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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Lenda: A Virgem do Poço


Havia no Japão Feudal do século XVII uma bela jovem de nome Okiko. Essa jovem era serva de um Grande Senhor de Terras e Exércitos, seu nome era Oyama Tessan. Okiko que era de uma família humilde, sofria assédios diários de seu Mestre, mas sempre conseguia se manter longe de seus braços. Cansado de tantas recusas, Tessan arquitetou um plano sórdido para que Okiko se entregasse à ele. Certo dia, Tessan entregou aos cuidados de Okiko uma sacola com 9 moedas de ouro holandesas -mas dizendo que havia 10 moedas- para que as guardasse por um tempo. Passado alguns dias, Tessan pediu que a jovem devolvesse as "10" moedas. A donzela, ao constatar que só havia 9 moedas, ficou desesperada e contou as moedas várias vezes para ver se não havia algum engano. Tessan se mostrou furioso com o "sumiço" de uma de suas moedas, mas disse que se ela o aceitasse como marido, o erro seria esquecido. Okiko pensou a respeito e decidiu que seria melhor morrer do que casar com seu Mestre. Tessan furioso com tal repúdio, agarrou a jovem e a jogou no poço de seu propriedade. Okiko morreu na hora.
Depois do ocorrido, todas as noites, o espectro de Okiko aparecia no poço com ar de tristeza, pegava a sacola de moedas e as contava... quando chegava até a nona moeda, o espectro suspirava e desaparecia.
Tessan assistia aquela melancólica cena todas as noites, e torturado pelo remorso, pediu ajuda à um amigo para dar um fim àquela maldição.


Na noite seguinte, escondido entre os arbustos perto do poço, o amigo de Tessan esperou a jovem aparecer para dar fim ao sofrimento de sua alma. Quando o fantasma contou as moedas até o 9, o rapaz escondido gritou: ...10!!!
O fantasma deu um suspiro de alívio e nunca mais apareceu.

Essa Lenda do século XVIII,  é uma das mais famosas do folclore japonês.

Creepypasta: Masky - Medo do escuro


Sabe quando você apaga a última lâmpada... Está no escuro, e sente aquele frio na espinha? Não importa se é criança, adulto ou velho... Você sempre pode sentir o ambiente esfriar de repente, como se seu sangue gelasse só por causa do escuro...

A maioria das pessoas deixa a lâmpada do quarto acesa... E se foca na claridade do caminho de volta pro quarto, outros vão correndo... Mas poucos olham para trás... Você sabe que não tem nada lá no escuro... Ou pelo menos sua mente quer pensar assim...

Mesmo quando está deitado, e ouve barulhos estranhos, você ignora, você sabe que pode ser o vento, ou algum objeto em falso que caiu...

Mas lá no fundo... Você tem medo de olhar e perceber alguma coisa te olhando de volta... As crianças tem este medo... Mas vão crescendo sendo treinadas para acreditar que não há nada lá... Eu acreditava...

Naquela vez que fui ao banheiro, tinha esquecido de ligar a luz do corredor...
Era desnecessário, eu sabia o caminho... Fui olhando pro chão, com medo de tropeçar em algo no escuro... Estava frio... Achei normal, afinal era noite...

Enquanto fazia o que tinha ido fazer no banheiro, senti um pequeno calafrio...
Ri sozinho... Estava realmente apertado, era um alívio! No caminho de volta, ouvi um estalo atrás de mim, e me arrepiei... Nessa hora nosso cérebro começa a procurar uma explicação pro que está havendo...

Comecei a vasculhar minha mente, tentando lembrar se eu tinha trancado a porta... Tinha. Tinha certeza que sim.

E essa é a hora em que você pensa o quanto seu medo é ridículo, e olha para trás pra provar a si mesmo que está errado... Eu olhei...

O que eu vi, fez meu sangue gelar... Olhava diretamente pra mim...
Não podia ver seus olhos, mas sabia que olhava pra mim... Minhas pernas não se mexiam... Eu não conseguia gritar...
Parecia ter levado uma eternidade encarando aquelas órbitas vazias, até que consegui forças pra correr até o meu quarto e acender a luz... Enquanto meu coração parecia querer sair pela boca, olhei para onde a coisa estava... E não havia nada...

