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sexta-feira, 10 de março de 2017

Stranger Things: Teorias

Creepysterror Stranger things


A maioria dos elementos apresentados na primeira temporada de Stranger Things foram muito bem encerrados ao fim da primeira temporada da série. Mas ainda assim vários deles ficaram em aberto com questões que podem ser respondidas na segunda temporada. Por conta desses pequenas duvidas, os fãs aproveitam para alimentar diferentes teorias, e interpretações.

Considerando a importância da personagem Onze para a enredo, é natural que ela volte a aparecer na próxima temporada da série, ainda que tenha tido um final que parece tê-la feito desaparecer de vez. Sendo assim, como Onze, poderia voltar para a historia?

Creepysterror Stranger things

Uma das maiores teorias que vaga pela internet sobre Stranger Things, é que Onze não está apenas lutando contra o monstro, mas na verdade ela seria o próprio monstro. Antes de escapar e conhecer os garotos protagonistas de Stranger Things, Onze passou anos dentro do laboratório da cidade de Hawkins.
Creepysterror Stranger things

Lá dentro, ela foi alvo de diferentes tipos de experimentos e manipulações que afetaram seu corpo, mente e habilidades extraordinárias, como poderes psíquicos e de telecinese. Com tantas capacidades incríveis, seria Onze capaz de criar o monstro a partir de seus medos e inseguranças gerados durante a estadia no laboratório, seria o monstro da priemeira temporada, Demogorgon um reflexo dela no mundo invertido?.

Creepysterror Stranger things

Na primeira vez em que Onze se depara com o monstro, ela não está no mundo real e nem no mundo invertido, podemos notar isso pelo simples fato de não haver radiação. Nesse momento, ela está num cenário completamente preto e escuro, que pode representar sua conciencia, enquanto está sendo mergulhada num tanque, contra sua vontade.

Creepysterror Stranger things

Ao invés de estar se transportando para um outro universo ou outra consciência, Onze poderia estar se focando em sua própria consciência durante o processo de concentração, o que indicaria que o monstro que ela encontra, na verdade faz parte dela mesmo e de seu pensamento, como esse experimento, que é o ultimo pelo qual Onze passa, fez seu medo ir ao extremo, pode ser nesse momento que o monstro do mundo invertido, que seria o pior das emoções de Onze é criado.

A ideia de confronto de situações está presente o tempo todo em Stranger Things. Logo no início da série, os garotos se deparam com o monstro Demogorgon durante uma partida de Dungeons & Dragons, que acaba a ser o nome pelo qual eles se referem ao verdadeiro monstro que aterroriza a cidade.

Segundo a mitologia do D&D, cada uma das duas cabeças do Demogorgon tem seu próprio nome e personalidade. As duas cabeças frequentemente batalham entre sim, uma pregando a ilusão e outra a destruição, assim como Onze e o monstro fazem.

Durante a série, em um certo momento o personagem Mike aparece com uma cópia da revista X-Men 134. Nela, Jean Grey, também psíquica, passa por uma transformação e aparece como as personagens Fênix e Fênix Negra, o que poderia ser mais uma pista da identidade dupla da garota em Stranger Things.

Como se não houvesse pistas o bastante ao longo dos episódios, a própria garota chega a falar para seus amigos, “Eu sou o monstro”. É claro que a fala é pra ser interpretada de maneira metafórica, mas poderia representar que Onze tem noção de sua dupla existencia?.

Como não sabemos o que realmente aconteceu com o monstro e com Onze ao fim da série, é possível especular que ele não pudesse ser destruído de forma natural, desaparecendo apenas com o sacrifício da própria garota. A sua atitude na cena demonstra que ela sabia que estava prestes a sumir de alguma forma, com a despedida. Um outro detalhe no momento que pode passar despercebido é a mão de Onze que parece uma exata reprodução da mão do monstro.

Creepysterror Stranger things

Outra teoria interessante, mas não tão plausivel é que a filha de Jim Hopper, que na série é citada como morta por câncer, na verdade passou pela mesma coisa que Will Byers, rapitada pelo monstro, não necessariamente pelo Demogorgon.

Na seria é visto que outras pessoas passaram pelas mesmas experiencias que Onze, ou seja, Houveram outras antes de Onze, é visto que no mundo invertido, há radiação, o que pode ter causado o cancer da menina. Jim diz para Joyce Byers(mãe de Will) que também ouvia sua filha depois dela ter partido, assim como Joyce ouvia Will no mundo invertido, ou seja a filha de Jim, poderia estar presa na outra dimenção de alguma forma. Quando o personagem Jim é apresentado a nós pela primeira vez, ele aparece tomando alguns remedios, isso pode explicar algo relacionado a memorias ou a próprios eventos estranhos com sua filha, quando Jim encontra o caso de Will, é quase como se ele ficasse obcecado, como se já tivesse passado por tal experiencia semelhante.

