar um apartamento alem de continuar frequentando a escola. 

Ele não tinha um bom convívio com as pessoas mas quando vira Renata pela primeira vez ele sentira amor, uma vez um garoto jogara Renata no chão e Vincent a ajudara a levantar e eles se apaixonaram depois de um tempo. Vários anos se passam calmos e o casal tivera 2 filhos e adotaram mais 2 um de 15 anos, 2 gêmeos de 7 anos e a mais nova de 3 anos. Vincent continuara trabalhando de guarda no restaurante mas agora só de dia, alem de as vezes se vestir com a roupa do springtrap e servir pizza aos clientes, por conta disso seus filhos tinham vários brinquedos e objetos do restaurante e sempre estavam perambulando por lá. 

O filho mais velho sempre ficava assustando um dos gêmeos que tinha medo dos animatronics, o menino tinha muitos pesadelos a noite mas seu irmão continuava o amedrontando ate que em certo dia o mais velho poe a cabeça do garotinho na boca de um animatronic, e a boca se fecha... Vincent quando vê todo aquele sangue a cor vermelha retorna a sua mente, mas ele consegue conter o sentimento e leva o filho as pressas ao hospital, o menino tem o lobo frontal destruído e acaba morrendo depois de alguns dias em coma. 

Vincent e Renata ficam muito abalados com isso, e Vincent começa a beber, em uma noite ele sai para fazer compras e depois de uma discussão com um homem, Vincent com ódio acaba matando o assassinando , depois de Vincent ver o sangue do homem, Vincent deixa o sentimento pela cor vermelha fluir novamente, quando esta voltando para casa ele passa na frente do restaurante onde trabalha o five nights at freddy's, e vê um garotinho triste sentado na calçada da rua, o sentimento retorna e sem conseguir se controlar ele sai do carro e esfaqueia o garoto o matando, logo apos voltando ao carro e indo para casa, sem nenhuma culpa ate recuperar sua sanidade, nesse momento o a culpa veio com tudo. 

Os dias se passam e Vincent em seus momentos de insanidade acabava matando pessoas, em uma tarde acabou matando algumas crianças em um comodo do restaurante, logo apos apagando as imagens das câmeras de segurança, em outro fatidico dia Vincent acabou matando sua própria filha no restaurante. A culpa por tanta carnificina estava acabando com ele e Vincent começava a beber mais e mais para tentar esquecer da culpa. A oficina de onde os animatronics eram criados era do lado de sua casa e ele ajudava na construção e reparação deles, sua filha mais nova adorava brincar la e gostava especialmente da baby, mas Vincent sabia do segredo desses novos animatronics e não deixava ela se aproximar, mas um dia por descuido a animatronic acabou matando sua filha mais nova. 

Nesse momento vincent e renata estavam muito mal mesmo, sua família estava quase acabada e a tristeza reinava, mas o amor que eles sentiam era oque segurava os dois vivos. Vincent uma vez descobrira que o espirito de sua filha estava preso dentro do corpo da animatronic baby, quando ele descobriu isso, Vincent e Renata foram ate os confins da fabrica libertar a filha mas foram atacados pelos animatronics que estavam sendo comandados por Ennard. Com dificuldade eles conseguem fugir da fabrica mas renata sai gravemente ferida e fica no hospital.

A insanidade de vincent começa a estalar de novo, e vincent sem escolha manda seu filho ir ate a oficina sister location salvar a irma enquanto ele ia ate o five nights at freddy's destruir os animatronics e libertar sua outra filha. Vincent pega seu machado, o mesmo com oque ele havia matado muitas pessoas e vai ate la, ele abre a porta com sua chave e começa e destroçar os animatronics, um a um com seu machado alem de matar o guarda noturno na sala de comando, quando ele termina a retaliação ele vê os fantasmas das criança que começam a persegui-lo, Vincent então corre até uma sala escondida e veste a velha fantasia de springtrap, e logo apos começa a rir psicoticamente dos fantasmas das crianças que não podiam fazer nada com ele agora, até que enquanto ele ri as molas da velha fantasia se soltam e esmigalham seu corpo, muito sangue sai enquanto ele grita de dor, e acaba morrendo e sua alma sendo aprisionada na fantasia. Depois de tantos assassinatos a pizzaria é fechada, e mesmo aprisionado dentro do traje do springtrap, ele manda uma ultima carta a Renata... 30 anos se passam e um guarda noturno é contratado para passar a noite no já destruído restaurante...


SethHorror 02/12/2017

E então pessoal? o que acharam? estamos testando algumas fontes (formato do texto, tamanho etc) novas pra melhoras a leitura de vocês e gostaríamos de ouvir sua opinião, a outra que estamos utilizando, é esta, você pode conferi-la melhor em nossa postagem Jeff The killer VS Homicidau Liu  , opinem, e nos digam qual vocês preferem, até a próxima postagem galera O/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Nina the Killer vs Jana The Killer - Creepypasta

Creepysterror


Creepysterror apresenta: Ato 1: Nina e Jeff

Nina estava procurando por Jeff novamente, o único que mudou sua vida de verdade.
Ele apareceu para ela uma unica vez, mas depois desapareceu nas sombras como ele sempre faz.

Nina abre seu guarda-chuva sobre a cabeça, Senta-se no balanço com a cabeça cabisbaixa, e espera.

Houve um respingo de esperança na espera pelo seu amado.

-"Jeff!?". Ela disse.

Ele levantou a cabeça com um olhar de obsessão, mas não havia ninguém, apenas um cão que virou suas costas e saiu.

Ela retirou sua faca, e lentamente aproximou-se  do animal olhando louca. Ela levantou sua faca no ar.

-"Olá cara!". Ela disse prestes a apunhalar o cão pelas costas.

O cão virou a cabeça para ela, este não era um cão comum vulgar, este cão tinha um sorriso gigantesco em sua face, com todos os seus dentes a mostra, e olhos vermelhos.

Nina saltou jogando sua faca para cima, , que cai em suas costas em uma poça de água.

-"Pra você não preciso disso". Ela sussurrou. 

Nina estendeu a mão até o cão que estava a sua frente, e disse:

-"Hmm, o seu sorriso é muito bonito!".

O cão com a boca monstruosa lambeu o rosto de Nina.

Uma voz família ecoou chamando.

-"Smile! Onde está você meu garoto? quero você vivo!" Ele chamou.

Nina viu o rosto familiar da pessoa que estava chamando, o cão correu até o homem com o sorriso semelhante ao seu, que estava a chama-lo.

-"Ai esta você garoto!". Ele disse.

-"Oh, isso explica, é seu cão." Nina sussurrou baixinho.

-"Você vive fugindo de mim! Smile", disse o homem com sorriso familiar.

-"Oh Jeff!, Onde você esteve seu maldito?, Por que você me deixou? Você me fez isso, meu amor", Nina disse com seu sorriso no rosto.
  
-"Ugh..." Jeff diz confuso.

-"O que está errado meu amor?" Ela pergunta.

-"Hum, quem é você?. Jeff pergunta.

As Sobrancelhas de Nina levantam, e escondem seu sorriso, torna-se uma face de decepção. Lágrimas se formaram em seus olho.

-"Você não se lembra de mim?!. Como você pôde esquecer do meu amor? Do que fez comigo?!." Ela estremeceu.

Jeff estreitou os sobrancelhas.

-"Eu não te conheço", Ele gemeu.

-"Como você esqueceu de mim!!, 4 anos atrás, você me ajudou! Tornei-me isso! por sua causa, eu deixei você fazer isso comigo!, Nos demos bem!. Por que você me deixou?. Imaginei que tivesse sido capturado, morto, e arrastado para uma cova rasa, mas você apenas me abandou, não foi?" Perguntou Nina.