Na manhã seguinte, não sabia se havia sido um sonho, ou se tinha sido mesmo verdade... Eu só sabia de uma coisa...
Eu não durmo mais de luz apagada.


Correr não vai ajudar.

domingo, 24 de novembro de 2013

Demonic Possession


Era verão. Ana se preparava para dormir. Estava a escovar os dentes em frente ao espelho do seu banheiro. Quando acabou, contemplou o seu cabelo negro e os seus olhos azuis, olhando fixamente para o espelho durante uns segundos. Até que ela teve uma sensação, uma sensação gelada. O seu coração acelerou e ela baixou a cabeça com um suspiro. Ela nunca tinha tido uma sensação daquelas antes, mas levantou a cabeça e foi para a cama evitando pensar muito nisso.
Nesse momento a sua maior preocupação eram as amigas que dentro de três dias iam dormir em sua casa. Ela acordou. Eram 3 da manhã e, como é óbvio, estava tudo escuro. Ela ficou olhando para o teto por uns momentos, e depois se sentou e encostou lentamente.
Tinha a sensação de estar sendo observada.
Mas chegou a conclusão que era apenas uma paranoia e adormeceu. Ana se levantou , tomou o café da manhã e foi para a escola, onde tudo correu normalmente. Chegando a casa, ela encontrou um recado de seus pais que dizia que eles iam passar a noite fora. Depois do jantar, ela foi escovar os dentes. Quando olhou para o espelho, ouviu-se o barulho do interruptor e a luz se desligou. Ela saiu lentamente do banheiro e ao tocar no interruptor a lâmpada explodiu, fazendo com que ela soltasse um grito.
O seu primeiro pensamento foi ligar para os seus pais, mas não era necessário. No dia seguinte eles estariam de volta.
Era agora sexta-feira, Ana estava na aula de história e pediu para ir ao banheiro. Ela entrou em um box e as luzes começaram a falhar e ficou cada vez mais escuro, até não se ver nada. Ela começou a tremer e a gritar "Alguém está aí? Isto não tem graça!". Começou do nada, o som de passos pesados. Ela começou a esfriar, o seu coração acelerava e a cada segundo ela se sentia mais enjoada. Ela saiu do box correndo e ao passar pela porta do banheiro percebeu que tinha se urinado. Mas isso não a parou. Ela entrou na sala e a última coisa que fez foi um pedido de ajuda antes de vomitar no chão e desmaiar.
Era Sábado à noite, as suas amigas deviam estar quase a chegar. Mas nada mais importava. Algo estava acontecendo. Tudo estava a correndo mal. Ela desatou a chorar e se deitou no sofá. Ela ficou lá durante uma hora até a campainha tocar. As suas amigas estavam lá. O resto da noite foi incrível. Ela se esqueceu de seus problemas, estar com as amigas realmente a tinha ajudado. Até que Mary foi ao banheiro. Ouviu-se um grito horrível e todos foram ver. O vidro do espelho estava partido e seus pedaços estavam enfiados nos olhos de Mary, que agora estava cheia de sangue.
As mulheres da casa, incluindo a mãe, que não aguentavam ver aquilo foram para a sala, telefonar para a emergência. De repente ouviram uma pancada e apenas a mãe foi ver do que se tratava enquanto Deb ficava ao telemóvel e Ana chorava. E aí ouviram um monte de gritos e pancadas que fazia parecer que estavam lutando nas escadas. Deb começou também a chorar e Ana tapou a cara com as mãos uns segundos para pensar no que fazer. Quando as tirou viu Deb completamente carbonizada, e ainda implorando ajuda. Ela se levanta aos gritos e se esconde no banheiro. Ela põe as mãos no lavatório com a cabeça baixa e quando a levanta vê uma criatura horrível no espelho.
Tinha uma forma humana, mas não era humano."É a mim que tu queres não é? Então me leva!"

Registos de Ana Dant:
"Após o incidente o corpo de Ana nunca foi encontrado." "Os corpos das vitima tinham o numero 669 gravados em suas testas."