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 Ao final da primeira temporada, Will que ficou preso na outra dimenção por muito tempo, vomita uma lesma, mas age normalmente sem espanto, será que realmente foi o verdadeiro Will que retornou? ou uma imagem sua da outra dimenção? já que tudo no mundo invertido é reflexo dessa dimenção(o mundo real) será que talvez também não tenha pessoas lá?.

Creepysterror Stranger things


Falando da segunda temporada, e analizando o trailer, podemos ver que Will tera uma participação maior nessa temporada, e há inclusive teorias que ele sera o portal para o mundo invertido dessa temporada, e analisando também, ao que sabemos o monstro que aparece no teaser, pode ser Thessalhydra, monstro de D&D que é citado no final da primeira temproada por Will; confira o trailer baixo:



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Harry Potter: Teoria da loucura

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Harry Potter - Teoria da Loucura

E se Harry Potter fosse um louco?

E se toda a saga tivesse sido fruto de sua imaginação?

...

Teria Harry sido tão mal tratado, ao ponto de enlouquecer sozinho, e nunca ter saído daquele quartinho em baixo da escada?



Bom, seria isto que JK Rowling(Joanne "Jo" Rowling), a autora de Harry Potter, "insinuou" em uma de suas entrevistas, veja o vídeo a baixo, e depois acompanhe a tradução em texto logo a baixo:



Tradução:

Steve Kloves: "Havia essa parte no roteiro, quando ele estava no armário debaixo da escada, inventei para ele uma aranha chamada Alastor, com quem ele conversava. E ele pegava soldadinhos quebrados da lixeira e os alinhava na prateleira. Esse exército quebrado que Duda jogou fora. E ele costumava conversar com eles e a questão é que ele parecia ligeiramente louco quando escrevi o primeiro rascunho. Quando Hagrid aparecia, você achava que ele havia saído de sua imaginação por um segundo. Ele havia convocado esse cara."

A autoria J.K. Rowling então completa dizendo: "Acho que esta questão é fabulosa e que conversa com perfeição com a verdade dos livros, porque já me sugeriram, mais de uma vez, que Harry enlouqueceu no armário debaixo da escada e que tudo que aconteceu subsequentemente foi algum tipo de vida fantasiosa que ele desenvolveu para se salvar."

Depois dessa fala da autora, alguns fãs da saga ficaram com um "pé atrás" e outros até decepcionados. Seria Harry Potter, suas aventuras no fantástico mundo da Magia, algo que cresceu com muitas pessoas dessa geração, teria sido tudo uma grande "mentira"? .
Muitos acreditam que com essa declaração, a história de Harry perde totalmente seu sentido. Outros acreditam que J.K. Rowling não deveria ter tocado no assunto, e que foi infeliz em seu comentário, porque esse pensamento não faz o menor sentido dentro do enredo da saga.

Alguns fã ainda defendem que não há nada nos livros, ou nos filmes, que minimamente sugira essa hipótese, mas se você pensar atentamente, levando somente em conta o lado dos filmes, realmente a vários fatores relevantes que sustentam a hipótese de que tudo seria fruto da imaginação conturbada de Harry, como por exemplo o fato de todos em todo lugar conhecerem o famoso "Harry Potter" um menino que todos apenas olhando, já sabem que é, um exemplo claro disto aparece logo no primeiro filme de Harry, Harry Potter: E A Pedra Filosofal, onde até mesmo um centauro na Floresta Negra sabe quem é Harry,  não seria um tanto quanto fantasioso? eu sei que parece ridículo usar "fantasioso" para um filme que se baseia em magia, mas mesmo Harry devendo sua fama a algo ocorrido com Voldemort, aquele que não ousam falar um nome, isto é um tanto quanto forçado. Mas e o fato de a magia começar a interferir e aparecer no mundo dos trouxas(O mundo "real")?, bom, talvez neste ponto Harry estivesse com a mente tão danificada, que a loucura estivesse interferindo na realidade, e Harry não conseguisse mas diferenciar a realidade da fantasia.

 Se você é fã de Harry Potter, lembramos esta é apenas uma das varias teorias que circulam pela internet sobre essa fantástica saga que é Harry Potter, está é apenas a interpretação de algumas pessoas sobre o que a autora disse, se você tem uma opinião diferente, ou tem até mesmo sua própria teoria, ou acha que isso tudo é uma grande bobagem, por favor deixe nós comentários,

Então é isso galera, espero que tenham gostado, se você concorda deixe marcado um bom ou ótimo no final do post, ajuda muito o blog, se não gostou, ou discorda, tem outra opinião, deixe nós comentários, sempre com edução e bom censo, então é isso pessoal, tudo de bom sempre, abraços, e até o próximo post.