Ele riu um pouco, e então calmamente respondeu:

-"Oh, eu me lembro de você agora! Heh, eu só queria ficar com alguém por um breve momento naquela dia." Ele explicou.

-"Estive te esperando por 3 malditos anos, e você só me usou! Usou o meu amor!" Ela gritou.

Jeff observa Nina atentamente, e então diz:

-"Ei, se você quiser ser minha parceira, vejo um olhas diferente em você, mas a explicação para o meu interesse esta em seu sorriso, e só nele, podemos ser parceiros se você quiser", Jeff diz de vagar, e calmamente.

Ela então lhe deu um sorriso estreito, e um olhas direto.

-"Isso soa estranho vindo de você." Ela responde.

-"Eu sei disso." Ele riu em resposta.

-"Tudo bem, eu aceito sua oferta, mas não podemos ser sempre vistos juntos, ou então estaremos sob suspeita" Nina responde como condição.

-"Oh, não se preocupe, eu vou corta seus corações para fora!" Ele riu.

Sorriso latiu.

Nina e Jeff estavam fora em uma viagem juntos para matar


Ato 2: O Primeiro Encontro


Creepysterror, Nina vs Jane the killer

Nina e Jeff estavam começando a matar inocentes, e nunca eram capturados, foi a perfeição! Nina e jeff atacavam ao mesmo tempo em lugares individuais, e as vezes no mesmo lugar, em albergues ou Motéis, com isto era muito difícil captura-los.

Até que um dia, ela veio...

Jeff e Nina estavam terminando uma matança em um motél, eles gostaram do que fizeram, olhar no rosto das pessoas que eles mataram,

Nina em um dos seus mementos de febre sanguinária, com o calor do momento, olha para Jef e diz:

-"Oh Jeff! Você é meu amor" Nina diz olhando em seus olhos.

Jeff empurrou um corpo morto para fora da cama, e empurra Nina para a cama.

Ele se deita em cima dela, e Nina com sua doença por Jeff se inclina para beijá-lo.

De repente, Jeff foi puxado da cama com muita força.

Nina assutada, olhou para ver o que havia ocorrido, quando de repente se percebe de frente com uma mulher de olhos negros e cabelo preto, com uma arma apontada para sí.

A mulher da um tiro em Nina no estomago, fazendo-a voar contra a parede.

Nina tenta levantar-se sozinha, mas a dor é quase insuportável.

A mulher rende Jeff, e o arrasta para fora do local.

-"JEFF" Ela gritou.

Não muito tempo depois, Nina desmaia no chão, sangrando muito.

Visão embaçada, 15 horas depois Nina acorda, a mulher e Jeff tinham desaparecido.

No espelho do banheiro ao seu lado, Nina vê escrito no espelho com sangue: "Não vá dormir. Jane the killer"

Nina tira a bala da sua ferida com sua faca e uma tesoura, e então enrola um pano em sua cintura pra estancar o sangramento, enfurecida com o ocorrido, Nina quebra o espelho com um soco forte.

-"foda-se!!" Ela gritou de caindo de joelhos com sua mão sangrando.

Ela se arrastou até a banheira, e ligou a água respirando com dificuldade.

Quando a banheira estava cheia de água, Nina tirou a atadura da ferida, e jogou água dentro, a dor foi insuportável novamente, ela conteve os gritos de dor. Ela relaxou achando que a água poderia curar as suas feridas. Nina estava banhada em sangue.

Ela ofega dizendo o nome de Jeff: -"Onde esta você?".

Ela se arremessa para fora da banheira, rastejando, e abre as portas do armário olhando para qualquer coisa que possa servir como curativo, ela encontra alguns curativos, se envolve com eles e suas feridas, coloca sua camisa, ela estava sobre a pia com uma pesada respiração. Ela tossiu sangue.

Ela acaricia seu cabelo devagar e firme.

Nina finalmente estava pronta para matar.

-"Quem quer que você seja Jane, você esta morta!". Ela disse puxando a faca, e olhando para seu reflexo nela, Nina tinha descoberto um sentimento tão grande quando seu sentimento de obsessão por Jeff the killer, o sentimento de vingança.

Jane the killer vs Nina the Killer


 Ato 3: A Batalha Final

Jeff acorda, vendo que foi amarrado em uma cadeira, sem saber como ficou inconsciente. Ele olha para cima, e vê um rosto familiar.

-"A cadela voltou! Pensei que você fosse um caso perdido, mas a cadela voltou!" Ele repetiu como uma canção.

-"foi um bom tempo Jeff. Pensei que estivesse morto. Você já foi mais cuidadoso!" Ela ri como uma voz suave.

-"Você não poderia ficar tão distante pra sempre não é?" Ele diz ironicamente.

Jane esta lá, finalmente, ela coloca uma estaca de madeira entre os olhos de Jeff, e levanta um martelo.

O fim.

-"Quais suas últimas palavras seus psicopata?." Ela perguntou sorrindo.

A porta de repente se abre bruscamente.

-"Eu tenho umas, CADELA!." Nina gritou jogando a faca no ombro de Jane, que deixa cair o martelo e a estaca gritando de dor.

"VOCÊ DE NOVO? AINDA ESTA VIVA!." Grita Jane arrancando a faca de seu ombro, e jogando-a no chão.

Aquele local, parecia que Jane havia preparado-o a anos. Jane pega uma serra elétrica que estava na parede, e a liga.

Nina deu um passo para trás com nenhuma arma em mãos.

-"NINA, MINHA FACA!" Jeff grita.

Nina agarrou a faca de Jeff no seu bolso de trás, jogando-se para o lado desviando da motosserra pesada, Jane se recompõem rapidamente, e então resmunga:

-"MERDA, VC NÃO FACILITA AS COISAS PARA MIM!".

Jane vai até Nina que esta no cão machucada, pisa em seu peito, aponta a motosserra e então corta seu braço direito.

Nina grita de dor e desespero. Ela em um ato de desespero extremo esfaqueia o motor da motosserra, deixando-a incapacitada de funcionar.

Jane soca sua cara fazendo-a ir ao chão novamente.

Jane solta a motosserra, sobe em cima de Nina, e começa a estrangula-la.

Nina lutando por sua vida, começar a arranhar Jane no peito, e finalmente consegue chuta-la para longe. Nina sobe em cima de Jane, segurando-a para baixo com seu peso, e então:

-"Vá dormir meu príncipe!." Nina diz ao esfaquear Jane no peito.

Nina levanta para ajudar Jeff.

-"Você esta bem meu amor?!" Nina pergunta a Jeff.

-"Sim, eu estou, e você"? Ele pergunta a Nina.

Ela se inclina e beija Jeff.

Jane com muito ódio se levanta com os olhos esbugalhados, puxa a faca de seu peito, e a joga no chão.

Nina aprofunda o beijo

Jane levanta-se, e agarra Nina pelo cabelo.

-"Não vá dormir..." Ela diz puxando Nina em direção a janela.

-"VOCÊ NÃO pode acordar!" Ela gritou jogando-a Para fora da Janela de um edifício alto de 2 andares.

Nina grita enquanto cai.

Jane observa a queda.

Nina cai, batendo sua cabeço no cão, que se torna puro sangue.

Jane apenas assiste.

Jeff se solta, pega sua faca no chão, e agarra Jane Pelo pescoço com uma mão, jogando-a contra a parede, e com a outra ele pega a faca e empunha-la sua mão contra a parede, deixando assim Jane presa na parede encapas de soltar sua mão.