Artigo de jornal "FAMÍLIA BRUTALMENTE ASSASSINADA" 

"Uma família foi assassinada exatamente na mesma casa onde houve um outro assassinato há 10 anos atrás. Umas gotas de sangue encontradas não são compatíveis com nenhum dos familiares assassinados, portanto nós as vamos analisar."

"JOVEM PERDIDA PODE ESTAR VIVA" 

"O sangue analisado era nada mais, nada menos que o da desaparecida filha dos antigos moradores dessa casa. Poderá ela estar viva? E mais importante. Será ela a assassina que procuramos?"


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7 Portões do Inferno

sábado, 23 de novembro de 2013

7 Portões do Inferno


Alguns dizem que em uma certa noite do ano , se você passar sete portas pretas você verá os sete portões do inferno. Eu pensei que era um mito no início, até que eu tentei. Passei sete portas pretas em torno de meu bairro, então quando eu fui dormir , meus sonhos estavam em um fogo furioso. Então ele parou. Havia um homem , alto e forte, seus olhos piscavam bastante o que mostra que ele está velho , as pernas e as mãos eram finos e parecia que ele mal consegue suportar seu peso , ele olhou pramin e com um tom áspero e terrivel disse:
" Emoclew ot eht neves Setag fo lleh ". Ele riu e abriu o portão . Meu corpo todo ficou dormente. Se movia por vontade propria eu não podia lutar contra isso. Lutar não funcionou. Eu desisti de tentar combatê-lo. Sem controle , fui passado o primeiro portão.

Portão 1 - Eu vi fogo mostrando os cadáveres que foram horrivelmente mutilados , profanados e queimados. Eles estavam chorando tão alto que eu não conseguia ouvir a crepitação do fogo. Um veio até mim. Com um olho e furos de balas por todo o corpo . Ele disse: " Nós somos os cadáveres profanados que não receberam um enterro apropriado. Temos que ficar aqui até o dia do julgamento. " Passei por ele e para o segundo portão. Foi em um edifício.

Portão 2 - Eu estava em um calabouço. Havia pessoas amarradas. Gritando de dor. Um estava sendo serrado ao meio de forma muito lenta e seu corpo continuava a se curar pronto para ser serrado novamente. Um deles foi jogado em um lugar com a porta sendo fechada quando abriu o corpo parecia tão normal como sempre. Um homem na máscara de um carrasco me disse: " Nós somos o torturador torturado pelos nossos próprios meios. " Eu fui atrás dele até a saída. Eu andei até o terceiro portão.

Portão 3 - Desta vez eu estava em uma floresta. Desta vez foi em silêncio, exceto por alguns gritos. Havia um homem pendurado em uma corda. Outro caiu de um penhasco reapareceu e caiu novamente. Eu estava correndo. Olhei para trás o que eu vi foi uma mulher terrivelmente queimada correndo atrás de mim. Eu já sabia o que isso era . Estas foram as pessoas que cometeram suicídio. Corri para o quarto portão. Foi em um palácio.

Portão 4 - Eu estava lá. Vi imperadores, políticos, e as pessoas realmente ricas. Um imperador estava sendo roído por leões. Quando o leão arrancou um osso e o quebrou nos dentes. Um político estava sendo espancado pelo que parecia ser sombras de prisioneiros. Um homem em um terno veio até mim e disse: " Nós somos o povo corrompido. As pessoas que usaram nosso alcance para ajudar a nós mesmos e não as pessoas. " Eu andei até o próximo portão, o quinto.

Portão 5 - Eu estava em outra sala. Havia um homem amarrado em uma cama amarrada por chicotes de ouro espetado flutuante. A mulher estava sendo queimada por um mais leve, mas seus gritos e gritos foram abafados por um pano que foi usado como uma mordaça. Um homem bastante grande veio até mim e disse: " Nós somos os estupradores e os agressores sexuais, pagando por nossos crimes na Terra. " Eu corri para o portão 6.