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sábado, 16 de agosto de 2014

Coragem, o cão covarde - Apenas uma interpretação que faz sentido

Achei essa interpretação do desenho muito interessante, então tai, estragando infâncias.

Coragem, o cão covarde creepypasta


Todo mundo aqui ama Coragem, o cão covarde certo?, mas quem exatamente é ele? Ele é um cachorro assustado, que faz qualquer coisa para proteger sua casa, Lugar Nenhum.

Onde fica Lugar Nenhum? É um lugar onde não tem nada? Ninguém? Nenhuma esperança? Inferno?

Coragem protege sua casa e garante que ninguém machuque Muriel. Seu mestre senta em sua cadeira e odeia a tudo e a todos. Qualquer coisa malvada que venha atacar ou conquistar Lugar Nenhum, Coragem luta contra. Ele mantém Muriel segura e impede que a casa do Eustácio seja destruída.

Muriel sempre vê uma “cabeça” nova em Coragem, toda vez que algo ruim aparece e ele vai avisá-la, dando-lhe múltiplas "cabeças".

Coragem ficará para sempre em Lugar Nenhum (Inferno), para proteger sua casa, manter Muriel (humanidade) a salvo do mau (Le Quack [avareza], Katz [ira], etc). Seu mestre, Eustácio (Satan), vai comandar e odiar tudo que está em Lugar Nenhum (Inferno)

Ele está preso no meio do Inferno e ama sua casa. Ele é Cerberus, nosso corajoso e covarde cão.

domingo, 10 de agosto de 2014

A Verdadeira História de Alice no País das Maravilhas

Aviso: esta não é uma história que você vá encontrar pesquisando no Google ou em livros.

A Verdadeira História de Alice no País das Maravilhas

A história de Alice é, na realidade, triste. Lembrem-se que os grandes contos de fadas são de outra época, a realidade era diferente e os valores extremamente conservadores. Então, ter uma filha esquizofrênica era considerado uma aberração, um crime. Os pais de Alice decidiram deixa-la em um sanatório, e ela permanecia, na maior parte do tempo, dopada. Quando não estava sob efeito de remédios, era violentada pelos funcionários. A menina tinha apenas 11 anos.

Cada um dos personagens e objetos da história, tem a ver com um desejo ou experiência de Alice.

buraco pelo qual ela entra no País das Maravilhas, é, na verdade, uma janela de seu quarto, onde ficou presa durante toda a vida, pela qual ela desejava sair e conhecer o mundo à sua volta.

O coelho branco, para ela, representava o tempo. Aquele tempo que ela desejava que passasse logo, para que um dia ela pudesse sair daquele lugar. O tempo que ela via passar tão rápido, porém tão lento...

O Chapeleiro Maluco, era outro interno, seu melhor amigo. Alguém que deixava sua vida no hospital menos amargurada, com quem criava várias teorias de como seria a vida lá fora. O rapaz, em realidade, sofria de Síndrome Bipolar, por isso a personalidade do Chapeleiro na história, o mostrava ora alegre, ora depressivo, ora calmo, ora irritado.

A Lebre, companheira do Chapeleiro, era a menina que dividia o quarto com ele. Ela sofria de depressão profunda, e todas as vezes que Alice teve contato com ela, encontrou-a num estado de terror e paranoia.

O gato de Cheshire: um dos enfermeiros, em quem Alice confiou, mas acabou por enganá-la e violenta-la. O sorriso do gato, aquele que é tão marcado, era na verdade o sorriso obscuro que seu agressor abria, cada vez que lhe abusava, e a deixava jogada em um canto de sua acomodação, derrotada, triste e ofuscada.

A Rainha de Copas: a diretora do sanatório. Uma mulher má e desprezível, que não sentia sequer um pingo de compaixão para com os enfermos que estavam sob seus cuidados. Era a favor da terapia de choque e da lobotomia, e por diversas vezes ordenava que os funcionários espancassem, sedassem e prendessem em jaulas os enfermos que apresentavam comportamento que não lhe agradavam.

A Rainha Branca: sua mãe, uma mulher nobre e terna, que sofreu na pele o preconceito de ter uma filha doente, tendo que abandonar a menina em um sanatório, e nunca mais voltar a vê-la. As vagas lembranças que Alice possuía, era de momentos com sua mãe, e o motivo dela pensar que o mundo fora dos muros do hospital era um lugar melhor, era saber que a mãe estava lá, em algum lugar, para lhe cuidar.

Os Naipes: enfermeiros do hospital, apenas seguindo ordens o dia inteiro.

A Lagarta Azul: sua terapeuta, aquela que lhe dava as respostas, que lhe explicava o que acontecia e com quem ela conversava.

