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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Alimente O Porco

Abri meus olhos devagar. 
Minha cabeça parecia flutuar e uma dor maçante cercava minha garganta. Sentia sede. Isso foi a primeira coisa que notei. 
Umedeci meus lábios secos enquanto os meus arredores desvaneciam de foco. Meu corpo doía e percebi que estava amarrado firmemente a uma cadeira de metal no meio de um quarto vazio. A paredes de concreto estavam manchadas e sujas, debaixo dos meus pés descalços estava molhado e frio.

Havia uma única lâmpada, balançando do teto por uma corda. Projetava uma sombra em movimento. Uma porta aberta está diante de mim, mas não conseguia ver nada além de uma parede de um corredor.

Tentei clarear minha mente, tentei lembrar como havia chegado ali. Fechei meus olhos com força e me forcei a não entrar em pânico. Diminuí a velocidade da minha respiração e foquei em meus pensamentos, tentando me forçar a lembrar o motivo para eu estar ali.

Eu não lembrava de nada.

Abri meus olhos e soltei o ar, minha garganta latejante ressecada. Podia ouvir sons ecoando pelas paredes de fora do corredor. Gritos, batidas, urros, todos muito distantes, mas isso não ajudou a acalmar meus nervos.

"Olá?!" Falei alto, as palavras parecendo romper minhas cordas vocais. Senti meu peito se contrair pela dor, mas pigarreei e gritei de novo.

"Tem alguém aí?! Olá?!"

O corredor escuro continuou silencioso exceto pelos ecos constantes. Calei a boca e tentei me desvencilhar de minhas amarras, mas a corda estava amarrada de um jeito impossivelmente apertado. Lutei contra minha imaginação que enchia minha mente de cenários horripilantes do que me esperava. Se eu conseguisse lembrar pelo menos de alguma coisinha!

De repente, passos surgiram da porta, em um padrão rápido de pés pequenos. Minhas esperanças se renovaram e voltei minha atenção para a porta, rezando que fosse ajuda.

Um menino correu para dentro da sala, usando um onesie vermelho, dos tipos que vem com meias acopladas. Sobre seu rosto estava uma máscara de plástico de Diabo. Os buracos dos olhos revelavam duas bolitas azuis enormes, olhos que me me olhavam com curiosidade. Meio atordoado, abri a boca para falar algo quando notei que algo estava estranho. Seus olhos eram enormes, impossivelmente redondos e esbugalhados. Fez com que um arrepio agoniante descesse por minha espinha, mas deixei de lado. A criança poderia me libertar.

"Ei!" Cochichei, urgentemente, "Ei menino, você pode me tirar daqui?!"

O garoto deu um passo para frente, virando a cabeça de lado, mas ainda em silêncio.

Sacudi meus braços amarrados contra a cadeira, "Me solte, por favor, eu não devia estar aqui, alguém cometeu algum erro!"

O garoto me observou por de trás da máscara e parou bem na minha frente. Se inclinou para frente, sussurrando, sua voz como seda molhada, "Você fez uma coisa ruim..."

Confuso, sacudi a cabeça, " Não! Não, isso é um erro! Eu não fiz nada!"

Os enormes olhos azuis se encheram de tristeza, "Ah, você fez sim, algo muito, muito ruim..."

Sacudi novamente a cabeça, mais violentamente, "Não! Me perdoe! Eu não lembro, por favor, me deixe sair dessa cadeira!"

Subitamente, antes que eu ou ele pudéssemos falar qualquer coisa, um homem veio correndo para a sala. Ele era gordo e vestia um macacão, seu rosto enrugado revirado em raiva acumulada. Em seus braços segurava uma espingarda de cano curto.

"Não fiz nada!" Chorei enquanto ele avançava em nossa direção, minha voz oscilando, "Eu não devia estar aqui!"

O gigante me ignorou e agarrou a criança e colocou-o contra a parede. O menino grunhiu quando suas costas bateram no concreto e seus olhos se levantaram para encontrar o homem grisalho.

Sem dizer uma palavra, o homem ergueu a espingarda, colocou contra a testa do garoto e estourou-lhe os miolos. Pedaços de cérebro respingaram nas paredes com um choque que me socou no estomago como uma soqueira de ferro. Havia um zumbido em meus ouvidos e o tempo parecia ter parado enquanto eu assistia o corpo sem cabeça sucumbir ao chão.

O ar voltou para os meus pulmões e o tempo pareceu voltar.

"JESUS CRISTO DO CÉU!" Gritei, lutando contra as amarras, meus olhos quase caindo do rosto de tanto pavor, "QUE PORRA É ESSA?!"

O homem ignorou meus gritos enquanto se curvava para recolher o corpo. Jogou o cadáver dilacerado sobre os ombros e saiu pela porta.

Logo, o corredor irrompeu em risadas maliciosas, um coro de vozes ululando em alegria. Fechei meus olhos, um som era ensurdecedor que preenchia meus poros com terror.

Minutos depois, a risada se dissipou e cautelosamente abri meus olhos, sem acreditar no que acabara de presenciar.

"Olá."

Dei um pulo quando percebi que outro homem estava diante de mim. Ele vestia uma camiseta branca de botão simples e uma calça jeans. Seus cabelos castanhos estavam cortados bem curtos e parecia ter uns trinta e poucos anos. Seus olhos verdes eram vazios e sem vida, seus lábios grossos repuxados para baixo nos cantos.

"O que está acontecendo? Onde estou?!" Chorei, o medo queimante se acumulando em meu estômago.

O homem cruzou os braços, "Então você é o novato, uh?" Balançou a cabeça, "O seu tipo me enoja."

Haviam perguntas na ponta da minha língua, mas ele balançou os braços, mandando eu ficar calado.

Ele passou a língua pelos dentes superiores, "Parece que você já viu alguns dos horrores que se abrigam nesse lugar, né? É, posso perceber pelo seu olhar. Está aterrorizado. Já viu algo, não é mesmo? O passado não parece tão ruim agora, né? Você está aqui só a cinco minutos e já está cagando nas calças."

"Onde estou?" Arfei, sem conseguir mais ficar calado, "O que vocês querem comigo?"

O homem segurou as mãos atrás das costas, "Aposto que você está querendo sair daqui, não quer? Aposto que você quer voltar para casa, para a sua família, tudo."

"Por favor," eu o interrompi, "Seja lá o que eu tenha feito para você... eu sinto muito, de verdade, mas eu não lembro!"

O homem revirou os olhos, "Você não fez nada para mim. Fez para você mesmo. Realmente não se lembra de nada?"

Balancei a cabeça negativamente e senti lágrimas nos meus olhos, medo líquido.

Ele me olhou com desprezo, "Você esperou que sua mulher saísse para o trabalho e então foi para o galpão e se enforcou. Você está morto."

A memória recente surgiu como um monstro de um pântano. Não importava o quanto eu quisesse negar... ele estava certo. Eu tinha me matado. O fato passou pelo meu cérebro como um trem-bala e me deixou pensativo.

"Meu nome é Danny, a propósito", falou, ignorando minha cara chocada, " E eu sou o número dois aqui. Eu tomo conta do processo de orientação. Quero que seja rápido porque estou de

saco cheiro de ter que repetir isso para vocês, suicidas patéticos. Você tem direito a uma pergunta antes de eu começar."

Ele me olhou de cima a baixo e eu tentei organizar meus pensamentos embaralhados em algo coeso. Era tudo aterrorizante. Por que eu havia me matado? Lutei contra o pânico e lentamente a névoa da confusão foi se dissipando. Eu havia acabado de perder meu emprego. Sim... esse foi o começo. Apertei meus olhos e forcei que outras memórias surgissem. Eu tinha acabado de perder meu emprego e estava prestes a perder a casa. Minha esposa... Tess... descobriu o que estava acontecendo e ia me deixar. Eu não tinha para onde fugir, não tinha outra opção. A demissão veio do nada e não tinha economias guardadas. Estava falido, logo me tornaria um sem teto, e minha esposa me odiava por isso. Mas havia outra coisa... sim... é, tinha mesmo. Ela estava me traindo. Eu havia lido algumas mensagens em seu celular enquanto ela dormia a noite e confirmei minhas suspeitas. Minha vida tinha se transformado em merda e não havia mais opções para mim. Humilhado e envergonhado, decidi que a morte era minha única saída.

"Ei, seu fodido, você tem uma pergunta ou não?" Danny falou, estalando os dedos na minha cara.

Voltei a realidade e perguntei a única coisa que importava.

"Aqui é o Inferno?"

Danny bufou, "Sempre a mesma pergunta." Ele começou a andar para lá e para cá na minha frente, "Não, aqui não é o inferno. Também não é o céu. Aqui é a Fazenda Negra. E não, não fui eu que nomeei assim. Aqui é onde Deus manda as almas que tiraram sua própria vida. Suicidas. Entenda, ele não sabe muito bem o que fazer com vocês e bem... nem o Satã sabe. Existem pessoas que são genuinamente boas que se matam. Parece cruel mandá-las para o Inferno por toda eternidade por um momento de fraqueza, sabe? Pessoalmente, só acho que Deus e Satã estavam cansados de discutir sobre isso. Então, bem, eles mandam vocês para cá, para a Fazenda Negra."

"Foi... foi Deus que criou esse lugar?" Perguntei, ficando cada vez mais confuso.

Danny cuspiu no chão, rindo, "Claro, em algum momento. Mas ele perdeu o controle quando colocou O Porco no controle."

"O que é O Porco?" Perguntei, mas em dúvida se queria mesmo saber a resposta.

Danny levantou uma mão, irritado, "Porra, posso terminar de falar?! Deus criou esse lugar, éons atrás, colocou O Porco no comando, e então esqueceu daqui por um tempo. Bem, quando virou as costas, O Porco decidiu usar seus novos poderes para tentar criar seu próprio mundinho. Essa bagunça que você está vendo à sua volta, é as sobras fraturadas deste experimento. A Fazenda Negra era bem legal antes, mas O Porco queria que as coisas fossem diferentes. Queria criar sua própria visão. Esses seres que você vê, esses monstros? São tentativas do Porco de criar vida funcional. Ao invés de replicar a terra de Deus, essas criações mutantes e horríveis são cheias de pecado e ódio. Estão desenfreados aqui, inabaláveis. Esse lugar é um caos. A Fazenda Negra é um circo de aberrações e monstros. E é a sua eternidade."