Ela grita.

Jeff pega um pouco da gasolina da motosserra, e joga nos pés de Jane, e então pega um esqueiro, olha para Jane, e calmamente diz:

-"Eu espero que você queima no inferno!" Ele diz jogando o esqueiro aos pés de Jane, que arde em chamas.

Jane estava gritando em chamas,

Jeff toma sua faca da mãe de Jane em chamas, e então finalmente diz suas palavras de descanso eterno:

-"Agora Jane. GO.TO.SLEEP!" Ele sussurra em seu ouvido, esfaqueando Jane na garganta, colocando-a fora da sua própria miséria.

Jeff sai do prédio, e caminha até Nina.

Ele verifica, mas é tarde, ela esta sem pulso... ela já não esta mais lá em vida.

Jeff realmente, pela primeira vez, parece chateado, ele pega o corpo de Nina, e leva para um parque ali perto, colocando seu corpo sobre umas pedras ao lado da um lago.

Ele pega uma rosa entre as flores próximas ao lago, e coloca no peito de Nina,

"Boa noite Nina" Ele disse indo embora.

Ele abriu um sorriso ao virar a esquina, dando uma ultima olhada para trás, e então desaparece.

No dia seguinte, o corpo de Nina e Jane foi encontrado, era o fim de Nina the Killer, e Jane the killer, seus cadáveres estavam a descansar com um sorriso no rosto.

Jeff era suspeito de dois assassinatos.

Nina e Jane ainda sorriam.

o fim? ou não.


Leia também:
Nina the Killer
Jane the Killer
Jeff the killer

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Jack O Assassino

Bom primeiramente queremos nos desculpar com o nosso leitor Tiago pela demora para postar sua creepy, e agradecer por nos mandar a mesma.


Jack O assassino



Historia de Jack o assassino

Jack Maguire era um garoto de 14 anos e tinha um cabelo incomum seu cabelo era dividido ao meio por duas cores o lado direito era preto e o esquerdo branco tirando isso ele era normal cor de pele parda e olhos castanhos.


Jack desceu as escadas do seu quarto para tomar café da manha ele morava com seu pai Martim Maguire já que sua mãe Sophia Maguire morreu quando Jack tinha 10 anos seu pai era um alcoólatra que de vez em quando batia nele. Após Jack terminar seu café da manha ele saiu para a escola no meio do caminho encontrou seus dois e únicos amigos James e Ashley Jack não tinha muitos amigos porque todo mundo achava que ele era um encrenqueiro mais Jack não se importava ele era incrivelmente calmo não demonstrava raiva, ódio ou desprezo enquanto caminhava para a escola com seus amigos esbarrou em John, o valentão da escola.

-Ora se não são os três patetas. (Diz John com um sorriso sarcástico)


-Da licença nos queremos passar! (Diz Ashley)


-Vocês podem passar mais antes quero falhar com Jack. (Diz John olhando para Jack)


-O que você quer comigo? (Pergunta Jack)


-Nada muito importante só que preciso de um pouco de grana. (Diz John)


-Sem chance Jack não vai te dar um centavo.


(Diz James)


-Tudo bem James se for para evitar confusão não tem problema. (Diz Jack enquanto entrega o dinheiro)

-Obrigado foi um prazer fazer negócios com você. (Afirma John enquanto vai embora)


-Jack porque deu seu dinheiro para aquele idiota? (Pergunta James)


-Se é para evitar confusão tudo bem. (Afirma Jack)


-Eu gosto desse seu jeito mais bem que você podia revidar uma vez ou outra. (Diz Ashley)

Ao ouvir aquela frase Jack sente uma sensação que nunca sentiu antes como se algo que ele manteve preso à vida toda começasse a se revelar mais ele ignora aquela sensação e seguem caminho ate a escola ao chegar em casa foi direto para a cama e dormiu.

Quando se deu conta ele estava em um corredor com muito sangue no chão tinha as palavras ódio e raiva escrita na parede ele ficou com a respiração pesada e começou a correr feito um louco ele correu pelo corredor por uns 10 minutos ate que caiu dentro de uma sala quadrada sem janelas e sem portas Jack foi correndo ate uma das paredes para vê se tinha alguma coisa mais não tinha nada quando ele se vira vê um garoto no meio da sala quando Jack chega perto do garoto ele pega Jack pelo pescoço e o pressiona contra a parede quando se da conta ele percebe que o garoto que o esta estrangulando era ele mesmo Jack fica sem entender nada então o garoto que se parece com Jack fala ‘’Eu sou o ódio e a fúria que você reprimiu a vida inteira e vou me libertar hahahahahahaha’’ e percebe que tudo não passava de um pesadelo ele fica com a respiração pesada, e seu coração batia tão rápido que parecia que ia ter um infarto mais depois de um tempo se acalmou e voltou a dormir.
Na manha seguinte Jack acordou normalmente como se não tivesse tido aquele pesadelo ele não tinha aula naquele dia então foi brincar com os seus amigos que ligaram para ele como estava frio, la fora ele colocou uma blusa branca, uma jaqueta de couro preta por cima, uma causa jeans preta e um tênis azul escuro estava tão frio que começou a aparecer uma nevoa era 01:00 da tarde Jack pega seu bastão de basebol e vai para o parque onde James e Ashley já o esperavam eles começaram a jogar basebol e depois de um tempo John aparece.

-Ora estamos nos encontrando bastante. (Afirma John)


-O que você quer? (Pergunta James)


-Só preciso de um pouco de grana. (Fala John enquanto olha para Jack)


Antes que Jack possa falar qualquer coisa.


-Não cai fora dessa vez não vai pegar nenhum centavo do Jack. (Grita James com raiva)

Então John se irrita e da um soco com tudo na cara de James que cai no chão. Quando Jack vê aquela cena aquela sensação toma conta de Jack ele pega seu bastão e acerta a cara de John que cai morto no chão mais Jack não parava de bater batia, batia e batia ate que Ashley que estava de joelhos chorando gritou para Jack parar quando ele recobrou a consciência vê o que fez e fica paralisado sem falar nada James pega o bastão de Jack e joga no rio que tinha ali James pega no braço de Jack e Ashley e sai correndo após terem corrido por um bom tempo eles param para recuperar um pouco de fôlego então Ashley pergunta a Jack se ele esta bem e Jack responde de um jeito que só um psicopata poderia responder sorrindo e olhando Ashley e James de um jeito sádico ele disse ‘’Eu nunca me senti tão bem e como se algo que eu prendesse a vida inteira finalmente se libertasse’’ao disser isso Jack segue para sua casa sozinho ao chegar à sua casa seu pai que estava bêbado começa a gritar com Jack então ele fala’’cale a boca seu bêbado vagabundo você vai morrer aqui’’então Jack da um soco com tudo na cara de seu pai que cai no chão então Jack sobe em cima de seu pai e começa a socar a cara de seu pai sem parar seu pai já estava morto a tempos mais ele continuava socando quando der repente ele parou se levantou e começou a olha em volta ele sentia que alguém o estava espiando quando ele vira para a direita alguém que parecia ter a mesma idade de Jack pula para cima com uma faca ele coloca sua mão na frente fazendo a faca atravessar a palma de sua mão Jack não sentiu dor continuou sorrindo e perguntou ‘’quem e você?’’quando o garoto levanta a cabeça para responder, Jack vê seu estranho rosto medonho sua pele era branca, suas pálpebras haviam sido queimadas mais o que mai chamava a atenção de Jack era seu enorme sorriso que parecia ter sido esculpido com uma faca então o garoto responde ‘’eu sou Jeff o assassino e vou fazê-lo dormir mais tenho que admitir que fiquei impressionado com a cena que eu vi vai ser muito divertido matar você’’então Jeff tira a faca da mão de Jack e da um chute na barrica de Jack que voa na parede Jeff vai para cima de Jack pronto para mata-lo mais Jack desvia e pega uma garrafa de cerveja vazia que estava no chão e atinge a cabeça de Jeff que fica um pouco tonto nesse tempo Jack fica de pé e pergunta.