Portão 6 - Eu estava em um quarto novo. Eu vi um homem e uma mulher, sendo esfaqueado, curando suas feridas quase que imediatamente. Outra pessoa estava sendo enterrada viva. E outro a ser atingido e espetado com uma barra de metal flutuante. Eu sabia quem eram, eles eram as pessoas que estão sendo mortas do jeito que matou suas vítimas. A saída foi o sétimo portão. " O final. Este pesadelo está quase no fim. Está quase no fim ", eu disse para mim mesmo.

 Portão 7 - Eu estava do lado de fora. Havia um homem vestindo um manto sobre a cabeça coberta com explosivos. Ele explodiu, regenerado, e explodiu novamente. Outro estava sendo espancado, esfaqueado por objetos de metal pontiagudos e queimado por tochas, isqueiros e fósforos. Eles foram detidos por pessoas que pareciam sombras. Um deles veio até mim e disse: "Eles são os assassinos em massa, os terroristas e homens-bomba. Eu sou uma sombra de uma de suas vítimas vim espancá-lo e se vingar pela morte de nós na terra. " Eu corri para a saída.

Quando acordei de manhã eu fiquei terrivelmente assustado. As imagens que eu vi passaram pela minha cabeça. Na verdade isso era tudo o que eu estava pensando durante todo o ano. Tornou-se o dia novamente, não tive coragem de ir lá fora à noite. Eu só fui para a cama. Levei um tempo para dormir. Quando eu fiz eu estava na frente do primeiro portão do inferno. Havia mais alguem lá não era um adolescente como eu. Ele estava olhando para mim. Ele ficou chocado ao me ver. Meu corpo, em seguida, tornou-se dormente. Eu não conseguia me controlar de novo. Eu disse a ele com um tom de terrivel arranhado " Emoclew ot eht neves Setag fo lleh ". Eu ri e abri a porta para ele. Depois que ele entrou com uma expressão que parecia que ele estava lutando contra algo e lutando . Olhei para mim mesmo em uma taça cheia com o que parecia ser sangue. Vi o porteiro. Eu me tornei o porteiro. Na verdade eu sou o porteiro.


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Demonic Possession

A Expressão



O que se diz é que, em 1972, uma mulher apareceu em um hospital com sua roupa branca suja de sangue. Ora, não há nada de errado nisso, você deve estar pensando. Verdade: encontrar alguém coberto de sangue chegando a um hospital pode causar certo espanto, mas não é a coisa mais anormal do mundo… A não ser que essa pessoa não tenha uma face humana.
Exatamente: a mulher de que falamos se encaixa nessa exceção. Seu rosto era exatamente igual ao de um manequim, porém mais macabro e assustador. Os olhos eram tão artificiais que davam calafrios. Seus dentes eram impossíveis de se ver, pois a mandíbula estava presa de tal forma que a boca não se movia.
Bem, fazer o quê? Os médicos tiveram de seguir com os procedimentos padrões, mesmo que aquela paciente causasse arrepios. Encaminharam-na para um quarto, onde ela se manteve quieta, calma e calada. Tão calada que não respondeu a qualquer pergunta, nem mesmo ao policial que viera investigar o que acontecera para ela estar ali naquelas condições.
No dia seguinte, quando tentaram sedá-la, a paciente misteriosa abandonou toda a calmaria: nem mesmo dois membros da equipe conseguiram segurá-la. Ela se levantou, ainda com aquela expressão bizarra de manequim no rosto, e olhou para o médico. Fez algo mais macabro ainda: sorriu.
Como não era normal, obviamente já imaginamos que seus dentes não eram normais. Todos eram brancos, longos e afiados. O médico a encarou e perguntou: “What the hell are you?” (Que diabos é você?). O que obteve como resposta? A estranha paciente avançou sobre seu pescoço, rasgando sua jugular. Antes que ele morresse engasgado no próprio sangue, ela aproximou-se de seu ouvido e sussurrou: “I… am… God” (Eu sou Deus).