Medo fervilhou em meu estômago como óleo quente. Não. Não, isso não podia ser meu fim. Eu não acreditava em coisas daquele tipo. Não é real! Logo eu acordaria e percebera que foi apenas um pesadelo. Tem que ser!

Danny se pôs na minha frente e me deu tapinhas gentis no rosto, "Ei, ei! Não entre em histeria ainda. Não terminei aqui."

Levantei meus olhos marejados para encontrar com os dele.

Danny sorriu, "Você sempre pode alimentar O Porco."

Minha respiração parecia queimar meus pulmões, "O-o que você que-quer dizer com isso?"

Danny abriu os braços, ainda sorrindo, "É simples assim. Alimente O Porco. Se você alimentar, há uma chance dele te mandar de volta a vida."

"E o-o que acon-acontece se ele nã-não mandar?", gaguejei.

"Você será mandando para o Inferno. Então jogue a moeda, se tiver uma. Fique aqui conosco ou alimente O Porco. Se escolher ficar... te deixo ir para lá," apontou para a porta, "Mas te asseguro... o que te espera no fim do corredor... bem... vamos dizer que o inferno não é tão pior que isso."

Engoli seco, tentando dar o meu melhor para digerir tudo aquilo. Porque eu não tentaria alimentar O Porco? Seja lá o que isso signifique. Se ainda existia um resquício de esperança, eu o faria. Uma eternidade nesse lugar, na Fazenda Negra, no inferno ou... ou alimentar O Porco? Eu faria qualquer coisa para voltar. Esse pesadelo fazia meus problemas parecer nada.

Danny levantou a mão antes que eu pudesse falar, "Vou deixá-lo pensando um pouco. Volto mais tarde."

"Eu quero alimentar O Porco!" Gritei, sem querer passar mais nenhum segundo naquela sala. Pude ouvir uma mulher gritando no fim do corredor, seu choro aumentando enquanto algo carnudo batia contra ela. Meu respirar dava pontadas agudas em meus pulmões e minha garganta ardia. Danny notou o som e sorriu abertamente.

"Que som horroroso, né?" Falou suavemente enquanto a voz da mulher partia-se em agonia. Algo ainda estava batendo contra ela, o som da carne espancada fazendo minha imaginação se inundar com pesadelos.

"Por favor," arfei, " Só... só meu deixe alimentar O Porco. Não quero ficar mais nem um segundo aqui."

Danny se virou e foi andando, "Vou voltar mais tarde. Aproveite o seu tempo sozinho. Pense com carinho na sua situação. Pese suas opções. E lembre-se.... foi você que se pôs aqui."

E com isso, foi embora, me deixando no quarto mal iluminado.

As lágrimas rolavam por meu rosto.

A mulher continuou a gritar por horas.


***


Em algum ponto, eu caí em um semissono. A escuridão da sala parecia me pressionar e meus olhos se fecharam. Meu corpo doía e minha garganta era um círculo de fogo. A sede se instalara na minha garganta como um caco de vidro. Meus lábios pareciam papel amassado. Em minha cabeça, estouros de trovões. O quarto saia e entrava em foco e minha mente vagava pelos sons horripilantes que nunca cessavam.

Estava perdido em um nevoeiro, sem perceber que algo estava deslizando para dentro da sala até que senti uma fincada forte no meu dedão. Saí de meu torpor enquanto meu pé descalço pulsava em dor. Gritei e tentei me mexer, mas minhas amarras eram firmes.

O foco da minha visão voltou e pisquei em agonia enquanto sentia o sangue escorrer por entre meus dedos. Olhei para baixo para ver a fonte de minha dor e senti um grito se formando na minha garganta.

Olhando lá debaixo para mim, estava um homem sem braços. Ele se arrastava pelo chão como um verme, sua cabeça careca cheia de cicatrizes e sujeira. Suas pernas estavam presas bem juntas por arame farpado, forçando-o a se remexer pelo chão para se mover. Seus olhos não tinham pálpebras e estavam bem arregalados, duas bolas brancas avermelhadas que me fitavam famintas. Seus dentes tinham sido removidos e substituídos por grandes parafusos que saiam de suas gengivas como uma formação rochosa irregular.

Em volta de seu pescoço estava uma coleira de corrente, a qual segui com os olhos pelo chão até a porta aberta. A ponta da coleira estava sendo segurada por um homem alto e nu. Não tinha pelos e era flácido, coberto em cicatrizes similares de seu animalzinho de estimação. Uma sacola suja tinha sido colocada sobre sua cabeça e não pude ver muito de seu rosto, a não ser pelo olho vermelho que espiava pelo único furo da sacola.

Ele me olhou e agarrou seu pênis inchado, sua respiração pesada. Enquanto o homem sem braços se remexia até mim de novo, seu dono começou a se masturbar. Eu gritei quanto a boca cheia de parafusos me mordeu de novo, mas meus berros pareciam estimular ainda mais o homem nu.

"Sai de mim! Pare!" Gritei, horrorizado. Tentei chutar o homem, dando meu melhor para evitar os metais afiados. Dei com o calcanhar no topo da cabeça e ele gritou quando sua cabeça bateu contra o chão.

Um gemido de prazer escapou da boca do homem da sacola e me virei enquanto uma névoa preta pulverizava o chão. Houve um remexer de correntes e me virei novamente para vê-los indo embora, o homem sem braços sendo arrastado pelo pescoço. Olhei para onde o homem nu havia ejaculado e vi uma poça de formigas mortas. Vomitei em mim mesmo, uma mistura de bile e outros fluídos.

"EU QUERO SAIR DAQUI!" Gritei, vomito escorrendo pelo meu queixo, "EU NÃO PERTENÇO A ESSE LUGAR!"

Ouvi os dois homens irem embora pelo corredor, o som das correntes acompanhados pelo da carne sendo arrastada pelo concreto. Gritei de novo, mas sabia que ninguém ia me ajudar. Cuspi uma mistura de catarro com bile no chão, livrando minha boca do azedume. A força, tentei me acalmar. Não foi fácil.

Depois de um tempo, ouvi outra pessoa se aproximando. Eu estava em um período de calmaria miserável, minha mente era uma tela branca em um mar negro, mas o barulho me retirou do transe. Os músculos dos meus braços queimavam por estar amarrados por tanto tempo e eu o estimulava desesperadamente, tentando me preparar ao máximo para o próximo horror que entraria por aquela porta.

Os passos se aproximavam e então uma mulher entrou na sala. Ela parou na porta e olhou para mim. Ela não tinha um olho, era apenas um buraco cavernoso em seu crânio. Seu cabelo era bagunçado e selvagem, um emaranhado marrom como um ninho esquecido. Sua pele era pálida e suja, e estava vestida em farrapos. Não consegui descobrir sua idade, mas havia maturidade no olho que sobrara.

“Ainda pensando? ” Me perguntou, com sua voz quebradiça e amaldiçoada.

“Que? ”

Ele deu um passo em minha direção, “Você ainda está se decidindo se vai alimentar O Porco ou não? ”

Olhei cautelosamente para ela, “É.... estou. Quem é você? O que você quer?

“Uma vez estive na sua posição, ” disse, “tentando decidir meu destino. Mal podia acreditar que isso tudo estava acontecendo... que é isso que acontece depois que morremos. Não foi assim que eu aprendi... a religião não me avisou sobre esse lugar. ”

Tentei me soltar mais uma vez antes de perguntar, “Você também se matou? Você é uma pessoa como eu? Não é uma daquelas... criações? ”

Ela riu, “Quebra meu coração saber que você tem ainda que perguntar, ” ela tocou o buraco que um dia fora seu olho, “Mas entendo sua cautela. Sim, sou uma suicida. Estou aqui a muito, muito tempo. Mas essa foi uma escolha minha. Decidi que preferia ficar aqui. ”

Gesticulei com a cabeça em direção da porta, “O que tem lá fora? O que é esse lugar? ”

Ela suspirou longamente e se apoiou na porta, “Mal consigo descrever esse lugar. Não existe nada igual, nada que você já tenha vivenciado. Você sai do corredor e vai para... lá para.... e...” Ela engoliu a seco, “Você tem que ver para entender. ”

“É muito ruim? Porque essas pessoas mutantes estão machucando e matando uns aos outros? ” Perguntei.

Ela deixou a cabeça encostar na parede, “Levariam anos para você entender completamente esse lugar. Anos que você não tem. Agora você tem que fazer uma decisão. Fique ou Alimente O Porco. Eles dizem que o inferno é pior que aqui, mas não pode ser tão pior. Monstros e Suicidas rodeiam a Fazenda Negra... matando, estuprando, brutalizando... e então você acorda se perguntando quanto tempo consegue sobreviver até que alguém te mate. É um ciclo infinito. ”

“Então por que você ficou? ” Pressionei-a, “Por que não alimentou O Porco? Eu nem sei o que isso significa, mas faria qualquer coisa por uma chance de voltar. Não poso ficar aqui... simplesmente não posso! ”

Ela sorriu tristemente para mim, “Por que? Por que escolhi isso? É bem simples, na verdade. Sou covarde. Eu era covarde em vida e sou covarde em morte. Quando chegou a hora, escolhi ficar aqui. Eu não sabia o que me esperava lá fora. Se resumiu a uma simples escolha feita pelo meu próprio medo. ”

“O que é O Porco? O que ele faz com a gente? ” Perguntei.

Ela se virou para ir embora, “Creio que você mesmo terá que descobrir isso. Mas fique avisado: pense bem antes de decidir. As vezes sofrer pelo seu medo é melhor que sofrer por toda a eternidade. Seja corajoso. ”

“O que eu faço?!” Gritei, balançando minha cadeira enquanto ela atravessava a porta.

Ela parou e olhou uma última vez por cima do ombro. Seu olho me fulminou e sua voz foi apenas um sussurro, “Alimente O Porco. ”

E com isso ela se foi.

Fiquei sentado em silêncio novamente. Minha mente girava, desesperadamente avaliando minhas opções. Ainda não conseguia compreender a total situação que me encontrava. Era demais para mim. O outro lado da vida não devia ser assim. Não sabia o que esperava, mas com certeza não era esse pesadelo. Perguntas se debatiam na minha mente como ondas gélidas contra o casco de um navio naufragando. Como eu poderia fazer uma escolha se nem sabia o que isso me traria?