-O que quer comigo?


-Claro que quero te matar mais fiquei impressionado com você hahahahahahaha.


-Acho que vou torna-lho bonito como eu.


-Não entendi.


-Você vai entender hahahahahahaha.

Jeff começa a subir as escadas da casa ate o banheiro Jack vai andando lentamente com a garrafa quebrada em sua mão quando chega à porta do banheiro Jeff joga água sanitária em Jack que cai rolando da escada quando chega ao chão ele se levanta e vai cambaleando ate a porta quando alcança a maçaneta Jeff fala uma única frase antes de jogar um fósforo em Jack ‘’shhhh vá dormir’’ Jack começa a gritar de dor na rua por sua sorte a policia e algumas ambulâncias chegaram de imediato por causa de uma denuncia de um vizinho a policia não desconfiou de Jack afinal estava muito ferido ele foi hospitalizado imediatamente Jack ficou inconsciente por cinco semanas quando acordou já era ora de tirar os curativos ao tirar os curativos o doutor ficou muito espantado sua pele havia ficado totalmente branca o mais misterioso era que seu cabelo não havia sofrido nenhum dano após isso Jack recebeu alta e foi para casa ao chegar encontrou uma caixa quando abriu ela havia as mesmas roupas que Jack estava usando naquele dia e também uma carta estava escrito’’Esse e um pequeno presente já que suas roupas de antes foram todas queimadas espero que nos encontremos de novo para eu poder te matar dolorosamente hahahahahahahaha, mas ate esse dia shhhh vá dormir’’Jack começou a rir histericamente e disse ‘’Claro Jeff vamos nos encontrar novamente mais vai ser você que vai morrer dolorosamente hahahahahahahaha’’ Jack vestiu as roupas e foi para a garagem da casa onde pegou um facão ao sair na rua viu James indo em direção a casa de Jack sacou o facão e disse a seguinte frase antes de mata-lo‘’vá dormir my friend’’


Creepyzona do Tiago, se você também quer ter sua creepy publicada em nosso blog assim como ele, basta envia-ala para creepysterror@hotmail.com e recebera sua resposta em breve, mais informações sobre em  "Quem somos nós?" .



Quer dar uma força pro Blog? Saiba como aqui:


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Death Note - Fanfic - capitulo 3



Capítulo 3 - Traição


Por: Kisara/Jacqueline


                                             Porque os crimes que você não comete
                                                             podem ser os piores



Amane estava na sala, junto de Raito e Ryuuku; o Yagami discutia algumas de suas idéias com eles, mas todas se baseavam na suposição de que L estava de volta, e isso intrigava a garota e o outro shinigami, os quais ainda não aceitavam bem essa suspeita.


- Tudo bem, vamos deixar claro que estamos lidando com L. Se vocês continuarem com essa dúvida estúpida, não vamos chegar a lugar algum — concluiu Raito, parcialmente irritado com a descrença dos dois. Mas, de certa forma ele também achava necessário convencer a si mesmo sobre isso.


- Hai! O que vamos fazer? — Perguntou Misa.


- Desafiar L diretamente — respondeu Raito. Misa e Ryuuku arquearam a sobrancelha e apenas esperaram para ouvir o plano.


(Enquanto isso no Mundo dos Shinigamis)


King estava em sua sala, a raiva tomava conta do seu ser e o ódio era visível em cada uma de suas estranhas pupilas. Era inacreditável; como ele, o verdadeiro rei da morte, poderia sofrer duas derrotas em um único dia? Sim, duas; como se não bastasse perder humilhantemente para o Líder, um dos seus ainda fora pego de surpresa na Terra. É certo que Raito não tivera seu rei encurralado por L, ainda assim, ele se encontrava em uma situação em que um roque¹ era estritamente proibido, de modo que um lance falho pudesse derrotá-lo completamente.


Ainda irado, o Shinigami Rei sentou-se à sua mesa e apenas continuou observando o mundo humano.


(Enquanto isso no Mundo Humano)


Misa já estava atrasada, eram exatamente oito horas e trinta minutos quando chegara no estúdio de gravações. Seu empresário já tinha fechado os contratos e seu horário de chegada era bem claro. Não chegar depois das oito — relembrou ela. Certamente ouviria algumas broncas. Mas, Raito havia dito que o horário em que ela deveria chegar era esse, até porque ele não havia terminado de explicar todo o plano quando deram oito horas.


- Opa, mais devagar — ouviu a garota, pouco antes de esbarrar em alguém.

- Ah, Misa-Misa vai ficar com a roupa amarrotada agora! — Exclamou, pouco se importando com quem estava falando.


- Misa?! Já faz algum tempo desde que nos falamos pela última vez — disse a voz e Amane atreveu-se a fitar a pessoa com quem falava.


- Oh, Matsu-kun! — Exclamou a garota, surpresa.


- Misa, eu realmente precisava falar com você. Tem algum tempo agora?


- Na verdade não. Misa já está atrasada. Mas este é o cartão da Misa, liga pra ela e marca de conversar em algum lugar — disse a garota entregando seu cartão com seu número e correndo para o estúdio.


O restante do dia poderia ser definido como uma sessão de espera, nada acontecia, de todos os lados havia apenas espera, alguém sempre esperava que outro alguém agisse primeiro.




(Ainda no Mundo Humano, mas 23 horas depois)



Querido Diário,
Misa tem a impressão de que todos nunca duvidariam da fidelidade dela e que sempre acreditariam que ela jamais trairia Raito, se as pessoas realmente pensam ou pensaram — para quase todos, Raito está morto — isso, Misa tem de esclarecer que

Amane fecha o caderno e joga a caneta que estava usando na cama; estica a mão para apanhar o celular na cômoda ao lado e sorri ao identificar o número de Matsuda.

- Yoo, Matsu-kun! — Exclama a garota ao aceitar a ligação


- Yoo, Misa-Misa! Só liguei pra confirmar, vamos realmente sair hoje?


- Hai! Misa só tem que gravar uns comerciais hoje e depois a Misa pode sair com você.


- Ótimo, então te pego às oito da noite, pode ser?

- Hai! Misa vai ficar te esperando. Smack! — Encerrou a ligação fazendo o som de um beijo.


A garota pegou a bolsa que estava no canto da cama. Depositou seu celular, a caneta e o diário nela. Em seguida colocou-a no ombro e caminhou para fora do quarto. Passou pela sala e encontrou Raito sentado no sofá, este estava atento às notícias da TV. Desde o reaparecimento de Kira e de L, o assunto da imprensa tem sido sempre centrado nos dois.


O Yagami encontrava-se cada vez mais focado nas idéias que existiam apenas em sua mente e (que) por não ter certeza de qual delas usar, não eram compartilhadas com ninguém, até porque uma delas já havia sido explicada, agora só faltava colocá-la em prática.


- Raito, eu estou indo trabalhar, ok? Logo, logo eu volto — avisou Amane, dirigindo-se para fora do apartamento. O shinigami humano revirou os olhos, a loira entendeu sua atitude como um sinal de que ele tinha ouvido e sorriu.


- Ei, ei... Eu ainda estou aqui, sabia? — Debochou Ryuuku, nesse momento a jovem percebeu que havia esbarrado nele.