Tweedledum e Tweedledee: gêmeos siameses órfãos, que também estavam no hospital. Embora não possuíssem nenhum problema mental que justificasse sua internação, a aparência que tinham era assustadora, por isso foram reclusos.

O Rei de Copas: o médico psiquiatra do hospital. Alguém com complexo de inferioridade, que era incapaz de se opor às ordens da diretora.

Os frascos “Coma-me” e “Beba-me”: as drogas que lhe davam. Por serem extremamente fortes, por várias vezes Alice tinha sensações diferentes e alucinações, bem como se tivesse encolhido ou aumentado de tamanho.

Tudo isso foi criado pela menina como se fosse um mundo paralelo. Uma realidade menos dolorosa daquela em que vivia. Ela já não podia suportar aquele local e tudo o que acontecia com ela ali dentro, então resolveu usar de sua imaginação infantil para amenizar a dor e o sofrimento. A irmã mais velha de Alice, é na verdade uma enfermeira do hospital, a quem a pequena era muito apegada. A enfermeira tinha um diário e nele anotava todas as histórias que Alice criava em sua mente. Todos os dias a enfermeira ia até o quarto da menina e ouvia seus desabafos e as aventuras que criava em sua mente. Sem deixar de anotar uma palavra sequer.

Infelizmente, Alice executa uma tentativa de fuga. Ela não obtém sucesso, e acaba detida pelos funcionários. A diretora furiosa, manda que espanquem a garota e apliquem a terapia de eletrochoque, para que nunca mais volte a se repetir. Após o castigo, Alice torna-se agressiva e violenta, ao ponto da diretora decidir que a única saída para ela, seria a lobotomia.

Alice viveu por muito tempo em um estado de “coma”. Ela nunca mais viveu, sorriu, tampouco falou. Devido a isso, teve seu corpo devastadoramente abusado, tanto, que acabou por ter hemorragia interna devido à violência empregada em um ato de estupro, e veio a falecer.

A enfermeira que escrevia suas histórias em um diário acabou por se afastar do sanatório, e Alice foi imortalizada como a menina sonhadora que viveu aventuras incríveis no País das Maravilhas.


(Nota essa Creepypasta teve uma versão no jogo:Kogama)


Fonte: Medo B


leia também:
Coragem, o cão covarde.

sábado, 9 de agosto de 2014

Bob Esponja - A Teoria

O lado negro de bob esponja
A história real

A mãe e o pai de Bob Esponja eram na verdade irmão e irmã, por isso, quando Bob Esponja nasceu, ele tinha várias doenças como esquizofrenia, bipolaridade e retardamento mental. A bipolaridade o fez ter alterações de humor muito agressivas. Todas as crianças na escola sabiam sobre suas doenças e faziam piada dele por isso. Ele nunca teve nenhum amigo, o que o levou a ser pressionado. Uma noite, enquanto ele estava fazendo sua lição de casa, ele teve uma explosão de raiva, em que resultou nele matando sua irmã mais velha. Ele foi julgado, mas por conta de sua doença mental foi levado a um asilo. Enquanto ele estava lá, sua esquizofrenia começou a tomar conta de sua vida. Ele fez uma cidade chamada Fenda do Bikini e criou seus habitantes isso explica acontecimentos bizarros como fogo em baixo da agua entre outros. Aqui está uma lista dos personagens e o que eles representam em sua vida real:

Patrick Estrela foi feito para representar o seu desejo de um amigo real. Ele também foi feito porque ele sempre quis ter um amigo que fosse mais burro do que ele para ajudá-lo a se sentir melhor sobre seu retardamento mental.

Lula Molusco foi feito para representar os valentões que faziam diversão dele. O amor de Bob Esponja por Lula Molusco representa todas as vezes que ele tentou fazer amizade com os valentões, nunca conseguindo.

Sr. Siriguejo foi feito para representar todos os momentos em que os agressores fingiam ser seus amigos e aproveitando a sua estupidez.

Gary foi feito para representar seus pais, que tinham de viver e cuidar dele.

Sandy foi feita para representar o seu amor pela garota mais popular da escola e de seu sonho de que ela o amasse de volta.

Plâncton foi feito para representar a sua irmã mais velha, que estava sempre o incomodando e tirando sarro dele, coisas que levaram a sua morte.


Você acabou de ler a história real de Bob Esponja, agora vai de você e sua infância acreditar ou não, não desejamos estragar a infância de ninguém, isso é apenas um aviso.


leia também:
Coragem, O Cão Covarde

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A teoria do Ash em coma

Esta história tem mais a ver com o anime do Pokémon, mas mesmo assim, tudo parece fazer sentido. De todos os personagens que Ash conhece e com quem viaja, até o avanço dos Pokemon ao longo das temporadas... Tudo meio que se encaixa nessa história perfeita.