Esse lugar, a Fazenda Negra.... Eu não podia ficar ali. Mas e se eu fosse para o Inferno? O que aconteceria se eu não fosse mandado de volta? Seria mandado para o fogo. Minha existência seria condenada a miséria eterna. Entretanto aqui… aqui haviam pessoas como eu. Suicidas. Não eram somente monstros e assassinos mutilados. Talvez eu possa me encaixar com eles, bolar um plano para escaparmos juntos para um lugar melhor. Com certeza isso seria melhor que o inferno.

Não. Não seria assim que eu passaria o resto da minha eternidade. Me recuso a aceitar isso. Se houvesse esperança, por menor que fosse, não iria querer ficar me questionando como poderia ter sido. Não queria ser atormentado pela dúvida. Eu iria alimentar O Porco e aceitaria sua escolha sobre meu destino. Quando pesei as medidas, essa era minha única opção.

Eu iria alimentar O Porco.

“Ei! Olá?! Danny! ” Berrei, balançando em minha cadeira, “Já me decidi! Danny! ”

Depois de alguns segundos, ouvi passos ecoando pelo corredor em minha direção.

Danny passou pela porta, uma expressão irritada em seu rosto.

“Fiz minha escolha, ” Falei, “vou alimentar O Porco. ”

“Parece que você pensou muito desde que sai, ” Danny constatou ironicamente.

Lambi os lábios secos, “Você faria a mesma coisa se estivesse em meu lugar. ”

Danny se pôs atrás de mim, “Uma vez estive na mesma posição que você. E escolhi diferente. ” Arregalei meus olhos, mas logo Danny cobriu minha cabeça com um tecido fino, me cegando. Puxei bastante ar para os pulmões, mas minhas respiradas não pareciam conter oxigênio.

Senti Danny cortar minhas amarras e meu corpo se aliviou quando meus músculos duros foram libertados. Girei os ombros quando minhas mãos foram soltas e gemi com aquela sensação. Cocei as costas e depois me alonguei, meus ossos estralando.

“Não tire a venda e me acompanhe, ” Danny disse, me puxando.

Minhas pernas tremiam pelo peso inesperado, principalmente minhas coxas, por ter ficado tanto tempo na mesma posição. Estiquei as mãos cegamente à minha frente e encontrei os ombros de Danny. Descansei minhas mãos sobre ele enquanto Danny me guiava para fora.

Quando entramos no corredor, pude ouvir sons que antes não havia ouvido ainda. O barulho de correntes, um som longo de carne se partindo, algo vomitando... esses ruídos continuavam para sempre em meus ouvidos, pintando a escuridão de minha visão com cenas imaginárias de terror. Apertei o ombro de Danny com mais força, tropeçando a suas costas, meu coração disparado.

Ouvi algo se arrastando atrás de nós, mas Danny não parecia ter percebido. Ou se percebeu, nem ligou. O barulho de carne batendo contra a parede pareceu soar a centímetros de mim e de repente pude sentir um respirar quente na minha nuca, seguido de um estalar de língua contra os dentes. Minha respiração ficou ainda mais acelerada enquanto o medo me esmagava.

“ ‘Cê tá indo ‘limentar O Porco, né não? ” Algo sussurrou em meu ouvido. Senti algo ser pressionado contra a parte de trás da minha cabeça, mas só tentei não pensar no que aquilo poderá ser. Era molhado e gosmento e ouvi a coisa dar uma risadinha.

“ É um porquin’ faminto, ‘ntão tem cerrrteza dê dá a comida d’el agorrra, ” a coisa sussurrou de novo, a voz grossa se um jeito que nem sabia ser possível. Parecia uma série de grunhidos e gemidos postos juntos para formar palavras quebradas.

Para meu alívio, ouvi a coisa voltar de onde viera e continuei a seguir Danny. O mesmo continuou em silêncio enquanto andávamos, e logo pude sentir uma mudança no ar. O calor pesado mudou para uma temperatura mais fria, quase agradável, mas logo continuou a cair até que meu corpo começar a tremer violentamente contra o frio. Não conseguia ver nada, mas pude sentir uma brisa, como se estivéssemos na rua. Mas não havia ouvido Danny abrindo nenhuma porta, porém nada ali era normal. Era como se a realidade tivesse se partido e derretido.

Com os dentes batendo, fui arrebatado por um calor inesperado e arfei. Meus pés se desencontraram quando o terreno mudou e agora eu parecia andar sobre algo semelhante a metal morno. Meus ouvidos foram preenchidos por ruídos de fornos enormes e maquinas industriais. Eu não podia ver, mas senti que havia uma grande campo aberto mais a frente. Senti o cheiro de cinzas e senti um gosto sujo na minha boca, o suor já se formando ao longo da minha espinha.

De repente, bati contra Danny, que havia parado de súbito. Dei alguns passinhos para trás, rapidamente, e sussurrei desculpas. Pude ouvir movimentação a nossa frente, um tintilar de correntes e clique estranho no chão de metal. Outra coisa também... algo... roncando.

E então a sala se preencheu com um barulho ensurdecedor de um porco guinchado. Cobri meus ouvidos, minha cabeça girando por causa do som extremamente agudo. Rangi os dentes enquanto o som ecoava pelo chão de metal e ia se dissipando em uma série de guinchos e grunhidos.

Parecia ser absolutamente enorme.

"Trouxe mais um," Danny anunciou, um leve tom de respeito em sua voz. "Ele quer Alimentar O Porco."

Esperei, esperando ouvir uma resposta, o pano sobre meus olhos me deixando no escuro. Percebi que meus joelhos tremiam e que estava coberto de suor. Estava totalmente aterrorizado.

"Se é isso que desejas," Danny disse e senti sua mão sobre a minha. Aparentemente acontecera uma conversa silenciosa que eu não havia participado, então Danny me pegou pelo pulso e puxou-me para frente.

"Aproxime-se do Porco," me instruiu.

Meu corpo todo tremia e eu não conseguia me mover. Sem poder enxergar, ergui as mãos, tateando o nada, o calor e as cinzar me deixando enjoado. Senta como se fosse vomitar, meu estomago borbulhando. Eu não sabia onde estava nem que horrores estavam diante de mim. Me senti perdido e minúsculo, as minhas lágrimas ensopando a venda.

"Po-por favor," Implorei, "Me deixem ver o que está acontecendo."

Danny apareceu atrás de mim, me empurrando para a frente. Guiou minhas mãos para algo enquanto pisávamos no chão em uníssono. Mesmo com o pano em meu rosto, eu podia ver uma massa negra gigante erguendo-se como uma torre sobre mim. Era como um ponto preto em uma tela escura.

Enquanto ia para frente, fui açoitado por um cheiro horrível que me deu mais ânsia, então me virei. O aperto de Danny ficou mais forte e me forçou a continuar. Eu podia sentir algo bem perto à minha frente, uma massa de carne viva e enorme. O cheiro alcançou níveis absurdos de nojento e quase vomitei de novo. O ar quente estava sendo jogado em meu rosto, uma brisa aquecida que vinha em lufadas curtas.

Vomitei na carapuça, a fonte do cheiro fumegando no ar quente. Engasguei como a bile derramada sobre o tecido, a imersão momentaneamente cortando meu oxigênio. Danny deu um tapa em minhas mãos que queriam tirar a venda e eu levei alguns segundos para conseguir respirar novamente. Eu estava chorando abertamente agora, o medo e a miséria destruindo meu poder de vontade.

O pano molhado fedia enquanto eu puxava o ar. O ácido do meu próprio estomago cobria minha pele e eu só implorava que isso tudo terminasse logo.

E então algo guinchou bem na minha frente.

Senti minha bexiga ceder. Eu estava de frente para O Porco.

Ele era a fonte da escuridão que me assolava; uma criatura gorda, titânica, que preenchia meus sentidos a cada lufada de ar que jogava em meu rosto.

Danny levantou minha mão e me fez tocar o focinho do Porco. Recolhi meu braço imediatamente, mas Danny forçou minha mão de volta para lá. Seu pelo era duro e espetado e, enquanto minhas mãos tremulas exploravam seu nariz, o tamanho do animal ficou claro para mim.

Era gigantesco e devia pesar uma tonelada. Sua pele balançava debaixo das minhas mãos suadas e abriu sua boca levemente. Meus dedos envolveram-se em dentes do tamanho de facas de cozinha e percebo que aquela boca era absolutamente cavernosa.

O Porco guinchou de novo e ouvi seus cascos baterem contra o chão. Pareciam trovões de verão através de um campo aberto.

"Tire a venda, por favor," Implorei, minhas pernas se transformando em gelatina.

Danny tinha dado alguns passos para trás e ouvi a reverencia em sua voz, "Você não iria querer isso."

Dei um pulo enquanto O porco me farejava com seu focinho, aquele pedaço molhado de carne se espremendo contra minha face. Senti um arrepio, levantando minhas mãos e ocultando um grito de pavor.

"Alimente O Porco," Danny me instruiu, sua voz gélida. " Você fez sua escolha. Agora viva com ela. É a única chance que tens para voltar. Ou talvez O Porco não goste do seu gosto e te mande para o inferno. Só existe um jeito de descobrir."

Meus olhos se arregalaram por debaixo do pano vomitado, "Não...goste...do meu... gosto?!"

"Entre na boca dele."

Minha bexiga cedeu de novo e senti o mijo quente escorrer pelas minhas pernas, "Nã-não, vo-você não pode estar di-dizendo que..."

A voz de Danny ficou mais dura, "Entre na boca dele e não pare de entrar até que ele termine."

"Po-por fa-favor," Implorei, me virando em direção da voz de Danny, esticando os braços cegamente, "Por favor, deve haver ou-outro jeito... não me fa-faça fazer i-isso!" Eu era uma bagunça de ranho e lágrimas, minhas palavras trôpegas saindo de minha boca como de um bebê que aprende a falar.

Danny deu u passo a frente e me virou para eu ficar de frente para O Porco. "ENTRE! Você fez sua escolha! Tudo acabará em breve! É a sua ÚNICA chance!"

Pude sentir a respiração do Porco no meu rosto, seu focinho a centímetros de mim. O calor e o cheiro que exalava me dava vontade de vomitar de novo, mas me segurei. Aquilo era loucura, não podia estar acontecendo. Minha mente girava entre o medo e o caos. Devia haver outra forma. Eu não podia fazer aquilo, EU NÃO IRIA CONSEGUIR!

Repentinamente, as palavras da mulher me vieram à cabeça: As vezes sofrer pelo seu medo é melhor que sofrer por toda a eternidade. Seja corajoso.