- Ah, Ryuuku, eu não te vi! — Exclamou a loira.

O shinigami devorou uma das maçãs que estavam em sua mão, afastou-se da garota e se dirigiu para perto de Raito, Misa despediu-se novamente e deixou o apartamento.



(Enquanto isso na Soul Society)



Líder fitava o tabuleiro de xadrez deixado há algum tempo em sua mesa, a sua rivalidade com King sempre fora conhecida, mas agora que também tinham que lidar com seus aprendizes no mundo mortal, as coisas pareciam ter ficado ainda mais intensas.


Quanto tempo ele ainda precisaria deixar que outro fizesse seu trabalho, unicamente para que ele pudesse sustentar esse joguinho que ocorria nos dois mundos? O chefe da Soul Society não fazia questão de responder essa pergunta, ele apenas não estava disposto a perder e por isso observava calmamente o que acontecia no Mundo Humano, principalmente o que acontecia com L e seus planos.




(Enquanto isso no Mundo Humano)


Near e L ainda ainda estavam juntos, de certa forma era mais fácil assim. No momento, L era algo como uma segunda consciência de Near, mas também tinha suas vontades e vícios fixos, o que causava no albino uma estranha vontade de comer doces o tempo todo.

O garoto sentou-se próximo da TV, atento a qualquer evidência de que Kira agia novamente. Seu notebook situava-se à sua frente e um grande L ocupava toda a tela do mesmo. Sua voz, distorcida pelo mesmo programa que o verdadeiro L costumava a usar, discutia algunas idéias e deduções com o QG da polícia japonesa.


- Mas como você tinha tanta certeza de que Kira estava no Japão, sendo que as mortes começaram no Brasil, Near? — Perguntou Matsuda. O início de sua pergunta era até comum, qualquer um poderia ter tal dúvida; mas, como sempre, seus argumentos eram sempre idiotas. Que diferença teria o local onde as mortes tinham começado? Isso não alteraria em nada, e a escolha do Brasil devia-se ao fato de que este tinha sido muito comentado em todos os países devido aos eventos que nele ocorrerão. Assim, era de se esperar que Kira acreditasse que obteria resultados rapidamente.


- Eu não tinha. E, por favor, me chame de L — respondeu Near, por trás de seu notebook.


- Mas L, você desafiou Kira se baseando no que achava?! — Ide Hideki, continuava duvidando de Near e de qualquer um que ousasse dar ordens por trás de uma tela baseando-se em deduções e seguindo os mesmos roteiros de L.


- Não exatamente — começou Near e fez uma pequena pausa para derrubar um dos brinquedinhos ao seu lado, este estava em um ponto X do mapa e com seu toque foi parar imediatamente no Japão —, mas agora ele está. Kira é ousado. Mesmo que não estivesse no Japão, após ter ouvido minha declaração ele se mudaria para lá, com um único intuito: me desafiar ainda mais. É como se eu pudesse ouvir seus gritos: "no Japão? Estou aqui, como pretende me vencer?" — disse ele, e em algum lugar do Japão, mais necessariamente no apartamento de Amane Misa, Raito dizia a mesma coisa e gargalhava por saber que era impossível perder, apesar de não fazer idéia de como ganhar.


- Então você disse aquilo com a intenção de desafiar Kira diretamente? — Perguntou Matsuda, mas observando todos os olhares que testemunhavam sua idiotice, explicou: - Digo..., É como se você já soubesse a personalidade de Kira... — Agora os olhares transmitiam incredulidade, não era possível que algo assim fosse percebido tão facilmente por Matsuda e nem sequer pensado por eles.


- Sim, eu conheço a personalidade de Yagami Raito — ouviu-se o som de tais palavras pelo notebook e imediatamente o assombro ocupou o rosto de todos os presentes no QG. Near não se importava de dizer tão abertamente algo tão inacreditável. Cedo ou tarde eles teriam mesmo que saber e, mesmo que não acreditassem nele, já corriam risco de morte, afinal, Kira não só conhecia seus nomes, como também tinha total consciência de qual era o rosto de cada um.


- Não pode ser!... Raito está morto, eu me lembro de ter atirado nele, naquelas condições era questão de minutos para que ele morresse! — Exclamou Matsuda, o medo estava estampado em sua voz e em seu rosto.


- Eu também não tenho total certeza sobre como ele voltou, mas voltou. Assim como cada um de vocês, eu também estou arriscando minha vida. Meu nome foi revelado pouco antes de que Raito morresse, se de alguma forma ele ainda se lembra, posso morrer em quaisquer quarenta segundos que se passem. Nesse caso, outro continuará caçando-o — disse, cacheando tranqüilamente uma mecha de seus cabelos, e pouco depois L deixou seu corpo, voltando a ser apenas o espírito que o acompanha. Ele, o verdadeiro L, era o outro ao qual ele se referia, não havia motivos para se preocupar. Kira seria vencido de uma forma ou de outra, porém, com a ajuda de Near tudo seria menos complicado.


- Mas isso é impossível. Como eu já disse, Raito está morto! — Exclamou Matsuda tentando convencer mais a si mesmo do que qualquer outro.




- Matsuda, temos que levar em conta o fato de que um caderno que mata pessoas também era inacreditável há algum tempo — interveio Ide Hideki, este sempre teve a suspeita de que Kira voltaria, mas não imaginava que fosse tão rápido.




- Exato, Hideki. Os que desejarem trabalhar comigo para pegar Kira, estejam cientes de que as coisas serão ainda mais difíceis dessa vez. Não pedirei que usem outros nomes, ou algo assim, é inútil. Mas tenham o cuidado de não se exporem tão facilmente e de não dizerem seus nomes para qualquer um. — Disse e voltou sua atenção para os integrantes da SPK, que agora voltavam para discutir sobre a volta de Kira, e ao mesmo tempo colocava um dado sobre o outro, montando um de seus típicos prédios.


- L — começou Anthony Rester, chamando a atenção de Lawliet. Near lançou um olhar interrogativo para o espírito ao seu lado, como se perguntasse com os olhos por que não o viam, já que não se assustaram com sua presença e o mesmo respondeu com algo como "Suponho que me vejam apenas se eu desejar ser visto".


- Agora me chame de Near... — Corrigiu o albino. Anthony arqueou as sobrancelhas, parcialmente intrigado, mas entendendo a indiferença demonstrada pelo garoto não disse nada sobre a mudança repentina na forma de como deveriam chamá-lo.


- Near, não acha que se precipitou um pouco em declarar guerra à Kira tão rapidamente? — Perguntou Anthony Rester, integrante da SPK.


- Não — começou e fitou novamente o bonequinho caído na parte do mapa que correspondia ao Japão, em seguida explicou novamente, tentando ser mais claro dessa vez: - minhas suposições de que Kira estava no Japão eram de apenas cinqüenta por cento; não era possível avançar com as investigações se eu não soubesse em qual parte do mundo poderia contar os outros cinqüenta por cento. Confiar a metade de minhas certezas no fato de que ele estaria no Brasil era ridículo e sem fundamentos. Kira está com raiva, a chance de me desafiar diretamente não seria perdida por ele. Logo, posso afirmar, dar cem por cento de certeza de que ele pretende permanecer ou ir para o Japão, simplesmente para rir e esperar que eu faça algo. O que Kira deseja nesse momento, tanto ou ainda mais do que ser reconhecido pelo mundo é me — suspirou com indiferença e retirou o dado que formava a base de seu prédio, de forma que toda a construção começou a se... — destruir.