O acidente com a bicicleta (no primeiro episódio do anime) colocou Ash em coma. Dias mais tarde ele foi encontrado e foi levado as pressas ao hospital e tratado com fortes remédios, o que explica porque a Equipe Rocket tornou-se menos perigosa. Os remédios fizeram efeito e estabilizaram o seu coma, tornando os sonhos, antes assustadores, agora agradáveis, permitindo a ele viver as suas fantasias de mestre Pokémon.

Após os primeiros episódios, a série é o resultado do subconsciente de Ash realizando seus desejos, alem de tentar escapar da realidade. Se Ash perceber que está em coma, ele iria acordar, mas sofreria dano cerebral, portanto ele tem de derrubar todas as suas barreiras mentais uma por uma ate que ele possa entender a si mesmo e escapar do coma (já que sua mente não vai deixá-lo escapar ate que ele aceite a si mesmo).

Mais evidencias vem do fato de que apesar das suas jornadas levarem-no a vastas distancias, ele nunca anda de bicicleta por ter desenvolvido uma fobia.

O coma e a fantasia também explicam porque ele não muda muito fisicamente. Também explica o socialismo mundial, pois ele imaginou um sistema de governo seguro que iria operar suavemente e manter o mundo 'girando', permitindo que as suas aventuras ocorram do jeito que ocorrem. Também explica como uma criança pode sair sozinha em um mudo cheio de perigosos e selvagens animais, e porque toda cidade tem a mesma policial e todo centro Pokémon tem a mesma enfermeira. Joy e Jenny ele conhecia de sua cidade, e elas agem como uma rede de segurança ou âncora, permitindo a ele se sentir seguro não importa onde ele vá. Joy e Jenny representam estabilidade. Os professores representam os ideais de Ash, e é por isso que Gary vira um professor. A fantasia também explica porque toda vez que ele entra uma nova região, praticamente ninguém ouviu falar dele, apesar de suas conquistas. Como poderia Paul, o rival da região de Sinnoh, não conhecer alguém que ficou pelo menos entre os 16 primeiros nas 3 ligas e aniquilou a Liga Laranja e a Batalha da Fronteira?

Continuando para os personagens próximos a ele, os parceiros de viagem de Ash são os aspectos de si que ele aprecia, mas não gosta de associar a si. Brock é a sexualidade reprimida de Ash. Ash entrou em coma ainda virgem e precisava de uma válvula de escape para suas crescentes frustrações sexuais; como ele nunca experimentou o sexo, Brock nunca deve conseguir também. Mas Brock não é só a projeção da sexualidade de Ash, ele também é uma projeção dos instintos paternais de Ash. Brock deixa seus irmãos para sair em uma jornada com Ash porque Ash não consegue lidar com tanta responsabilidade na sua idade. A permanência de Brock com a professora Ivy foi uma tentativa de suprimir sua sexualidade. Você pode perceber que James teve muito mais diálogos durante essa parte da série, alem de ser muito mais sensível e emocional com seus Pokémon e revelando a maioria de seu passado. Ash não gostou muito disso, portanto Brock retorna horrorizado e recusa a falar sobre o assunto (o subconsciente de Ash estava reprimindo ele durante aquele tempo, então ao invés de um sentimento de medo, ele não sabe o que aconteceu). Mais evidencia de que Brock é a sexualidade de Ash é que ele retorna a série sempre que Ash descobre um novo aspecto feminino de si mesmo.

Misty é o primeiro desses aspectos que encontramos. Como ela é a primeira e porque ele é apenas um aspecto de Ash são explicações para o porque de Misty ser tão presente na série mas é, no fim das contas, inalcançável (porque ele praticamente não conhecia ela antes do coma). Como Misty é o seu primeiro interesse amoroso, mesmo que subconscientemente, ele precisava que ela crescesse mais. Ele achava que pessoas
só poderiam haver relacionamentos após ficarem adultos. Na pratica, porem, ele descobre que não consegue lidar com isso (por não ter experiência no mundo real) e quer a Misty agressiva e arrogante que ele conheceu, portanto não deixando ela ficar com o Togepi. É notável nessa parte da história um abuso constante para com a sua sexualidade (Brock), e o eventual amansamento até que ela acaba ficando por trás dos panos. Como Ash era muito apegado a ela, isso foi traumatizante e após essa experiência, todos ao seu redor que ameace ficar mais maduro rapidamente acaba saindo e dando lugar a um substituto mais inocente.