Essa era minha única chance de voltar vivo para o mundo que conhecia. Eu havia cometido o pior erro possível quando me suicidara. Se eu podia voltar e mudar minha vida, eu não teria que viver o resto da minha eternidade ali ou no Inferno. Eu poderia mudar tudo, garantir um lugar melhor para minha alma. Algum lugar longe do Porco. Mas e se ele decidisse me mandar para o Inferno? Quanto sofrimento eu poderia aguentar?

Eu tinha que aproveitar minha chance.

"Por favor, Deus," Sussurrei, dando um passo para frente, "Se pode me ouvir, por favor, tenha misericórdia."

Minhas mãos tremulas encostaram no Porco e me agarrei ao seu pelo grosso. Senti ele abaixando a cabeça levemente e abrir a boca. Agora me aguardava, seu respirar quente e pesado queimando minhas narinas. Era isso. Não podia desistir mais.

Lentamente me agarrei ais dentes e me puxei para dentro de sua mandíbula. A cabeça dele estava inclinada, então imediatamente cai de barriga para baixo em uma inclinação de 45 graus. A língua molhada se remexia em baixo de mim e eu tremia tanto que mal conseguia respirar. As lágrimas se misturavam ao vômito da minha carapuça e pude sentir meu coração explodindo em batidas irregulares dentro da caixa torácica.

Devagar, agarrei um dente mais ao fundo para continuar me arrastando. Rangendo os dentes, me enfiei para dentro até os tornozelos. O Porco levantou a cabeça e fiquei totalmente em horizontal em sua língua.

Chorando de medo, procurei a minha frente e achei mais dentes. Me enfiei mais fundo em sua boca e senti meus pés passarem pelos lábios. Todo o meu corpo agora estava coberto de baba gosmenta e eu soluçava abertamente, procurando às cegas outros dentes.

E foi aí que O Porco começou a me mastigar.

Gritei em agonia enquanto meu corpo era comprimido entre dentes enormes. Ouvi minhas pernas estalarem e senti imediatamente o osso de minha perna esquerda ficando exposto. Me balancei violentamente enquanto meu corpo sofria espasmos pelo choque, um emaranhado de sangue e dor.

Sua língua mudou de lugar e senti uma mordida em meu ombro. Meus olhos quase saíram das órbitas e urrei de dor, minha clavícula era apenas destroços agora. Sem conseguir me controlar, vomitei muito, a dor era demais.

Não pare de entrar.

Gritando, com os olhos ficando vermelhos, usei meu braço bom para alcançar mais um dente. Quase quebrei minha própria mandíbula de tão forte que pressionava os dentes contra os outros, sangue escorrendo pelo canto da minha boca, enquanto meus dedos se envolviam em algo sólido.

O Porco mordeu de novo, sua língua girando meu corpo para que seus molares destruíssem meus joelhos. A dor fez tudo ficar escuro, mas meus urros forçaram meus olhos a ficarem bem abertos.

"JESUS, FAÇA ISSO TERMINAR!" Eu rugi, minha mão tremula procurando por mais dentes, "MEU DEUS, SÓ TERMINE LOGO!"

Pressionei tanto meus dentes que senti-os quebrar. Gritando, me enfiei mais para dentro da enorme boca.

Algo estava mudando, as paredes apertadas de sua garganta empurrando minha cabeça, foi aí que percebi que estava quase no fim.

"VAMOS FILHA DA PUTA! VAMOS!" Eu implorei, minhas cordas vocais no limite. Botei a mão para frente e me agarrei a um pedaço grosso de carne. Minha cabeça parecia que ia explodir e senti O Porco morder de novo.

Arfei, sangue explodindo de minha boca.

Ele havia perfurado meu estomago, transformando meus órgãos em massinha de modelar. A escuridão se completou em minha visão e eu já em conseguia gritar mais.

Com o último resquício de minhas forças, me empurrei uma última vez e senti meu corpo escorregar por sua garganta.



***



Escuridão.... Caindo... gritando. Eu estava gritando. Calor. Um calor tão intenso que achei que fosse derreter. Algo batendo. Como um martelo contra metal. Imagens e cores passaram tão rapidamente por mim que não conseguia distinguir as formas. Sangue saia de meus olhos.

Era como se eu estivesse caindo para sempre.



***


Meus olhos se abriram e eu estava caindo, o ar voltando para meus pulmões com uma maravilhosa onda de pureza. Minha cara bateu no chão de madeira e chorei quando senti meu nariz quebrando. Senti o gosto de sangue e vi estrelas.

Eu havia parado de cair.

Havia um círculo queimando em meu pescoço e eu sentia muita sede.

Eu estava deitado no chão.

Lentamente abri os olhos e a escuridão começou a se dissipar. Cores e formas se misturaram até minha visão focar.

Eu estava no galpão.

Coloquei a mão no pescoço e arfei quando vi a fonte da queimação. Era a corda. Eu havia me enforcado com ela, mas agora estava rompida.

O alívio rolou pelo meu corpo em maravilhosas ondas de agradecimento. Fiquei deitado no chão do galpão chorando, lágrimas que pingavam dos meus olhos no chão empoeirado. Meu corpo estremecia, mas estava intacto.

Eu havia sido poupado. Estava vivo novamente.

Do meu lugar no chão, me virei de barriga para cima, com a voz oscilante, "Obrigada, Deus. Ah, muito obrigada." Senti mais uma onda de choro incontrolável tomar conta de mim, "Prometo que não vou vier minha vida em vão. Prometo que farei ficar tudo certo. Eu concertarei tudo."

Não sei quanto tempo se passou até que eu levantasse. O tempo parecia irrelevante. Minha mente se recusava a voltar a ser como a de antes, todos os horrores que eu presenciara me mudaram para sempre.

Mas eu sabia, daquele momento em diante, que faria de tudo para ter a melhor vida possível. Viveria todos os dias como se fossem o último. Devotaria o meu tempo para ajudar aqueles que passam por fases obscuras como eu passara. Eu entraria em contato com o máximo de suicidas possível e tentaria salvá-los dos horrores do outro mundo.

Eu não quero que mais ninguém tenha que presenciar os pesadelos do suicídio.

Eu não quero que mais ninguém tenha que Alimentar O Porco.



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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Finalmente! Slender Man - O Filme:

Fala galera! ontem dia 3 de Janeiro , saiu o primeiro trailer oficial do a muito tempo prometido filme do Slender Man, o filme sairá do fruto de uma parceria entre a IGN, e a  Screen Gems. Tirando a pequena minissérie que está disponível do Youtube sobre o Slender Man, essa será a primeira grande produção envolvendo o personagem, e mais, acredito que a primeira grande produção a envolver um personagem das nossas tão queridas Creepypastas, pra quem não sabe, o Slender nasceu em um fórum virtual como uma Creepy, criada por Eric Knudsen.




Isso é uma grande conquista pra nós leitores de Creepypastas e contos de terror, que mais filmes assim venham, quem sabe algum com o Jeff the killer, ou o Eyeless Jack, já pensou?! confiram o trailer oficial abaixo:






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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Baleia Azul - O jogo suicida

Creepysterror

Uma das coisas mais bizzarra do momento, é o chamado "Blue Whale Game", em Português,  "Jogo da Baleia Azul", que é nada mais nada menos, que um game que segundo interpretações, funciona como uma preparação para o suicídio. O jogo propõe 50 desafios, tendo como etapa final, e ultimo desafio, o suicídio. Entre os desafios estão à automutilação, desenhando baleias no corpo, assistir filmes de terror a noite toda, ouvir horas e horas de musica piscodelicas e tristes, e sobre tudo, não dormir nunca durante o processo. 

Creepysterror


Os jovens seguem trocando mensagens em um grupo em redes sociais e os curadores ficam "responsáveis" por propor desafios, o jogo é mantido em sigilo absoluto, apenas entre o curador, e o jogador, segundo o curador, desistência, ou quebra do silêncio, resulta em punições graves e severas.

O que tem sido considerado jogo para alguns, é motivo de preocupação para outros, o que é chamado de jogo, começou em 2015 com uma notícia falsa na internet, sendo divulgado por um veículo estatal da Rússia: “Foi uma noticia falça, mas existe um efeito que, sendo verdadeira ou não, a notícia gera um contágio, principalmente entre os jovens. O jogo não existia, mas com a grande repercussão da notícia, agora ele existe.”

Veja os 50 desafios da Baleia Azul: lembrando que cada jogo é diferente, esses são os 50 desafios de um jogo do qual se teve acesso.


1 - Propõe ao participante se cortar e escrever a sigla “F57” na palma da mão e em seguida enviar uma foto para o curador.

2 - Assistir filmes de terror psicodélicos às 4:20 da manhã, mas não pode ser qualquer filme, o curador indicará, lembrando que ele fará perguntas sobre as cenas, pois ele quer saber se você realmente assistiu.

3 - No terceiro desafio o curador propõe cortes no braço, no fim enviar a foto para o curador, e seguirá para o próximo nível.

4 - Desenhar uma baleia azul e enviar a foto para o curador.

5 - Para ser tornar uma baleia azul o participante do suposto jogo escreve “SIM” em sua perna. Se não, corta-se muitas vezes castigando-se.
6 - Tarefa em código.
7 - Escrever “F40” em sua mão, enviar uma foto ao curador.
8 - Na sua rede social, escrever “#i_am_whale” no status do VKontakte(Rede Social Russa) ou no Facebook. O texto significa “Eu sou uma Baleia”.
9 - O Curador dará uma missão baseada no seu maior medo, fazendo a pessoa não ter medo.
10 - No decimo, o jogo da Baleia Azul propõe acordar as 4:20 da manhã e subir em um telhado e tem que ser alto
 11 - Desenhar uma foto de uma baleia azul na mão e enviar a foto para o curador.
 12  - Assistir filmes de terror e psicodélicos, todas as tardes.
 13 - Ouvir as músicas que os “curadores” enviarem.
14 - Cortar o lábio.
15 - furar a mão com uma agulha.
16 - Fazer algo doloroso e ficar doente.
17 -Subir num telhado alto.
18 - Subir em uma ponte.
19 - Subir em um guindaste.
20 - No próximo passo o curador irá verificar se o participante é de confiança.
21 - Encontrar outra baleia azul, “outro participante”, o curador que indicará.
22 - Pendurar-se.
23 - Outra tarefa em código.
24 - Tarefa secreta.
25 - Reunião com uma baleia azul que o curador indicará.
26 - O curador indicará a data da morte e o participante não poderá contestar
27 - Acordar as 4:20 e ir a uma estrada de ferro.
28 - Não falar com ninguém o dia todo.
29 - Fazer um voto de que é realmente uma Baleia Azul.