- Acredita que ele possa fazer isso? — Perguntou Halle Lidner, também integrante da SPK e ex-agente da CIA.


- Kira tem o nome de cada um de nós, mas consideremos que ele os conseguiu pouco antes de sua morte. Talvez ele não se lembre, nesse caso estamos temporariamente seguros, caso ele se lembre, morreremos — sua voz permanecia firme, mesmo ao tratar de sua suposta morte.


O que você fará agora, Kira? — Pensaram Near e Lawliet ao mesmo e como se em resposta para sua pergunta, mais alguns criminosos foram anunciados pelo QG, vítimas de um estranho, porém conhecido por todos que estiveram envolvidos no Caso Kira, ataque cardíaco.


- L, veja isso — ouviu-se a voz de Aizawa pelo notebook.


Near e L voltaram sua atenção para o objeto a sua frente e observaram três imagens mostradas por Aizawa.


— Foram deixadas por três dos prisioneiros que acabaram de morrer de ataque cardíaco, ainda não foram notificados pela imprensa. Se reparar bem, são iguais às primeiras deixadas por Kira no início da investigação — Aizawa também continuava o mesmo, um pouco precipitado, mas sempre atento aos detalhes.


- Parece que ele já começou a se divertir — disse Near.


— Não necessariamente. Essa é uma mensagem para mim, conforme você suspeitava ele quer mesmo avisar que Kira voltou e que este é mesmo o Raito. Ele está me desafiando diretamente. — Concluiu Lawliet, ao identificar a mesma mensagem que fora vista nas imagens mandadas por Kira no início da investigação do Caso Kira: "Você sabia, L? Shinigamis só comem maçãs!", e em seguida caminhou para perto de alguma janela. Apenas Near pôde vê-lo e ouvi-lo.



- Estamos mesmo lidando com Yagami Raito, pensem se querem continuar no Caso Kira. Mas, devo lembrá-los que se ele quiser que vocês morram, vocês morrerão de qualquer jeito, independente de estarem envolvidos nesse caso ou não.


Não entendi muito bem o que isso queria dizer, mas me parece um jogo e se realmente for, talvez seja divertido. — Relembrou L, já próximo da janela. "É um jogo para você também, não é? Então..., o que você fará para continuá-lo?", perguntou Lawliet.




(Ainda no Mundo Humano - Japão)


Raito gargalhava interiormente enquanto lia algumas reportagens nos jornais, era sempre a mesma coisa: "Kira contra L e blablás", mas ao ver a primeira página de um jornal que fora entregue há pouco, suas risadas deixaram de ser apenas interiores e começaram a ser audíveis por qualquer um que tivesse a capacidade de vê-lo e de escutá-lo (mais necessariamente por Ryuuku).


- O que é tão engraçado, Raito? — Perguntou o shinigami aproximando-se.


- Isso — respondeu o Yagami apontando para a reportagem que lia. — "Kira ou L, quem ganhará dessa vez?" — Leu em voz alta. — Eu realmente quero saber como L pretende me vencer dessa vez. Matar um shinigami... Hunf! Como se eu fosse me apaixonar por um ser humano ou deixar meu tempo de vida acabar... É impossível perder dessa vez!


- Kukuku, eu realmente não imagino como ele poderia vencer essa. Mas, Raito, L já está morto e mesmo assim você afirma que é mesmo contra ele que você está jogando. Não acha que a dificuldade é a mesma para ambos?


- Acha que eu teria perdido o controle ontem se não tivesse essa certeza? — Perguntou o shinigami humano, este não gargalhava mais, mas ainda assim sua expressão não demonstrava raiva. Ao contrário, observando com atenção podia-se perceber o mesmo brilho maligno que se apossava de seus olhos quando ele estava prestes a virar o jogo ao seu favor.


- E o que vai fazer para mudar isso? — Perguntou Ryuuku ao perceber que o Yagami planejava algo.


- Costuma ser mais divertido quando se é pego de surpresa, Ryuuku — respondeu o futurodeus do novo mundo, provocando gargalhadas no shinigami ao seu lado, o qual se lembrava de todas às vezes em que preferiu observar os planos de Raito em desenvolvimento e não apenas na teoria.



(Ainda no Japão)



Começava a anoitecer, Amane aparentava estar exausta, mas já deixava o estúdio de gravações. Conforme o combinado, Matsuda estava esperando-a do lado de fora do prédio, próximo do seu recém-comprado carro.


Ao avistá-lo, Misa acenou e sorriu timidamente, Matsuda respondeu com seu típico sorriso bobo.


- Matsu-kun, o que você queria com a Misa?


- Será que a gente podia falar sobre isso num lugar mais reservado?

"Lugar mais reservado? Acho que o Raito vai se surpreender com a Misa", pensou a garota e assentiu com a cabeça.


Os dois entraram no carro e o rapaz dirigiu até uma espécie de lanchonete. Ao chegarem, ele desceu do automóvel e se dirigiu até a outra porta abrindo-a para a garota descer.


Caminharam juntos até uma mesa mais afastada e se sentaram. O garçom aproximou-se e perguntou se queriam algo. Matsuda não quis nada e Misa recusou o refrigerante sugerido, dizendo algo como: "Misa não bebe isso, isso engorda!", e acabou por aceitar um suco sem açúcar.


O moreno sorriu e a loira fitou-o interrogativamente, como se pedisse que ele fosse direto ao ponto e assim foi feito.


- Misa, desde a morte do chefe Yagami, eu estive zelando pela segurança de sua família... —"Pela segurança de Sayu, é o que você quis dizer, não é?", pensou Amane. — Mas Raito se foi e... — Fez uma pausa ao perceber que algumas lágrimas rolavam pelo rosto da garota — Sayu se encontra em um estado depressivo. Pensei que você poderia falar com ela, já que foram amigas enquanto você estava com o irmão dela. — Matsuda esforçava-se para parecer o mais maduro possível, embora isso fosse muito difícil para ele.


- Misa não está em condições de ajudar nem ela mesma — dizia a garota, algumas lágrimas ainda molhavam sua face. — Misa ficou sem chão depois que Raito se foi e mesmo que ela não deixe transparecer isso, Misa tem sofrido demais.


"E de pensar que fui eu quem atirou no Raito!...", pensou o rapaz.


- Sinto muito, Misa — disse Matsuda, sentindo uma pequena culpa por ter sido o responsável pelo estado em que se encontrava a garota, ao mesmo tempo em que sentia que não deveria ligar pra isso, afinal, ele só estava fazendo seu trabalho, e este incluía capturar Kira.




- Misa também sente muito, Misa não sabe porque continuar vivendo e..., Misa deveria se matar — disse a loira, sendo o mais dramática possível, em seguida pegou uma faca em cima da mesa e apontou para si mesma, dando a entender que a cravaria em seu coração.


- Você está maluca? — Sussurrou Matsuda enquanto retirava a faca das mãos da garota, que não fazia muita questão de segurá-la com força.


- O mundo não tem mais graça para a Misa, morrer é mais interessante! — Exclamou a garota, rindo internamente do que estava fazendo.


- Pois deveria ter. Eu corro o risco de morrer a qualquer momento e acredite, essa não é a melhor sensação do mundo — disse ele, sua expressão demonstrava seriedade.


- Hãn? Morrer? Ah, é porque você é policial, neh? — "Vamos, Misa, só insista mais um pouco",pensava ela, mas sua voz ainda demonstrava tristeza.


Matsuda relaxou e de alguma forma se viu tentado a contar a verdade, não sabia o porquê de fazer isso, mas a vontade de revelar tudo crescia dentro dele. "Talvez seja pelo fato de que isso vai acalmá-la e diminuir minha culpa", pensou ele.