Gary Carvalho é o que Ash deseja ser. Gary queria ser o melhor, conseguiu isso, e depois retornou a uma vida normal. Ash precisa que alguém
seja bem sucedido em seu mundo ou então ele não poderá validá-lo e ele começará a questionar porque ele está onde está. É uma armadilha do
subconsciente para evitar que ele fique ciente de sua situação. Sua mente deve ter concluído que o descobrimento do coma por Ash imediatamente o tiraria dele, causando dano cerebral, então ele pegou algo que Ash já gostava e com ele construiu um caminho seguro que o levaria  para fora do coma. Porém, Ash é muito complacente para manter-se de pé e lutar para sair da sua situação, e, portanto, não pode escapar. Por isso ele continua encontrando Pokémons lendários. É a forma que a mente usa para mostrar a ele que ele pode fazer grandes coisas se ele tentar, e é uma forma de encorajá-lo a seguir adiante.

A Equipe Rocket são as qualidades de si mesmo que Ash acha ser negativas mas está vindo a aceitar. Jesse e James querem agradar Giovanni, o pai de Ash, e Jessie engana o submisso James em executar seus planos para conseguir isso. Meowth (Nota: a p***** do gato lá que fala, pra quem não sabe. Vulgo miau) especialmente quer agradar a ele porque ele lembra dos bons tempos com Giovanni. Isso coloca Meowth em uma categoria conhecida como a inocência (corrompida) de Ash. Isso é aparente porque Meowth pode falar. Na verdade, a motivo de Meowth poder falar é para que Ash possa eventualmente aceitar os aspectos da Equipe Rocket como partes de si mesmo.

Ash tem problemas com seu pai, então ele o colocou na liderança da organização do mal e o satanizou. Pode até haver uma Equipe Rocket (no mundo real) mas dificilmente o pai de Ash é o líder deles. Ash provavelmente acredita que a separação entre seus pais foi parcialmente culpa sua, mas também culpa parcialmente seu pai. A separação fez sua mãe sair da cidade e ir para Pallet e é a razão inicial para Ash sair em sua jornada: escapar do caos da sua casa. Mas toda a Equipe Rocket, incluindo Butch e Cassidy, simbolizam sua incapacidade de escapar das armações de seu pai.

James é a homossexualidade implícita (o que necessariamente não torna Ash homossexual) e ingenuidade, e Jesse é a vaidade e manipulação. Como Meowth tem potencial para se curar, e não quer ser do mal, isso novamente encaixa na teoria das personalidades conflitantes e odio próprio. A Equipe Rocket se traveste (Nota: não no sentido de serem travestis, mas sempre nos planos deles quando eles usam disfarces,
James se veste de mulher, e a Jesse se veste de homem) porque Ash está explorando sua sexualidade (uma faceta diferente da que Brock representa) e isso é um método que permite seu lado gay/ vaidoso experimentar livremente. Quando ele percebeu que isso (travestismo) não era algo para ele, o seu lado livre parava de experimentar com isso.

Max veio com May. Ele representou o Ego e ela representou o Id com grandes ambições naquela sessão. (Nota: da uma googlada que você entende do que se trata. Só Freud explica, literalmente) Eles trabalharam durante um tempo, mas como Ash é um adolescente, sua sexualidade tinha que retornar. Ele continuou a se reinventar e eventualmente escreveu novos aspectos de si, mas sua mente lentamente trouxe os velhos de volta como um suporte para tornar a transição mais fácil.

Dawn é Ash dando a si mesmo uma chance para amar. Como ele já estabeleceu Misty como alguém que ele não vai a lugar nenhum, ele criou uma nova garota, uma que era mais parecida com ele, e menos
violenta. Você pode notar que enquanto May e Misty não toleravam Brock, Dawn parece ignorá-lo.

Tracey, o criador, era um futuro possível para Ash que ele descartou. Esse futuro era um em que ele saia para trabalhar com o professor (a visão de Ash de um pai perfeito) quanto Tracey corrompeu a dinâmica que Ash tinha com suas outras possibilidades. Com a mente de Ash lutando contra o coma e Ash vendo essa pessoa como um companheiro, Tracey foi rapidamente substituído por um rival mais ameaçador.

Pikachu representa a humanidade de Ash, por isso que há os episódios em que eles se separam e Ash quer desesperadamente encontrá-lo, ao ponto de trabalhar junto com a Equipe Rocket (aspectos de si que ele normalmente não se associaria). A Equipe Rocket quer roubar o Pikachu e dá-lo a Giovanni. Jesse e James vão sempre se opor a Ash porque o mero pensar de que sua humanidade está nas mãos de seu pai assusta Ash. Porem, essa é a mesma razão que faz com que ele trabalhe com essas partes de si para evitar que sua humanidade seja perdida. Ash não conseguiu evoluir Pikachu porque isso significaria desafiar o conceito de quem ele era, o que o deixaria inconfortável enquanto ele ainda enfrenta seus problemas iniciais.

O narrador é a manas superior de Ash (Nota: um conceito da teosofia. Google explica), recapitulando e explicando o progresso que ele fez e o que ele vai encarar pela frente, permitindo a si mesmo observações sobre qual a melhor forma de o acordar.