Havia uma equipe com dez pessoas na sala, mas apenas uma médica sobreviveu. Se você quiser perguntar a ela sobre a estranha paciente, sugiro que tente em um dos diversos hospitais psiquiátricos para os quais ela foi enviada e transferida após a tragédia.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Duas Faces

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Você chegou em casa do treino. Está cansado, suado e precisa urgentemente de um banho. Então você vai ao banheiro, tira a roupa e se joga embaixo do chuveiro.
Rapidamente o vidro do espelho e do boxe se embaça – até aí normal, certo? Certo. Porém, aqui vai uma dica: se você começar a ouvir uma melodia estranha, baixinha e lenta (e até mesmo tranquilizante), está na hora de ligar o alerta vermelho. Você pode fazer qualquer coisa – cantar, gritar, dançar –, exceto tentar descobrir que diabo está acontecendo. Afinal, é disso que se trata a creepypasta de Duas Faces.
Se você ouve a música e tenta ver o que está do outro lado do boxe, provavelmente verá um vulto. Durante um segundo, você pode até pensar que se trata de sua mãe – será que ela veio pegar a toalha de rosto pra lavar? Torça para não estar errado, pois, se você ver o vulto, provavelmente passará a mão no boxe para desembaçar o vidro e ver que realmente está ali… E, provavelmente, no segundo seguinte, estará cara a cara com uma velha, cuja pele do rosto estará descolando: ela sussurrará “duas faces” e, no instante seguinte… Tudo escuro. Você terá desmaiado, sofrido choques térmicos ou paralisia facial. Tudo bem, em alguns casos é reversível. Mas se o seu não for… Bem, sinto muito. Se você passou pela experiência e está aqui para contar a história, não fique muito animado. O que se diz sobre a velha que aparece é que ela foi atrás de você por um único motivo: precisa de uma nova face. Se ela não conseguiu a sua de primeira, tentará outras vezes. Não se admire se continuar a ouvir a melodia estranha sair pelo ralo de seu banheiro, ou se ver o vulto da velha sempre que for escovar os dentes. Ela estará à espreita até conseguir o que tanto quer.

A Boneca Annabelle

Muito antes de o filme 'Invocação do Mal' estrear nos cinemas em 2013, uma lenda sobre a boneca Annabelle já circulava na internet, causando arrepios e deixando pessoas ao redor do mundo sem conseguir fechar os olhos.

Tudo começou em 1970, quando uma mãe comprou um simples presente para a filha: uma boneca.


Donna, a presenteada, estava se graduando em enfermagem e morava junto de uma amiga chamada Angie. Durante algum tempo, tudo esteve normal: Donna colocava Annabelle sobre a cama todas as noites, encantada com o presente. Um dia, Angie e Donna saíram. Quando voltaram, notaram algo diferente: Annabelle não estava no local de costume, sobre a cama. Isso aconteceu várias vezes: a boneca era encontrada ora sentada no sofá, com as pernas cruzadas, ora na sala de jantar, encostada em uma das cadeiras.

Decididamente, ter um brinquedo que se movia pela casa era o suficiente para amedrontar duas universitárias. Contudo, as coisas não pararam por aí. 

Annabelle “aprendeu” a escrever. Um mês após as estranhas movimentações da boneca, Donna e Angie começaram a encontrar pedaços de pergaminho onde as palavras “Ajude-nos” ou “Ajude Lou” estavam escritas numa caligrafia de criança. Certa noite, aconteceu a gota d’água: Donna e Angie retornaram para casa e encontraram Annabelle não apenas em um lugar diferente, mas com as mãos e o peito cheios de sangue. Apavoradas, as colegas de quarto decidiram chamar uma médium para investigar a boneca.

O que se descobriu era que se tratava do espírito de uma garotinha que morara no local anteriormente, Annabelle Higgins. Compadecida, Angie deu permissão para que ela continuasse em casa.

Os estranhos acontecimentos apenas pioraram. Annabelle chegou a machucar um amigo de Angie e Donna que costumava visitá-las. Sempre que tentavam livrar-se da boneca, encontravam-na de novo em casa como se ela sequer tivesse saído de lá. Apenas quando o casal Warren entrou em cena, como podemos observar no filme 'Invocação do Mal', os três descobriram que a boneca não guardava o espírito de uma criança – e que um demônio habitava a casa, enganara a todos e estava quase possuindo um deles.


leia também:
Câmera Escondida com Annabelle