30-49 - Todos os dias, acordar às 4:20 da manhã, assistir a vídeos de terror, ouvir música que “eles” lhe enviam, fazer 1 corte no corpo por dia, falar “com uma baleia”. Durante o intervalo dos desafios entre 30 e 49.

50 - No quinquagésimo desafio o absurdo de todos, o jogo Baleia Azul propõe o participante tirar a própria vida.

Fim de jogo, e da sua vida. 

Sinceramente, eu estava muito pensativo sobre fazer ou não esta postagem, por isso a colocarei apenas como uma curiosidade, e jamais como um Ritual, o Creepysterror não incentiva, de forma alguma a pratica deste jogo, e muito menos o Suicídio, eu, Lucas, que vós escreve, já passei por um longo período de depressão clinicamente diagnosticada,  me tratei, e los digo com convicção, nada vale mais a pena que nossa vida, alias como você leria as tão maravilhoas creepypastas morto? a vida é maravilhosa, e cada segundo dela vale a pena, talvez você não sinta ou entanda isso agora, mas com certeza, em certo momento intenderá, alias, lembre-se, você não é uma baleia sozinha, você tem ao Creepysterror.


Detalhe pra eu nadando ao lado de vocês gigantes. Bom galera, éssa é a postagem de hoje, deixo minha mensagem, pra quem quiser ficar por dentro de algumas noticias a mais do blog, e trocar uma ideia, sigam meu Twitter, até a proxima postagem , tudo de melhor sempre O/


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Um role pela tao famosa Deep Web
Cicada 3301 - O maior misterio da internet

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

SOBRE O BLOG (Importante) - Precisamos da sua ajuda !

Eae pessoal, tranquilo ?  nessa postagem vamos explicar a situação do blog e estaremos pedindo a ajuda de vocês leitores.



Bom o Creepysterror começou com o intuito de trazer um conteúdo rápido, interativo e  direto para vocês. Então o projeto começou quando nós da equipe eramos um pouco mais jovens  e tínhamos tempo livre  para postar , criar e editar sem a menor ideia de lucrar com isso , fazíamos por  puro prazer e amor ao blog e aos poucos leitores que tínhamos. Com o tempo isso se tornou cada vez mais difícil e  complicado devido ao péssimo  jogo chamado de vida (rsrs). nosso tempo foi se esgotando e não tínhamos mais tempo para criar conteúdo  entretanto estávamos sempre procurando uma maneira de voltar a ativa, até que uma oportunidade surgiu !


Qual é essa oportunidade ? bom o Google liberou anúncios para o nosso blog fazendo com que possamos ter uma pequena renda para investir no blog. "Ah Gabriel vocês vão entupir o blog de spam(propagandas que aparecem na tela) e de anuncio para ganhar dinheiro " se você  está com medo disso, pode ficar tranquilo, nós não temos a menor intenção de colocar spams ou qualquer coisa que venha a atrapalhar a imersão e a leitura de vocês, as poucas propagandas que o blog tem, seguem a normal padrão do Google, e são muito bem organizadas nos cantinhos do blog.

Por isso no começo do post eu disse que estaríamos aqui para  pedir a ajuda de vocês leitores  !

Se você que curte o blog e curte esse estilo com pouca propaganda e sem spams, ajude-nos  clicando em alguma propagando que fica nos cantos --> ou nos rodapés das postagens, isso já vai ajudar muito nossa equipe, um clique seu, já nós ajuda muito, e com isso, poderemos focar só no blog,  e produzir ainda mais conteúdo para vocês.

Se você por acaso usa a extensão chamada "AD BLOCK" pode ficar tranquilo em desativa-la em quanto estiver no blog pois não vai  saltar Spams ou pop ups na sua tela, muito menos começar abrir abas no seu navegador, você também pode optar por desativar o "AD BLOCK" no dominio de nosso blog, clicando na seguinte opção abaixo, desta forma, o "AD BLOCK", só fica desligado em nosso blog, e assim que você sair dele, ele já se ligara automaticamente, confira abaixo:


Des de já agradeço a todos vocês, de verdade, o Blog seguira com cada vez mais conteúdo e qualidade, a todos um obrigado des de já nós veremos nas futuras postagens, até breve.


terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Jeff the killer vs homicidau liu: o reencontro natal sangrento - Seth Horror

Então pessoal tranquilo ? a gente anda meio off ( meio? completamente !) entretanto esse mês recebemos umas fãns creepy e decidimos voltar a ativa nem que seja apenas para postar essas creepys escritas por vocês, pois se você se deu o trabalho de escrever e nos enviar o minimo que podemos fazer é postar !
Obrigado a todos os Viwers, agora fiquem com a creepy:



Era dia 25 de dezembro as 23:00 da noite, e um inverno rigoroso assolava a região, Jeff havia invadido um comercio e roubado um peru de natal alem de varias outras comidas e bebidas para sua solitária ceia natalina, ele caminha ate o enorme cemitério e as memoria de sua família começam a retornar a sua cabeça enquanto ele anda pelas lapides , memorias de natais passados alguns felizes outros nem tanto. Ele continua andando ate que vê ao longe um homem sentado em cima da lapide de seu irmão, o homem tem um longo cabelo loiro que esconde seu rosto e jeff  fica furioso pelo lugar onde o estranho resolveu se sentar. Ele coloca as sacolas em cima do tumulo de sua mãe e com a faca em mãos começa a se aproximar do estranho.

Jeff:Levanta dae seu maldito bastardo !

O estranho se vira para jeff, oque o faz ficar paralisado pela face familiar, é seu irmão liu.

Jeff: Li.. liu ?

Liu se levanta e começa a andar ate jeff que abre seus braços pronto para receber um abraço, mas liu quando esta próximo esfaqueia jeff no estomago o fazendo cuspir sangue .

Jeff: Liu.. é você mesmo ? ah.. por que fez isso ?

Liu: Estou retribuindo o favor... vou te fazer dormir, como você tanto repete !

Liu puxa a faca e tenta esfaquear jeff novamente mas ele da um passo paara traz.

jeff:Liu me desculpe... pelo que fiz com você e com o pai e a mãe...

Liu se aproxima dando um direto na cara de jeff , logo apos desferindo varios outros socos, jeff continua em pé mas indo para traz a cada soco.

Jeff: eu venho aqui quase todos os dias liu... eu senti muito sua falta...

Liu para com os socos e diz.

Liu: Eu sei... eu também venho ! eu te vejo bebado chorando e falando com essas lapides...

jeff: Eu sinto falta de vocês...

Liu: Eles não vão voltar droga !

Liu diz esfaqueando o peito de jeff que cai de joelhos e logo apos da um soco no queixo de jeff que o faz cair de costas no chão, liu enquanto chuta a barriga de jeff diz.

Liu: Eles nunca vão voltar ! por sua causa, seu desgraçado maldito...

Liu diz com lagrimas nos olhos .

Liu: me ataque logo droga ! vamos jeff revide !

jeff: não liu... não quero te perder de novo

Jeff diz também com lagrimas nos olhos

Liu pega jeff pelo colarinho e com os olhos e as palavras repletas de ódio começa a falar.

Liu: revide ! não esperei tanto tempo para matar um peso morto, vamos jeff lute comigo !

Com essa ultima frase, jeff tem um flashback de randy e da um soco no rosto de liu fazendo sangue sair pelo seu nariz.

Jeff: A culpa foi sua...

Jeff diz se levantando e começando a brigar com liu, ambos começam a trocar socos e facadas, ate que jeff empurra liu o fazendo bater de costas em uma lapide .

Jeff: se você não tivesse se entregado no meu lugar... Eu nunca teria virado um monstro ! pelo menos não desse jeito...

Liu: você é louco !

Liu diz se levantando e partindo para cima de jeff e ambos se esfaqueiam de novo, liu da uma cabeçada em jeff e depois solta um direto no meio do rosto deformado de jeff.

Jeff: Eu não teria matado nosso país... Nem teria queimado !

Jeff diz retrucando o soco e esfaqueando liu logo apos o fazendo cair no chão com uma rasteira.

Liu: você pensa que o mundo gira ao seu redor não é !

Liu também derruba jeff e se sobrepõe sobre ele tentando esfaquear a cara de jeff.

Liu: eu me tornei isto por sua causa !

jeff da varios socos no estomago de liu o tirando de cima de si.

jeff:A culpa é sua !

liu:A culpa é sua !

Ambos dizem ao mesmo tempo se levantando e e brigando violentamente novamente, enquanto uma forte nevasca começa a cair sobre o cemitério, enquanto eles continuam a feroz batalha.

Jeff: sabe de uma coisa liu, nossos pais e você... todos vocês dessa sociedade estupida ! são todos hipócritas repulsivos ! vou estraçalhar todos vocês !

Ele diz enquanto esfaqueia liu incontáveis vezes.

Liu: cale a boca seu maldito ! morra de uma vez

Liu diz dando um soco no queixo de jeff o fazendo perder o equilíbrio e cair, e com sua faca ele começa a esfaquear o peito de jeff.

Liu: foi assim que você fez comigo !

Jeff ja muito cansado começa a receber as facas de liu e sucumbir.

Jeff: ah... droga...

Ate que jeff tem outro flashback dessa vez ele vê um trono negro, com uma criatura humanoide parecida com um dragão sentando nele, a criatura tem 7 bocas e começa a falar com 6 das bocas.

Zalgo:Jeff é imortal, jeff não pode morrer...

As vozes vem na cabeça de jeff e ele tira seu irmão de cima de si, e começa a esfaquealo, dando muito mais dificuldade a liu que também começa a sucumbir , mas ambos quase exaustos continuam a trocar socos e a se esfaquear. Ate que duas figuras luminosas aparecem diante deles.

Jeff: Mãe... pai...

liu:mãe... pai...

Os espíritos de seus pais aparecem e os irmãos sentem uma calma imensa ao os verem, suas feridas adquiridas durante a briga se curam e sobrenaturalmente a nevasca acima deles para.