- Kira voltou e ao que tudo indica ele é... alguém que saiba o nome de todos do QG — respondeu em um sussurro e observou Amane arregalar os olhos incrédula, mas, interiormente, ela sorria ainda mais. Ele não tinha revelado o nome do sujeito em questão, então nada parecia ser forçado pra ele.


- Misa viu algumas reportagens — "Na verdade, Raito pediu para Misa ver alguns dos recortes que ele tanto lia". — Mas, como assim sabe o nome de todos do QG?


- Não devia te contar — "pra começar você não devia nem mesmo estar falando com a Misa"—, mas L parece ter certeza disso...


- L? Argh! Misa devia se matar mesmo. Misa não vai suportar perder um novo ídolo por causa da mesma pessoa! — Exclamou a garota.


- Falar comigo não parece estar ajudando muito — disse ele, e em seguida riu sem graça. — Bom, mas então, você vai falar com a Sayu?


- Hai, Misa gosta da Sayu, ela lembra o... Raito — Matsuda imaginou que a garota fosse começar a berrar novamente, mas ela apenas fitou a mesa. A princípio parecia um olhar triste e uma atitude pouco comum da parte da jovem, mas então ela o surpreendeu e pegou novamente a faca. Ao perceber isso, o rapaz tomou novamente a faca das mãos da menina e deixou-a na mesa, juntamente com o dinheiro para pagar a conta.


- Espero que ela te ouça... — Sussurrou Matsuda, assustando a loira, que começava a cogitar a idéia de que algo realmente sério estivesse acontecendo com a irmã do amado.


Amane assentiu e caminhou até o carro do rapaz, este dirigiu calado até o apartamento da jovem, onde a deixou e despediu-se. A loira sentia-se completamente exausta, mas ao mesmo tempo feliz, tudo parecia ter ocorrido de acordo com o planejado.


Ao adentrar no prédio, a garota caminhou rapidamente até o elevador e esperou que esse chegasse logo no seu andar; ao sair dele, correu para o seu apartamento e retirou as chaves da bolsa, às pressas. Abriu a porta e entrou.


- Raaai — começou a garota, mas as mãos de Ryuuku taparam sua boca, impedindo-a de continuar.


- Misa, a porta ainda está aberta — alertou o shinigami —, e Raito não está — soltou-a.


A loira trancou a porta e disse algo como: "Hãn?!"


- É, ele deu uma saída, disse que precisava checar umas coisas, mas prometeu que você compraria mais maçãs se eu te impedisse de agir impulsivamente, como tentou agir agora.


- Aaah! Misa vai dormir, quando o Raito chegar, pede pra acordá-la, tá?


Ryuuku assentiu e lembrou-a sobre isso de continuar falando em terceira pessoa.


- Ah, mas Raito pediu pra falar em primeira pessoa quando eu estivesse falando com ele. Quando Misa não está falando com Raito ou quando ele não está por perto, Misa não dá tanta atenção a esse detalhe — explicou a jovem, provocando gargalhadas no shinigami, e então seguiu para o quarto, exausta.




(Enquanto isso na Soul Society)





Ao ouvir a pergunta feita por Lawliet, Líder cogitou a idéia de que talvez devesse mesmo fazer alguma coisa. Não era como se ele se importasse com o fato de ajudar ou não os seres humanos, seu dever era manter a organização do espaço onde eles viveriam sua segunda vida e não interferir nas coisas da Terra. Mas, não havia regra alguma proibindo que ele desse um auxílio se o assunto em questão fosse de seu interesse, e este, com certeza, o interessava. Sua rivalidade com King não era assim tão simples ao ponto de ser comparada com uma briga de dois grandes deuses, envolvia algo a mais, algo pelo qual eles lutavam há muito tempo.




O chefe da Soul Society chamou um de seus empregados e avisou-lhe que precisaria dar uma passada no Mundo Humano, de modo que não poderiam contar com sua presença no local por uns tempos, mas que a organização do mesmo era essencial. Líder confiava o suficiente em seus empregados e em sua lealdade, então não havia um motivo para deixar de prosseguir com seus planos, os quais começaram a ser elaborados no momento em que resolvera partir para junto de seu aprendiz.




Não havia regra alguma que impedisse sua interferência no Mundo Humano, mas durante uma das disputas pelo que desejavam, fora estabelecida uma regra, com seu consentimento, que garantia que nenhum dos lados levaria vantagem sobre o outro: "Perguntas e idéias que se refiram ao que foi observado no campo inimigo não devem ser respondidas ou levadas em consideração".




Com a certeza sobre a existência e o valor de tal regra, Líder deixou a Soul Society e ao passar pelo portal pensou no local onde estavam Near e Lawliet, pois era justamente para lá que ele deveria ir.


(Enquanto isso no Mundo Humano)



Raito adentrava no apartamento de Amane. Ryuuku parecia-se divertir assistindo algo na televisão, mas não havia sinal algum da garota.




- Onde está a Misa? — Perguntou o Yagami.



Ryuuku não desviou seu olhar do que assistia, mas respondeu que ela estava no quarto. Raito estranhou a indiferença de Ryuuku, não era normal que ele não estivesse curioso para saber o que ele estava fazendo, já que era certo de que isso incluía algo interessante em seu contexto.



- O que está vendo, Ryuuku?



- Achei algo interessante em um desses canais. Kukuku, ótimos vilões, mentem muito bem! Novelas são mesmo interessantes — respondeu, mandando uma maçã para o alto; esta deveria voltar para suas mãos, mas fora apanhada por Raito.



- Você continua confiante demais, não? — Comentou Ryuuku.


O shinigami humano sorriu de lado, debochado, e deu uma mordida na maçã que apanhara. "Tem razão, elas são realmente melhores quando não se é mais um humano", disse e seguiu para o quarto.



Ao entrar no cômodo desejado, observou a garota que dormia ao lado de um caderno negro, semelhante a um Death Note. Apanhou-o e o abriu, era algo como um Diário. Não parecia ter valor para ele, já que Misa sempre lhe contava tudo, mesmo que muitas das coisas que ela dizia não precisassem ser ouvidas, a mesmice de seu trabalho, por exemplo



Ainda assim, vencido pela curiosidade divina, procurou pela última página escrita, esta começava com os dizeres: "Misa tem a impressão de que [...]", Raito revirou os olhos e arqueou a sobrancelha intrigado, mas continuou a ler.



"[...] Misa tem de esclarecer que estão todos certos. É tão bom imaginar que os fãs da Misa conhecem-na tão bem e ainda assim que ela atua bem o suficiente para que acreditem tão fácil nela. Sim, Matsuda caiu direitinho. Raito, com certeza, vai-se surpreender com a Misa, ela foi genial, muito dramática, porém genial."



- Genial, sim? — Revirou os olhos, ao que parecia ela era mesmo útil, e chamou a garota, utilizando-se de um tom parcialmente alto.



- Hãn? Que horas são?... Raito! — Exclamou a garota ao vê-lo e levantando-se rapidamente agarrou-se ao pescoço do shinigami humano.



- E então, o que Matsuda queria?



Misa afastou-se um pouco, sentou-se na cama e respondeu: - Era sobre a Sayu, ao que parece ela não está nada bem e ele quer que a Mi... Etto... que eu converse com ela.



- Ótimo, é justamente o que você fará — respondeu Raito, um brilho maligno apossava-se de seus olhos, deixando-os em uma tonalidade meio vermelha e isso começava a parecer comum.