Os métodos da Equipe Rocket gradativamente ficam mais e mais engraçados/absurdos porque Ash é apenas uma criança imaginando essas coisas. Por isso todo mundo acredita nos disfarces da Equipe Rocket. Ele sabe que são eles (pelo menos no subconsciente), mas escolhe ignorar isso para que ele possa melhorar a si mesmo. De certa forma, o Ash que quer escapar está sabotando o Ash que quer ficar perdido em sua mente para que possa haver mais conflito, e possivelmente a eventual fuga. A fuga sendo conseqüência de finalmente aceitar quem ele é, pois, como mencionado anteriormente, a Equipe Rocket é a forma de Ash lidar com aspectos que ele se sente desconfortável de lidar sozinho.

Você pode lembrar que no início da seria existiam animais e referencias a animais. Por exemplo, o peixe no aquário do ginásio de Cerulean, ou que a Pokedex descreve Pikachu como similar a um rato. Esses animais não importam para a psique de Ash e portanto não vem muito a tona. Se Ash adorasse cachorros, tudo seria sobre diferentes raças de cães, e torneios de luta entre cães, mas enquanto a serie prossegue, você vê menos animais e mais Pokémons. Isso pode ser um sinal de que a mente de Ash está se deteriorando. Como ele está em coma, ele está esquecendo de alguns animais e máquinas e os substituindo por Pokémons. Isso pode explicar coisas como Pokémons elétricos funcionando como geradores de energia; esses são sinais de que a sua memória do mundo real está escapando cada vez mais conforme o tempo passa. O reino dos Pokémons será idealizado continuamente já que ele não tem estímulos do mundo real. A mente de Ash pode ou não estar deteriorando, mas ele está ficando cada vez mais acostumado as regras do seu mundo de mentira. Os Pokémons são as racionalizações para o funcionamento de sua fantasia. É a síndrome foi um mago quem fez. Se ele não sabe como que algo funciona, suam mente diz Pokémon.

Os Pokémons na equipe de Ash, porem, servem para mostrar os problemas e aspectos de si. Por exemplo, Charmander representa o seu ímpeto sexual (não sua sexualidade, como Brock). Inicialmente é uma coisa fácil de controlar, mas eventualmente se transforma em um inferno de chamas de desobediência pois Ash não entende sua sexualidade e portanto não tem como aliviar ela ou mantê-la em níveis normais. Bulbasaur (Nota: Bulbassauro) era sua recusa em mudar, refletida em quando ele decide não evoluir e quase
ficou para trás ao menos que Ash batalhasse contra ele. Squirtle era sua vontade de seguir os outros, evidenciado pela gangue que ele andava, apesar de ele ser o chefe da gangue, eles eram vistos como um grupo, e o subconsciente de Ash apenas lhe deu o mais forte. Butterfree era sua esmagadora solidão, o que ele conseguiu resolver quando ele soltou o Pokémon para se juntar a um bando. Os seus Pokémons tipo Voador são sua imprudência, sempre disposto a sacrificar algo sem aviso para vencer. Quando Ash está trocando Pokémons, é uma tentativa de empurrar seus próprios problemas para outra pessoa; porem, ele percebe isso e normalmente troca de volta rapidamente.

Não só os Pokémons de Ash são manifestações de diferentes partes de si mesmo, os Pokémons de outros treinadores são também. Koffing e Ekans simbolizavam a vontade da Equipe Rocket de mudar, por isso eles evoluem. Quando a sua mente pode superar essa barreira e permitir a eles mudar uma vez, isso deu a ele a chance de realmente mudar.

Uma nota interessante é que Pupitar é uma racionalização: um Pokémon que um rival pegou antes de encontrar ele. Até Ash acharia estranho se todo mundo que ele encontrasse não tivesse nada dos lugares que essa pessoa visitou antes.

Outros treinadores são formas mais diretas dos seus problemas; são os que ele tem que ou aceitar ou simplesmente suprimir. Lideres de Ginásio são aspectos mais primários de sua personalidade, com cada Pokémon sendo mais forte que o ultimo, para mostrar um nível de habilidade que ele pode ter caso ele se dedique. Na verdade, ele está batalhando com uma parte dele que ele não gostaria de ter sob controle. Originalmente, Ash tinha as batalhas, que evoluíram em batalhas em equipe e concursos. A explicação para isso é que os problemas de Ash ficaram cada vez mais complexos. O fato que ele usa problemas que ele já dominou para vencer são sinais de que ele está ficando mais forte.

Ash solta seus Pokémons porque sua mente está forçando ele a se livrar deles. Assim que ele treina um time extremamente forte, um torneio chega, e após todas as lutas do torneio ele tem que ir a uma nova terra para novos desafios. Mas com um time extremamente forte, não haverão desafios, e não haverão formas de motivá-lo a ir além, então a parte de Ash que quer ficar em coma e continuar a jornada se livra de seus problemas solucionados ara que ele possa continuar e superar os não solucionados. Isso é essencialmente sua mente forçando ele a resolver seus problemas.