Margaret: Onde esta a ceia que você trouxe filho ?

jeff: esta ali... no seu tumulo mãe.

jeff pega a comida e ela agora esta quentinha e fresca, liu faz uma fogueira e a familha tem sua ultima ceia natalina juntos.... Quando liu e jeff acordam no dia seguinte estão cobertos e deitados em cima das lapides de seus pais, ambos se abraçam por um longo tempo, e depois decidem encontrar alguma cabana ou algum outro lugar para se esconderem. Eles encontram uma cabana casa perto da floresta, olham pela janela e veem uma família feliz em volta da arvore e um radio tocando "jingle bell rock" e um sorriso psicótico se forma no rosto de ambos. Liu fica na porta da frente da duas batidas enquanto jeff escala o telhado, Quando o homem abre a porta, liu o esfaqueia no estomago, jeff desce a chaminé e quando se levanta diz .

Jeff:feliz natal !

esfaqueando uma mulher, os parentes do casal ficam paralisados , enquanto jeff e liu cantando a musica natalina se aproximam deles com suas facas em mãos...

Escrito por Seth Horror 07/12/2017



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A origem do Homen Roxo - SethHorror


Image result for homem roxoVincent nascera com uma doença, uma rara forma de daltonismo que em vez de mudar certas cores na concepção de visão da pessoa, ela restringia todas as cores da patela visual exceto uma, o roxo. Seus pais nunca se importaram muito com isso, e nunca se preocuparam em procurar algum tipo de cura ou tratamento, sua mãe era muito rígida e religiosa e quando ele aprontava ou a desobedecia tinha de sofrer com as cruéis formas de punição de sua mãe, já seu pai era um alcoólatra inveterado que sempre batia nele e em sua mãe quando chegava bêbado a noite. Mas oque seus pais não sabiam era que seu daltonismo não era sua unica doença, ele tinha outro distúrbio, mas esse não era físico e sim psicológico...

Em uma noite fria, seu pai chegara mais bêbado do que de costume e novamente começou a espancar sua mãe enquanto vincent se escondera atras do sofá, ele casualmente e com muito medo olhara as vezes, mas dessa vez seu pai exagerara e pegara um taco de baseball e acertou na cabeça de sua mãe, ela caiu e ele continuou batendo e batendo, e pela primeira vez Vincent vira outra cor alem do roxo... o vermelho. 

Seu pai quando se deu conta do que havia feito pegara a arma no andar de cima e deu um tiro em sua própria cabeça, a vizinhança ao ouvir o tiro havia chamado a policia, o pequeno vincent foi mandado a um orfanato e frequentemente ia a escola. Ele havia sido adotado e devolvido muitas e muitas vezes, os casais que o adotaram não deixavam claro por que devolviam o menino, sempre no bairro crianças desapareciam e animais também. 

O tempo se passa e Vincent acaba se esquecendo da cor vermelha e do sentimento que ele sentira quando a via, agora com 18 anos arranjara um emprego de guarda noturno em um restaurante, e conseguira alugar um apartamento alem de continuar frequentando a escola. 

Ele não tinha um bom convívio com as pessoas mas quando vira Renata pela primeira vez ele sentira amor, uma vez um garoto jogara Renata no chão e Vincent a ajudara a levantar e eles se apaixonaram depois de um tempo. Vários anos se passam calmos e o casal tivera 2 filhos e adotaram mais 2 um de 15 anos, 2 gêmeos de 7 anos e a mais nova de 3 anos. Vincent continuara trabalhando de guarda no restaurante mas agora só de dia, alem de as vezes se vestir com a roupa do springtrap e servir pizza aos clientes, por conta disso seus filhos tinham vários brinquedos e objetos do restaurante e sempre estavam perambulando por lá. 

O filho mais velho sempre ficava assustando um dos gêmeos que tinha medo dos animatronics, o menino tinha muitos pesadelos a noite mas seu irmão continuava o amedrontando ate que em certo dia o mais velho poe a cabeça do garotinho na boca de um animatronic, e a boca se fecha... Vincent quando vê todo aquele sangue a cor vermelha retorna a sua mente, mas ele consegue conter o sentimento e leva o filho as pressas ao hospital, o menino tem o lobo frontal destruído e acaba morrendo depois de alguns dias em coma. 

Vincent e Renata ficam muito abalados com isso, e Vincent começa a beber, em uma noite ele sai para fazer compras e depois de uma discussão com um homem, Vincent com ódio acaba matando o assassinando , depois de Vincent ver o sangue do homem, Vincent deixa o sentimento pela cor vermelha fluir novamente, quando esta voltando para casa ele passa na frente do restaurante onde trabalha o five nights at freddy's, e vê um garotinho triste sentado na calçada da rua, o sentimento retorna e sem conseguir se controlar ele sai do carro e esfaqueia o garoto o matando, logo apos voltando ao carro e indo para casa, sem nenhuma culpa ate recuperar sua sanidade, nesse momento o a culpa veio com tudo. 

Os dias se passam e Vincent em seus momentos de insanidade acabava matando pessoas, em uma tarde acabou matando algumas crianças em um comodo do restaurante, logo apos apagando as imagens das câmeras de segurança, em outro fatidico dia Vincent acabou matando sua própria filha no restaurante. A culpa por tanta carnificina estava acabando com ele e Vincent começava a beber mais e mais para tentar esquecer da culpa. A oficina de onde os animatronics eram criados era do lado de sua casa e ele ajudava na construção e reparação deles, sua filha mais nova adorava brincar la e gostava especialmente da baby, mas Vincent sabia do segredo desses novos animatronics e não deixava ela se aproximar, mas um dia por descuido a animatronic acabou matando sua filha mais nova. 

Nesse momento vincent e renata estavam muito mal mesmo, sua família estava quase acabada e a tristeza reinava, mas o amor que eles sentiam era oque segurava os dois vivos. Vincent uma vez descobrira que o espirito de sua filha estava preso dentro do corpo da animatronic baby, quando ele descobriu isso, Vincent e Renata foram ate os confins da fabrica libertar a filha mas foram atacados pelos animatronics que estavam sendo comandados por Ennard. Com dificuldade eles conseguem fugir da fabrica mas renata sai gravemente ferida e fica no hospital.

A insanidade de vincent começa a estalar de novo, e vincent sem escolha manda seu filho ir ate a oficina sister location salvar a irma enquanto ele ia ate o five nights at freddy's destruir os animatronics e libertar sua outra filha. Vincent pega seu machado, o mesmo com oque ele havia matado muitas pessoas e vai ate la, ele abre a porta com sua chave e começa e destroçar os animatronics, um a um com seu machado alem de matar o guarda noturno na sala de comando, quando ele termina a retaliação ele vê os fantasmas das criança que começam a persegui-lo, Vincent então corre até uma sala escondida e veste a velha fantasia de springtrap, e logo apos começa a rir psicoticamente dos fantasmas das crianças que não podiam fazer nada com ele agora, até que enquanto ele ri as molas da velha fantasia se soltam e esmigalham seu corpo, muito sangue sai enquanto ele grita de dor, e acaba morrendo e sua alma sendo aprisionada na fantasia. Depois de tantos assassinatos a pizzaria é fechada, e mesmo aprisionado dentro do traje do springtrap, ele manda uma ultima carta a Renata... 30 anos se passam e um guarda noturno é contratado para passar a noite no já destruído restaurante...


SethHorror 02/12/2017

E então pessoal? o que acharam? estamos testando algumas fontes (formato do texto, tamanho etc) novas pra melhoras a leitura de vocês e gostaríamos de ouvir sua opinião, a outra que estamos utilizando, é esta, você pode conferi-la melhor em nossa postagem Jeff The killer VS Homicidau Liu  , opinem, e nos digam qual vocês preferem, até a próxima postagem galera O/

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Rancho Skinwalker - O lugar mais sobrenatural da terra

O que iremos abordar hoje no blog, é ao que muita gente se refere como sendo o lugar mais "sobrenatural" da terra.Trata-se de uma rancho em Utah, no Estados Unidos. Os fenômenos ocorridos nesre lugar foram estudados pelo jornalista norte americano George Knapp e pelo empresário Robert Bigelow.

Creepysterror


Todo começou a ser estudado no ano de 1996 quando a familia dos Gormans, antigos proprietários da fazenda, vendeu sua terra para um empresário de Las vegas chamado Robert Bigelow, que organizou um projeto científico intenso dos fenômenos que la ocorreram  ainda em andamento. Bigelow como muitos sabem é o fundador do National Institute for Discovery of Science (Instituto Nacional para descoberta da Ciência, NIDS).

Fiquem agora com trechos divulgados pela equipe:


LOBO À PROVA DE BALAS

"No dia em que os Gormans fizeram sua mudança para a propriedade, eles tiveram seu primeiro vislumbre dos eventos que seguiriam. Avistaram um lobo imenso no meio do pasto, em frente a casa. O animal cuidadosamente atravessou o campo e, para a surpresa de todos, esgueirou-se entre os membros da família, agindo como se fosse um animal de estimação. Havia chovido naquele dia e os Gormans recordam-se que o lobo cheirava como um cão molhado, quando eles o alisavam.


Tom Gorman


Depois de alguns minutos, o lobo foi lentamente para o curral e agarrou uma ovelha pelo focinho, tentando puxá-la pela grade do curral. Gorman e seu pai começaram a bater nas costas dele com pedaços de pau, mas ele não soltava a ovelha. Gorman então, pegou sua potente Magnum 357, que estava consigo, e atirou no animal à queima-roupa. O disparo não teve qualquer efeito visível sobre o bicho.

O homem deu um outro tiro no lobo, que então soltou a ovelha, mas ficou de pé, olhando para a família como se nada tivesse acontecido. Gorman deu mais dois tiros com a poderosa arma e o animal moveu-se um pouco para trás, mas ainda assim não mostrou qualquer sinal de medo ou sofrimento – nem mesmo sangue. O fazendeiro, intrigado, apanhou um rifle de caça e disparou no lobo novamente, uma vez mais a pequena distância. Ele não apenas é um atirador experiente como também é um caçador esportista de considerável reputação.

Cinco tiros deveriam ter sido suficientes para derrubar um alce, imagine então o que fariam a um lobo. Pelo que contam os Gormans, o quinto disparo chegou a arrancar uma mecha de pêlo e rasgar um pouco o corpo do lobo, mas o animal ainda não parecia incomodado. Finalmente, após um sexto tiro, o animal correu pelo campo até um mato lamacento. O fazendeiro e um dos filhos perseguiram a besta por aproximadamente 1,5 km, seguindo suas pegadas na lama. Mas os rastros desapareceram subitamente, como se o animal tivesse simplesmente sumido no ar.