- Hai! Eu gosto de Sayu — disse eufórica e em seguida continuou, lembrando-se do que realmente interessava Raito: - Ah, Matsu-kun disse que todos do QG estão cientes de que podem morrer a qualquer momento. Ao que parece, L tinha essa certeza.



O Yagami gargalhou, trazendo à tona sua risada maligna, da qual ele mesmo já sentia falta e disse: - Eu sabia, L realmente voltou. — O motivo de sua risada escandalosa era devido ao fato de que, agora, seus planos voltavam a fazer sentido.



- E de onde vem essa certeza, Raito?



- Por mais que tudo parecesse realmente óbvio, eu precisava confirmar minhas suspeitas. Então pedi para que Ryuuku matasse alguns presidiários mais cedo e que fizesse com que esses deixassem a mesma mensagem que deixei ao L há um tempo. Para os demais da equipe de investigação e para o próprio Near, pareceria apenas que eu estava zombando, rindo da cara deles, algo assim. Mas, se L realmente estivesse entre eles, ele entenderia logo que isso foi justamente para declarar guerra diretamente a ele, para mostrá-lo que eu já sei que ele voltou e deixar ainda mais claro que eu também voltei.



- Nossa, mas como sabe que ele pensaria justamente isso?



- Simples... — Começou ele, pausadamente — porque isso é justamente o que eu pensaria se eu estivesse em seu lugar...



Mesmo que isso não fosse algo do qual Raito se orgulhasse, ele sempre soube: tanto ele, quanto L, sempre foram iguais, porém, defendiam ideais diferentes.




- Então o motivo de que você quisesse tanto que eu falasse com o Matsu-kun era só para confirmar contra quem você estava disputando?



- Também. Na verdade, a idéia era que você extraísse dele toda e qualquer informação útil que ele pudesse te dar, sem que ele suspeitasse que estava sendo forçado...



- E essa foi a única? — Interrompeu Misa, indignada com o fato de que fizera tanto drama e tanta encenação para quase nada, tudo bem que segundo o plano que ouvira mais cedo esse era mesmo o objetivo, mas ainda assim ela esperava surpreendê-lo um pouco mais.



- Na verdade, ter a certeza de que ele se importe tanto com a Sayu também é útil. Assim, sabemos exatamente como Matsuda morrerá e podemos evitar a suspeita imediata de que tudo fora causado por um Death Note. É provável que L e seus investigadores suspeitem do caderno, mas as demais pessoas acreditarão em algo mais improvável.



- O que está querendo dizer, Raito? — Perguntou Misa, por mais que tentasse, não conseguia acompanhar o raciocínio do amado.



- Enquanto eu era apenas um humano, eu realmente pensei em algo que pudesse fazer do mundo um lugar melhor para os fracos e oprimidos, ainda penso nisso, mas não me importo mais com a idéia de que acreditem que Kira é o bem, não fizeram isso antes, não precisam fazer agora. Sempre haverá quem se oponha, então deixarei que acreditem no que quiserem, vingarei-me dos que merecem meu ódio, conforme prometi no momento em que acordei do meu sono de morte — disse, mas Amane apenas mantinha um brilho de admiração em seu olhar, o mesmo que sempre existira desde que soube que ele era Kira. — Misa, por hora, apenas entenda que faremos com que a morte de Matsuda não pareça somente uma parada cardíaca, vamos fazer com que as pessoas comecem a tirar suas próprias conclusões e veremos onde isso levará. Resumindo: saber que ele se importa com Sayu, fará com que saibamos, exatamente, como será sua morte.



Ao ouvir isso, Misa sorriu. A forma como a morte de Matsuda fora explicada no Death Note não deixava certeza sobre o que, exatamente, aconteceria, mas com isso era fácil deduzir algumas coisas. Finalmente ela começava a entender os planos de Raito, e essa certeza estava estampada em seu rosto.



- A propósito, você é mais útil do que imagina... — Comentou, esboçando um sorriso canalha e sedutor, a garota sentiu-se nas nuvens, esta já não tinha tanta certeza sobre o fato de estar mesmo acordada.



Mesmo que não tivessem notado sua presença, Ryuuku estava encostado na porta, apenas observando a cena e abafando sua sonora gargalhada, enquanto fitava melhor a garota.



O que Raito disse parece interessante na teoria, quero ver na prática. Aliás, talvez você não esteja entendendo tanto quanto acredita estar, Misa — sussurrou o shinigami, baixo o suficiente para que a jovem não o escutasse, já que estava meio fora do órbita no momento, mas o Yagami ouviu e revirou os olhos.



"E acha mesmo que você está entendendo, Ryuuku?", pensou o shinigami humano.


(Enquanto isso no Mundo dos Shinigamis)





King mantinha-se atento ao portal que lhe dava a visão para o Mundo Humano. Ao ouvir as últimas frases pronunciadas pelo seu aprendiz e observar com cuidado o tempo de vida restante da garota, seus lábios grossos e assustadores curvaram-se em algo que deveria ser um sorriso ou ao menos confundido com um. Finalmente uma idéia parecia surgir em sua mente.


Sentando-se em sua mesa, o Shinigami Rei imaginou vários lances de uma partida de xadrez, que no momento ele jogava mentalmente. Por alguns segundos, King ainda se permitiu refletir sobre os prós e contras de tal estratégia.


Você realmente fará tudo que eu quiser, não fará, Misa? — Relembrou da cena que assistira pelo portal pouco depois de retonar ao Mundo dos Shinigamis.



Percebendo que no final valeria a pena seguir com tal idéia, concentrou-se ainda mais em prever os próximos lances do adversário, no mínimo isso surpreenderia Líder e traria mais rapidez na conclusão dos planos de Raito, mas isso, apenas se ele estivesse mesmo planejando tal coisa.




Decidido a arriscar, King chamou por Hayato e pediu-o para ficar atento ao que acontecia com a garota que se via pelo portal: Amane Misa.



- Preciso ir para o Mundo Humano agora. Não a perca de vista — avisou e seguiu para o portal que o levaria ao encontro de quem ele desejava. "Talvez você não esteja entendendo as coisas tão bem assim, Ryuuku.", pensou ele.


A regra oficial estava bem definida em sua mente, e era exatamente por isso que ele não tinha revelado ao Raito, diretamente, que L estava de volta; então, se seguisse a regra, não havia problema algum em fazer uma visita a qualquer um dos dois, ou quem quer que fosse, embora ele já soubesse exatamente quem visitar e não, sua visita não seria para o Raito. Segundo os pensamentos de King, o Yagami o procuraria por conta própria.


(Enquanto isso no Mundo Humano - América)



Near e L não pareciam estar muito interessados em discutir idéias sem sentido ou o que quer que fosse com qualquer um dos investigadores que os ajudariam no caso Kira. Lawliet já tinha dito ao Near sobre como voltara e porque voltara, tinha dito também que tinha certeza de que o ser que havia trazido-o de volta, poderia aparecer a qualquer momento. Ambos concordavam que assim seria mais fácil por parte de seus raciocínios em prática, mesmo que no momento não conseguissem pensar em nada útil.




- Olá, Lawliet — ouviu L, mas Near não viu e nem ouviu nada.




- Quem é você? — Perguntou Lawliet, o ser que estava a sua frente não parecia com nada ou ninguém que ele já conhecesse.



Continua...



Notas Finais


¹: movimento onde o rei troca de lugar com uma das torres, possibilitando um melhor ataque da torre devido a sua melhor posição e o rei fica mais protegido. É lógico que tudo depende da estratégia, mas geralmente é uma boa jogada.



Esse capítulo é algo como uma introdução pro próximo, nele muita coisa será revelada e outras não.



Próximo Capítulo: Mortes