Os rivais de Ash e a Elite dos Quatro são a parte mais forte desse ciclo. Possuindo Pokémons praticamente imbatíveis, eles representam o que pode e o que não pode ser obtido. Os rivais de Ash são todos possíveis futuros que ele imagina para si (perceba que todos eles são mais velhos que ele). Isso iniciou com Gary, alguém que Ash conhecia da vida real e acabou virando quase um deus em sua mente, mas Gary progrediu e mudou para acomodar a visão de Ash de si próprio e seu maior desejo, eventualmente virando um professor após vencer a Elite dos Quatro. Com Gary aposentado, sua mente precisava de um novo rival para ele, daí o nascimento de Richie (a boa parte de sua rivalidade) e Paul.

Paul é a ultima tentativa da mente de Ash de tirá-lo do coma, para forçar Ash a entender que esse mundo perfeito não é a melhor opção ou caminho para acordar. Paul é a sombra de Ash, uma pessoa que quer sempre se esforçar cada vez mais, e a parte dele que vai fazer de tudo para escapar desse mundo do coma.

Mewtwo é uma nova forma de tratamento, feita com impulsos elétricos e uma maquina para tentar fazer Ash acordar, derrubando todas as suas barreiras mentais (os Pokémons do primeiro filme). Na mente de Ash, Mewtwo e seus clones eram (no mundo real) o tratamento para os sentinelas mentais que estavam protegendo Ash e mantendo-o em coma: os Pokémon do seu mundo. Os clones eram a oposição aos problemas que Ash achava ter solucionado, portanto cada um apareceu para Ash como a cópia exata da sua defesa. Os clones não jogavam pelas regras do mundo de Ash, eles não usavam nenhum golpe especial dos Pokémon; eles apenas derrotavam suas contrapartes através de força bruta. O tratamento estava funcionando.

Houveram efeitos colaterais. As descargas elétricas começaram a afetar o sistema nervoso de Ash, e se o tratamento continuasse, ele seria paralisado. Sua mente manifestou isso no mundo imaginário quando Ash foi petrificado. Se não fosse pelo fim do tratamento pela mãe de Ash (que sabia que seu filho não queria viver em um mundo que não poderia explorar), Ash poderia continuar petrificado para sempre. Depois disso, Ash precisava se recuperar dos danos causados pela terapia. Para reduzir o perigo que a consciência de Ash sentia disso, seu subconsciente começou a diminuir o efeito da eletricidade em seu mundo, o que explica porque os ataques elétricos de Pikachu, antes destacados pela sua potência pela Equipe Rocket, não tem mais nenhum efeito em Ash, alem de ser motivo de piadas.

Como podemos ver, Ash pode muito bem ter ficado aprisionado nesse mundo para sempre. Mas como todo sonho, como tudo, existe um início e um fim. Na sala do hospital, vemos Delia, entristecida, falando com um doutor com uma expressão sinistra no rosto. Ele diz que o plano de saúde acabou, e o garoto não teve mudança na atividade cerebral em sete anos. Diz também que o choque do desligamento das máquinas tem uma pequena chance de fazê-lo acordar. Ela concorda, em lágrimas.

De volta ao mundo de Ash, ele finalmente derrotou a Elite dos Quatro, e um por um, as pessoas ao redor dele começaram a desaparecer. Eventualmente, tudo está preto. Pikachu corre até ele, brilhando cada vez mais na escuridão. Finalmente, ele alcança Ash e os dois se abraçam uma ultima vez.

De volta a sala do hospital, seus sinais vitais diminuindo, Ash murmura suas ultimas palavras.

Eu... quero ser... o melhor...

Ele vai morrer, sem nunca realizar o seu sonho, exceto o fracasso em seus sonhos. Quando ele voltou a realidade, ele percebeu toda a mentira que aquilo era, percebeu que era tudo imaginação. Sabendo que seus esforços, ambições e amigos eram nada, ele desistiu.

Enquanto ele fala sua ultima frase, ele abre um pouco seus olhos e vê a silhueta de sua mãe, seu rosto coberto pelas suas mãos que limpam as lágrimas. Eles olham um nos olhos do outro, e uma ultima descoberta lhe vem a tona antes de ele perder toda sua força.

Ele vê que sua mãe sempre teve a esperança de que ele iria recuperar-se todo esse tempo. Ele a vê e percebe que a esperança dela foi quebrada ao perceber que ele viveu mais que seu único filho. Ele morre sabendo que ele é amado, mas isso significa que a pessoa mais próximo e mais real para ele está completamente arrasada.


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