Ao retornar para a área do curral, Gorman examinou o pedaço do corpo do lobo que havia sido arrancado com o tiro, constatando que tinha a aparência e cheiro de carne podre. Ele passou a ialertar a vizinhança a respeito do animal, mas ninguém tinha visto qualquer lobo manso de tamanho anormal na área. Poucas semanas mais tarde, a esposa de Gorman encontrou outro lobo, que era tão grande que suas costas ficavam da altura do topo da janela quando ele encostou ao lado do carro. O lobo estava acompanhado de um animal que se parecia com um cão, mas que ela não pôde identificar ao certo".

Creepysterror
Foto do suposto lobo a prova de balas

Relato do Jornalista george Knapp:

"Estava sentado numa cadeira plástica, no meio de uma grande escuridão. Havia ao lado todo um conjunto de artefatos eletrônicos amarrados ao meu tórax e braços. Microfones, câmeras, uma caixa que detecta mudanças magnéticas e um contador Geiger etc.

Creepysterror
George Knapp


Em algum lugar desse aparato também havia uma lanterna à pilha, o único dos dispositivos sobre os quais entendo alguma coisa, mas que não conseguia encontrar. À minha frente, quase conseguia distinguir algumas árvores verdadeiramente esquisitas. Insetos malévolos estavam perturbando meus olhos e ouvidos, neste canto remoto do Utah.

Há pouco mais de 100 m, além de uma cerca de arame farpado, estavam meus colegas estudiosos da paranormalidade, equipados com suas próprias câmeras de vídeo, óculos para visão noturna e outros dispositivos semelhantes. Eles tinham o papel de me vigiar para ver se algo acontecia. Naquela noite, eu era a isca. Mas isca de quê, me perguntava.

A esperança não verbalizada na minha própria e inerente estranheza do que estava ao meu redor era o que podia me fornecer algum tipo de conexão com uma certa energia ou entidade inegavelmente estranha, que parecia ter se concentrado naquela comunidade rural remota – e, em particular, nesta pequena fazenda onde me encontrava sentado naquele momento, à espera de algo que anunciasse sua presença. Alguns eventos estranhos aconteceram no exato local em que estava. Foi bem ali que um visitante foi abordado por uma criatura quase invisível que rugia, algo parecido com o predador das telas do cinema".

"Foi ali, também, que um doutor em física relatou que sua mente fora invadida e literalmente controlada por algum tipo de inteligência hostil que o advertiu que ele não era bem-vindo no local. Foi ali também que um grupo inteiro de pesquisadores assistiu, com assombro, a abertura de uma porta ou portal brilhante, de onde uma criatura humanóide surgiu e se arrastou rapidamente, antes de desaparecer. E também foi ali que diversos animais – gado e cães – foram mutilados, obliterados ou simplesmente desapareceram".

Alguns acreditam acreditam que todos esses fenômenos, tem uma raíz na população indígena que ali vivia antes dos Gormans.

“Eles acham que os Skinwalkers são espíritos poderosos que estão aqui por causa de uma maldição jogada sobre eles pelos navajos. E o grande centro desta lenda é esta fazenda. Os utes dizem que a fazenda é o "caminho do Skinwalker’”. Os membros da tribo são estritamente proibidos de pisar na propriedade, e assim tem sido por muito tempo".

A fazenda em questão é constituída de 192 hectares de pasto rico e bem irrigado e de algumas áreas cobertas de algodão. Ela é dividida em três partes, cada qual com uma casa de fazenda. Há um matagal alto e um riacho de um lado da propriedade, e um cume rochoso e pitoresco do outro – o Cume do Skinwalker, como é chamado pelos utes. O único caminho para dentro ou fora da fazenda é uma longa estrada de terra.



COISA GRANDE E EMBAÇADA

Certa vez, enquanto entravam de carro na fazenda, numa tarde ensolarada, Gorman e sua esposa observaram algo atacando um de seus cavalos. Eles descreveram aquilo como “tendo altura pouco acima do chão, sendo pesadamente musculoso, com uns 90 kg, pêlos ruivos cacheados e um rabo bem peludo”. O inusitado animal tinha uma aparência que lembrava de longe uma hiena musculosa, que parecia estar agarrando seu cavalo, quase brincando com ele.

Gorman chegou a se aproximar cerca de 15m do bicho, mas disse que ele literalmente desapareceu diante dos seus olhos. Sumiu, como num passe de mágica. Os Gormans verificaram o cavalo e identificaram numerosas marcas de garras em suas pernas. Poucos meses depois, a esposa de um policial local relatou ter visto uma besta avermelhada e musculosa, semelhante àquele animal, correndo pela propriedade.

Outro visitante da fazenda teve um encontro mais ameaçador ainda em sua área central, no mesmo lugar em que eu fui posicionado como isca, naquela noite que descrevi. O visitante, bem como Gorman e seu filho, avistaram uma “coisa grande e embaçada movendo-se em meio às árvores”. O visitante descreveu que a tal coisa apareceu movendo-se suavemente entre as árvores, pelo pasto, cobrindo uma distância de quase 10 m em segundos. Disse que quando ela o alcançou, produziu um forte rugido, muito semelhante ao de um grande urso, daqueles que se ouvem a quilômetros de distância.

“Mas aquilo não era um urso”, insiste o visitante. De acordo com os Gormans, o animal era quase invisível, lembrando o ser camuflado do filme O Predador. O homem ficou tão apavorado que se agarrou ao fazendeiro e não o largou de jeito algum, depois deixando a fazenda para nunca mais retornar. Outras criaturas e seres não identificados também foram vistos naquela região do Utah, incluindo pássaros exóticos multicoloridos que não eram nativos da região e não podiam ser reconhecidos.

Houve também numerosos encontros próximos com criaturas descritas como bestas escuras de até 3 m de altura, que lembravam o mitológico sasquash. Como se as experiências visuais não bastassem, a família também alega ter tido outros sentidos desafiados por estranhos eventos.

Muitas vezes, ficavam surpresos ao sentir cheiros fortes de almíscar. Igualmente, os pastos inexplicavelmente se clareavam durante a noite, como estádios de futebol. Os Gormans alegam terem visto feixes de luz que aparentemente emanavam do solo. Eles e outros fazendeiros da região dizem também já terem ouvido barulhos que pareciam ser de maquinário pesado, operando sob a terra. E já ouviram vozes, muitas delas.

Seu filho Tom e um sobrinho relataram que uma vez ouviram uma conversa alta, sem uma origem física aparente e numa língua ininteligível. As vozes eram masculinas e desencarnadas. De acordo com as testemunhas, falavam em um tom debochado e pareciam emanar de uns 10 m acima de suas cabeças, mas eles nada viram. Os cães que acompanhavam as vítimas grunhiam e latiam para as vozes, quando então fugiram em pânico.

Houve também manifestações físicas que não são facilmente explicáveis. Por exemplo, certa vez, enquanto verificava o gado na terceira área da fazenda, Gorman percebeu que alguém havia escavado seu pasto. Quase uma tonelada de terra havia sido retirada de buracos escavados no solo. “Suas extremidades se pareciam com círculos concêntricos perfeitos, como se alguém tivesse enfiado um cortador de biscoitos gigante no chão”, disse o homem. Várias outras marcas de escavação menores também foram achadas.



VIOLENTOS PESADELOS

Ninguém conseguia dormir mais naquela fazenda. Quando os Gormans finalmente tinham umas poucas horas de sono, eram assolados por violentos pesadelos, que, depois descobriram, ocorriam identicamente a todos os membros da família. Os dois filhos, considerados excelentes alunos antes de chegarem à fazenda, tiveram suas notas deterioradas. A esposa de Gorman perdeu seu emprego num banco local por suas repetidas faltas ao trabalho e por seu repertório de intenso terror.

Na esperança de sentirem-se mais seguros, os membros da família passaram a dormir no chão da sala todas as noites. Sua situação era precária e desesperadora. O pessoal do NIDS oferecia apoio moral, emocional e financeiro a eles. E mais que isso, Bigelow tinha um plano para os Gormans. A fazenda se apresentava como uma chance única de se estudar legitimamente um cardápio inteiro de atividades paranormais e ufológicas. O NIDS queria fechar a fazenda, cercá-la com equipamento de monitoramento de última geração, colocar observadores treinados 24 horas por dia e ver o que aconteceria.

Mas algo conspirou contra os planos de Bigelow e seus cientistas. Alguns residentes do local passaram a desconfiar das atividades daqueles esquisitões de Las Vegas e a suspeitar sobre o que realmente tinham em mente. Um golpe de algum tipo era uma possibilidade que não se podia ignorar. Enquanto detalhes das operações do NIDS circulavam pelos Estados Unidos, ufólogos mais radicais lamentavam que Bigelow estivesse à frente de tais pesquisas.

O milionário era suspeito de ter conexões com a CIA e os ufólogos temiam que ele tentaria de alguma forma controlar o tema, impedindo que o que fosse descoberto na fazenda se tornasse de conhecimento público. Eles exigiam que o tudo que ocorresse na propriedade fosse imediatamente disponibilizado para avaliação. Já céticos de plantão previam que a equipe do NIDS voltaria de mãos vazias, porque os eventos fatalmente murchariam sob a luz de um escrutínio científico.

No fim das contas, os três grupos estavam errados. O NIDS realmente isolou a fazenda e impediu o acesso de observadores externos a ela, mas não sem grandes gastos financeiros. Nem a CIA nem qualquer outra entidade governamental teve qualquer influência sobre as coisas que ocorreram sob a vigilância da turma de Bigelow. Nem o fenômeno em si desvaneceu ou evaporou-se sob o rigor das investigações. Ao longo dos últimos seis anos de atividades no local, os eventos na fazenda têm sido permanentemente analisados.

Testemunhas, incluindo cientistas reconhecidos e autoridades, têm documentado uma gama enorme de atividade incomum. Porém, todas as informações sobre o local estão em quase completo sigilo. Em função de um acordo com Bob Bigelow, este autor obteve a primeira permissão de acesso à fazenda e aos cientistas que fazem parte da equipe do NIDS. Lá estive e conduzi entrevistas com o pessoal residente na fazenda, bem como com membros da comunidade local, que haviam relatado eventos incomuns.


UFOS E OUTROS FENÔMENOS

Os Gormans também relatam fenômenos semelhantes aos círculos ingleses, descobertos na propriedade. Uma formação encontrada no seu pasto consistia de três círculos de mato amassado, cada qual com aproximadamente 3 m de diâmetro. Estavam dispostos num padrão triangular, tendo cada círculo cerca de 10 m de distância dos demais. Vale ressaltar que há apenas uma estrada de acesso à fazenda e que qualquer pessoa entrando ou saindo da propriedade seria certamente notada pelos Gormans ou seus vizinhos.

Na primavera de 1995, os Gormans começaram a ver coisas estranhas no céu. “Eram verdadeiras esquisitices aéreas”. Enquanto verificavam o gado, Gorman e seu sobrinho observaram o que parecia ser um pequeno veículo parado na propriedade. Eles começaram a se aproximar do objeto, achando que o motorista poderia estar com problemas mecânicos. À medida em que acercavam tal veículo, este se afastava silenciosamente.

Gorman e o sobrinho tentaram mais uma vez chegar perto, e novamente o objeto se afastou. Eles subiram então numa cerca para tentar obter uma visão melhor do veículo, quando perceberam que não era nada semelhante ao que conheciam. O objeto levantou vôo por sobre as árvores e lentamente foi embora, sem fazer qualquer som. “Com certeza aquilo não era um helicóptero”, disse Gorman. As testemunhas puderam ver tal artefato com bastante clareza e garantiram que tinha o formato de um refrigerador, com uma luz na frente e outra vermelha atrás.

Já por algum tempo, antes disso, a família vinha observando estranhos objetos aéreos. A esposa do fazendeiro afirma que algo parecido com um caça a jato Stealth, rodeado de luzes piscantes e em forma de disco, pairou silenciosamente a uns 7 m acima de seu veículo, antes de partir em alta velocidade. Cada membro da família fez repetidos avistamentos de uma inusitada nuvem que geralmente pairava do lado de fora da propriedade. A tal nuvem foi descrita por eles como tendo “luzes de árvore de Natal piscantes” ou “mini explosões silenciosas dentro dela”.

Dentre os objetos voadores não identificados vistos pelos Gormans, seus vizinhos e outras testemunhas, estão também os clássicos aparelhos em forma de disco voador – ou “sombreiros voadores”, como são chamados –, de bastões iluminados como lâmpadas fluorescentes e uma nave em forma de charuto, com o gigantesco comprimento de vários estádios de futebol.
De longe, os objetos mais comuns testemunhados por eles foram esferas flutuantes de diferentes tamanhos e cores. Em 1995 e 1996, os Gormans e outros moradores da região relataram 12 incidentes separados, quando viram grandes círculos alaranjados voando acima das árvores da área central da fazenda. Tom Gorman alega que, ocasionalmente, buracos se abriam nos círculos e outras esferas, menores que as anteriores, saíam de seu interior. Um fazendeiro vizinho informou ter tido seus próprios encontros com o que chamou de “uma bola de basquete voadora alaranjada”.


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Estranhos objetos fotografados no Rancho



PORTAL DIMENSIONAL

Terry Sherman, sua esposa Gwen, os dois filhos adolescentes e vários outros membros da família já estavam acostumados com coisas estranhas acontecendo na fazenda, antes de vendê-la. Eles já viram inúmeros UFOs e misteriosas bolas de luz que parecem inteligentemente controladas – são as chamadas sondas ufológicas, presentes em todo o mundo. Seus vizinhos também já viram tais fenômenos, e mesmo os residentes de outras partes daquela região vêm relatando fenômenos semelhantes, desde a década de 50. Descendentes de índios da nação Ute, que habitaram Utah, confirmam que tais avistamentos já aconteciam no passado, sendo testemunhados por seus ancestrais. Contudo, anomalias aéreas não eram as ocorrências mais comuns na fazenda – pelo menos não por um bom tempo. Nos dois anos em que residiu na propriedade, Sherman perdeu 14 cabeças de gado de seu rebanho híbrido. Alguns animais simplesmente desapareceram, como se arrancados do chão e sugados para o céu, sem deixar vestígios. Outros foram perfurados e cortados com precisão cirúrgica, em episódios conhecidos como mutilações alienígenas de animais.

Membros da família e vizinhos também já viram estranhas criaturas do tipo presente no folclore norte-americano, tais como o yeti, bigfoot ou pé-grande, e lobos de tamanhos anormais. E observaram animais e pássaros que não puderam identificar. Os cavalos da propriedade foram atacados, os cães incinerados e os gatos abduzidos. Os Sherman eram atormentados quase diariamente por pequenos incidentes caseiros que, individualmente, não seriam grande coisa, mas que, somados, não podiam ser desconsiderados. janela e portas na residência abriam subitamente como se arrombadas ou se fechavam com violência e sem explicação. Freqüentemente, quando Gwen tomava banho, constatava que sua toalha e outros itens pessoais, que ela deixara ao lado da banheira, simplesmente sumiam de dentro do banheiro trancado chave. Em certa ocasião, ela retornou da cidade carregada de uma grande quantidade de mantimentos e outros suprimentos, e guardou cuidadosamente as mercadorias em seus devidos lugares, nos armários da cozinha. Foi até outro cômodo por poucos minutos e, quando retornou, encontrou todos os suprimentos de volta sobre a mesa.

Roupas,ferramentas e outros aparelhos pareciam ter desenvolvido vida própria naqueles anos que os Sherman residiram na propriedade – o mesmo que se passa hoje com o zelador que Bigelow contratou para cuidá-la. Um dia, um dos filhos de Sherman trabalhou exaustivamente para empilhar centenas de quilos de lenha ao lado de uma área de árvores na parte central da fazenda. Após um descanso de 30 minutos, para beber água na cozinha, ao retornar ao local, quase caiu de costas ao ver toda a lenha empilhada num lugar a quase 30 m de onde a colocou. Ferramentas freqüentemente desapareciam e reapareciam depois nas proximidades. Noutra ocasião, uma pesada pá escavadeira simplesmente desapareceu, sendo encontrada, dias mais tarde, entre os galhos de uma árvore de algodão, bem alto, como se tivesse sido colocada lá por um guindaste. Naturalmente, com tudo isso acontecendo, crescia nos Sherman um sentimento de desconforto e sensação de que estavam sendo observados constantemente – mas eles não tinham idéia de por quem ou pelo quê.



ALIENÍGENAS OU FANTASMAS?

Passei várias noites na propriedade, em vigília e permanente espera por quaisquer luzes estranhas ou outras manifestações que pudessem ocorrer. Ninguém que tenha pesquisado o rosário de fatos misteriosos que cerca aquela fazenda de Utah pode ainda dizer com segurança o que está ocorrendo lá.

Os pesquisadores do NIDS não fazem nenhum tipo de afirmação de que sejam ETs, fantasmas ou skinwalkers, como afirmam as tradições dos utes. Eles ainda estão coletando dados e tentando encontrar explicações. Isto pode não ser muito confortante para quem passou noites inteiras sentado numa cadeirinha plástica, no meio de uma gélida escuridão, esperando que algo aconteça.


PESQUISA CIENTÍFICA RIGOROSA

Como descrito anteriormente, o empresário Robert Bigelow ouviu falar da fazenda e a comprou de imediato, convencendo Terry Sherman a ficar lá como zelador, ainda que contra a vontade da família. O homem agüentou apenas alguns meses e mudou-se para outra propriedade. Bigelow e o pessoal do National Institute for the Discovery of Science [Instituto nacional para a Descoberta da Ciência, NIDS], montou uma base de investigação constante no local. A organização é dedicada ao estudo de fenômenos inexplicáveis, como Ufologia e Parapsicologia, e entre seus membros há cientistas, engenheiros, técnicos e autoridades [O ex-astronauta Edgar Mitchell, sobre quem há artigo nessa edição, é um dos consultores da entidade]. Embora o NIDS estude eventos aparentemente bizarros, ele não opera com idéias pré-concebidas no que diz respeito à real natureza dos eventos, e tem o interesse primordial de encontrar a verdade, para onde quer que ela leve.

Os membros de sua equipe ressaltam que são constantemente pressionados por Bigelow para que obedeçam rigidamente ao método científico. Devido ao fato de que o objeto de sua pesquisa é tão controverso nos círculos científicos, a entidade entende que qualquer desvio do método científico representaria uma perda de credibilidade. Se ela é considerada uma organização excêntrica, suas descobertas, não importando quão profundas ou bem documentadas, seriam desconsideradas sumariamente. A fazenda dos Sherman, portanto, se apresentou como uma oportunidade única de se estudar uma rica variedade de coisas exóticas em constante atividade. Era como pedir uma “pizza de estranhezas” com todas as coberturas ao mesmo tempo. UFOs e yetis, bolas de luz e mutilações de gado, poltergeist e círculos nas plantações, manifestações psíquicas e lendas indígenas antigas etc. A fazenda parecia ser um lugar único em todo o mundo e os membros do NIDS sabiam que deveriam ser cuidadosos, levando em consideração as histórias contadas pelas pessoas do local.

“Nós não tínhamos nenhuma idéia pré-concebida sobre o que estava ocorrendo, mas decidimos usar uma abordagem de ‘filtro aberto’ para juntar informações”, disse Colm Kelleher, um microbiólogo do NIDS que viria a conhecer bem os Sherman em inúmeras visitas de pesquisa que fez à fazenda. “Tínhamos muitas reservas sobre lendas dos skinwalkers, avistamentos de pés-grandes e aquelas coisas que a família alegava estar vendo. Mas decidimos colher toda a informação que pudéssemos, sem desconsiderar nada de imediato, e avaliar tudo mais tarde”, disse, referindo-se a um ser mítico que teria poderes sobrenaturais, dentre os quais o de mudar de forma, deslocar-se invisivelmente em altas velocidades e interromper o movimento das coisas ao redor, como se pudesse parar o tempo. A lenda do skinwalker, reavivada pelas experiências dos Sherman, já estava presente desde os tempos dos antepassados dos ute.

Esses fenômenos são só uma pequena parte dos muitos fenômenos ocorridos neste estranho lugar, relatados pelo reporter e a equipe de investigação. Esses fenômenos até hoje desafiam a imaginação e a própria ciência. Seriam Ovnis, fantasmas, ou uma maldição indígena? deixe ai sua opnião c:.

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Estranho círculo encontrado no rancho feito no gelo


Site oficial sobre o Rancho Skinwalker: http://www.skinwalkerranch.org/rank.html

Creditos:Medo B

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